DDI - Materiais de difusão da cultura científica e de formação
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- 4ª Reunião Vigilância Epidemiológica da Gripe em Portugal - época 2014/2015 : resumos das comunicações oraisPublication . Guiomar, Raquel; Falcão, Isabel; Rodrigues, Ana Paula; Rodrigues, Emanuel; Meneses de Almeida, Lúcio; Won, MiguelResumo das comunicações orais apresentadas na reunião da Vigilância Epidemiológica da Gripe em Portugal. Esta reunião pretende divulgar os resultados da vigilância clínica e laboratorial da época 2014/2015, incluindo informação sobre casos graves, mortalidade e severidade, sistemas de deteção precoce da epidemia de gripe, vacinação antigripal, bem como estratégias de intervenção em saúde pública em situações de baixa efetividade vacinal. Serão também apresentados temas relacionados com a vigilância da gripe aviária e a situação atual do Síndrome Respiratória do Médio oriente (MERS-CoV).
- Alteração à epidemiologia da Infeção a Haemophilus influenzae, após a introdução da vacina para o H. influenzae serotipo b. Análise de estudos realizados no INSA, 1989-2012Publication . Bajanca-Lavado, Maria PaulaResumo: O Haemophilus influenzae (H. influenzae) é um microrganismo Gram negativo cujo nicho ecológico é o trato respiratório humano. Para além de colonizar a nasofaringe de pessoas saudáveis, o H. influenzae é normalmente responsável por infeções respiratórias e ainda infeções invasivas graves como a meningite e a septicemia, principalmente nas crianças (Tristram, 2007). As estirpes capsuladas, nomeadamente as de serotipo b (Hib) eram, até à introdução da vacina conjugada, responsáveis pela maior parte dos casos de infeção invasiva (Peltola, 2000). A vacina para o Hib foi licenciada em Portugal em 1994 e incluída no Programa Nacional de Vacinação (PNV) no ano 2000, para crianças até aos 5 anos de idade. Como consequência, as infeções invasivas de serotipo b foram praticamente eliminadas nas populações onde a vacina foi implementada (Wenger, 1998). No entanto, esta vacina não protege contra a infeção invasiva por estirpes não capsuladas (NC) ou de serotipos não b sendo, de momento, as estirpes NC as responsáveis pela maior parte destas infeções (Ladhani et al., 2010; Ulanova & Tsang, 2009). Desde 1989 que, primeiro no Laboratório de Resistência aos Antibióticos e, mais recentemente, no Laboratório Nacional de Referência de Infeções Respiratórias a agentes bacterianos, se têm realizado estudos em infeções por Haemophilus influenzae, nas várias vertentes, de vigilância epidemiológica, referência e investigação. Até ao momento contamos com uma coleção de isolados clínicos de mais de 12000 estirpes, isoladas de todas as infeções e de todas as idades, de vários Hospitais geograficamente distribuídos em Portugal. Colaboramos com a Sociedade Portuguesa de Pediatria, no que se refere à infeção invasiva na criança. Relativamente a projetos de investigação temos colaborado com alguns laboratórios de investigação, em Portugal e no Estrangeiro. É diversa a metodologia utilizada para estudar este microrganismo, recorrendo-se a diferentes técnicas para cada tipo de estudo, que vão desde técnicas fenotípicas para determinar a susceptibilidade aos antibióticos até técnicas de biologia molecular, como PCR e sequenciação para estudos genotípicos. Para além destas, e com o objetivo de estudar a clonalidade e disseminação das estirpes, utilizamos ainda duas técnicas de tipagem molecular: Pulsed-Field-Gel-Electrophoresis (PFGE) (Campos et al., 2004) e Multilocus Sequencing Type (MLST) (Meats et al, 2003). Serão apresentados resultados de alguns estudos, tanto de vigilância epidemiológica, como de investigação, realizados no nosso laboratório, e que demonstram a alteração na epidemiologia da infeção a H. influenzae após a introdução da vacina, em Portugal (Bajanca et al, 2004; Barbosa et al, 2011; Calado et al, 2011) Referências Bibliográficas: • Bajanca P, Caniça M, & the Multicenter Study Group. J Clin Microbiol 2004; 42:807-10. • Barbosa R, Giufrè M, Cerquetti M, & Bajanca-Lavado, P. J Antimicrob Chemother 2011; 66:788-96. • Calado R, Betencourt C, Gonçalves H, Cristino N, Calhau P & Bajanca-Lavado, P. Diagn Microbiol Infect Dis 2011; 69:111-13. • Campos J, Hernando M, Román F, Pérez-Vazquez M, Aracil B, Oteo J et al, J Clin Microbiol 2004; 42:524-9. • Ladhani S, Slack M, Heath P, von Gottberg A, Chandra M. Ramsay M & EUIBIS participants. Emerg Infect Dis 2010; 16:455-63. • Peltola H. Clin Microbiol Rev 2000; 13:302-17. • Tristam S, Jacobs M & Appelbaum P. Clin Microbiol Rev 2007; 20:368-89. • Ulanova M, Tsang R. Infect Genet Evol 2009; 9:594-605. • Wenger D. Pediatrr Infect Dis J 1998; 17 (Suppl.9):S132-36. • Meats E, Feil EJ, Stringer S, Cody AJ, Goldstein R, Kroll JS, et al, J Clin Microbiol 2003; 41: 1623-1636.
- Avaliação Externa da Qualidade (AEQ) em Segurança LaboratorialPublication . Cardoso, Ana; Rodrigues, Vitória; Pelerito, Ana; Lopes Carvalho, Isabel; Faria, Ana Paula1. Avaliação Externa da Qualidade (AEQ) em Segurança Laboratorial 2. Apresentações: A Importância da Higiene, Segurança e promoção da Saúde no Laboratório; Identificação e avaliação dos principais fatores de risco no Laboratório; Estratégia da prevenção; Instruções gerais de Segurança no laboratório; Medidas de proteção coletiva e individual; Principais acidentes no laboratório; Gestão de Resíduos; Gestão e Organização da Emergência; Procedimentos em caso de acidente; Avaliação e Gestão de risco; 3. Discussão
- O EARS-Net em Portugal versus a resistência aos antibióticos na cadeia alimentar.Publication . Caniça, Manuela
- Epidemiologia de Candida: o papel do laboratório de referênciaPublication . Sabino, Raquel
- Fungos - Candida auris: 5 minutos de CiênciaPublication . Sabino, RaquelEntrevista sobre Candida auris dada à Rádio Observador, no âmbito do programa "5 minutos de Ciência".
- Fungos patogénicos e de importaçãoPublication . Verissimo, Cristina
- Fungos resistentes em ambiente hospitalar - um risco emergente?Publication . Sabino, RaquelAs infecções fúngicas invasivas dependem da interação entre a suscetibilidade do hospedeiro e a exposição ambiental. Como tal, o ambiente hospitalar é uma das principais preocupações nas infeções fúngicas nosocomiais, especialmente em unidades hospitalares de doentes imunocomprometidos. Deverá ser dada especial atenção aos riscos ambientais. Para além de Cândida, os géneros Aspergillus e Fusarium são descritos como os mais frequentemente encontrados em ambiente hospitalar. Apesar da resistência intrínseca encontrada em algumas espécies desses dois géneros de fungos filamentosos, a exposição dos fungos a antifúngicos clínicos ou agrícolas parece ter um grande impacto na aquisição de resistência a azóis; nomeadamente em Aspergillus fumigatus. Mais recentemente, têm sido descritos vários relatos de surtos hospitalares causados por Candida auris. Esta espécie é resistente a várias classes de antifúngicos e está associada a alta mortalidade. A contaminação do ambiente hospitalar ou a colonização transitória de dispositivos e equipamentos médicos podem ter um papel importante na transmissão dessa espécie. O aparecimento de infecções causadas por fungos com resistência antifúngica intrínseca ou adquirida desencadeou novos níveis de alerta no campo das infeções fúngicas nosocomiais
- Genotipagem do HPV por Multiplex Real Time PCRPublication . Verdasca, Nuno; Rocha, Raquel; Gradíssimo, Ana
- HPV – O Cancro do Colo do ÚteroPublication . Pista, Angela
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