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DEP - Apresentações orais em encontros nacionais

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  • Avaliação da Boas Práticas em Laboratórios de Países de Língua Portuguesa
    Publication . Martinello, Flávia; Seidler, Alice B.; Menezes, Maria Elisabeth; Correia, Helena; Leal, Silvania; Miranda, Armandina; Faria, Ana Paula
    Introdução: Os laboratórios desempenham um papel fundamental no rastreio, diagnóstico, prognóstico e tratamento de doenças. Para que um resultado laboratorial seja útil, é necessário garantir a sua qualidade. Neste contexto, não existem dados disponíveis sobre as boas práticas adotadas pelos laboratórios nos países de língua portuguesa (PLP). Esta informação é essencial para a formulação de políticas e estratégias de formação dirigidas a este público-alvo. Objetivo: Identificar e avaliar a adesão às boas práticas laboratoriais por parte dos laboratórios de análises clínicas nos PLP. Métodos: Foi aplicado um questionário digital, constituído por 47 questões sobre boas práticas laboratoriais e gestão da qualidade, enviado a participantes do Programa Nacional de Avaliação Externa da Qualidade de Portugal e a outros laboratórios envolvidos no Projeto de Melhoria da Qualidade Laboratorial para os PLP - ProMeQuaLab, com exceção do Brasil. A recolha de dados decorreu de forma anónima entre 7 de julho e 30 de setembro de 2024, tendo os resultados sido analisados estatisticamente. Resultados: Participaram no estudo 59 laboratórios (ambulatório e hospitalar), dos quais 5 instituições não autorizaram a divulgação dos seus dados, ainda que de forma anónima. Entre os 54 laboratórios incluídos, a maioria era de Portugal (39; 72%), seguida de Cabo Verde (9; 16%), Guiné-Bissau (4; 7%), São Tomé e Príncipe (1; 2%), e 1 laboratório não especificou o país de origem. Um total de 68% dos laboratórios indicou possuir um sistema de gestão implementado, sendo que metade destes está certificada. A maioria pertence ao setor público (63%), dispõe de um profissional responsável pelo sistema de gestão (85%), realiza um plano anual de formação (85%), utiliza indicadores de qualidade nas fases pré-analítica (87%) e pós-analítica (83%), e efectua controlo de qualidade interno (85%) e externo (89%). Foram contudo identificadas oportunidades de melhoria, uma vez que apenas 59% registam as causas de rejeição de resultados de amostras de controlo, 65% desenvolvem uma matriz de competências, 66% constroem cartas de controlo e 72% recorrem a especificações de qualidade para avaliar o desempenho analítico. Conclusão: Os laboratórios portugueses foram os que mais contribuíram para estes resultados. As boas práticas laboratoriais encontram-se implementadas, mas subsistem oportunidades de melhoria. A promoção de ações de formação e a maior participação de laboratórios dos PLP poderão contribuir para a implementação e harmonização das boas práticas laboratoriais, reforçando a garantia da qualidade dos resultados e a segurança do doente.
  • Directed Acyclic Graphs as a causal inference tool: from principles to applications
    Publication . Leite, Andreia
    Epidemiologic studies often address causal questions, which require considering confounding issues. Identifying and adjusting for confounders is challenging and various methods have been proposed. Directed acyclic graphs (DAGs) are a causal inference tool, being simultaneously qualitative and quantitative. They offer us a representation of the relationship between variables and support the selection of confounders to consider. In this talk, main issues with previous approaches will be presented, followed by an overview of DAGs, alongside with its main applications and developments.
  • Development and Application of a Harmonization Method for IgG Antibody Levels Against SARS-CoV-2S pike Protein: A Cohort Study in Healthcare Professionals
    Publication . Saraiva, Ana Leonor; Afreixo, Vera; Gaio, Vânia; Machado, Ausenda
    Introduction: The emergence of COVID-19 led to the rapid development of vaccines and diagnostic tests. To assess antibody responses in healthcare workers (HCWs), a 2021–2022 cohort study was conducted in three Portuguese hospitals. Antibody levels were measured at six time points: pre-vaccination, post-first dose, at 3, 6, 12 months after the second dose, and post-booster. Each hospital utilized a different assay: Abbott’s CMIA, Roche’s Elecsys® ECLIA, and Siemens’ ADVIA Centaur®, leading to challenges in data comparability. The study aimed to harmonize serological data across these hospitals to enable joint analysis and better understand the dynamics of humoral immunity among HCWs in Portugal. Methods: To ensure adequate conversion of antibody titers obtained from different laboratory methods, several harmonization strategies were applied and compared. These included the World Health Organization (WHO) international conversion and a main strategy based on quantile interpolation, with linear and spline methods tested, followed by Deming regression. Before interpolation, models were required to estimate the antibody titers due to the limitations of each method, such as linear regressions with polynomials and splines, followed by data linearization and normalization. The final choice between methods was based on a graphical assessment of which approach best preserved the original data patterns prior to harmonization. Results: The application of quantile interpolation followed by regression proved more effective than the WHO recommended approach for harmonizing data across hospitals. This method preserved the individual distribution patterns of each hospital, even after transformation. Importantly, it allowed the harmonized values to reflect the scale and magnitude observed in the reference method (Abbott’s CMIA). After harmonization, a marked increase was observed between the pre-vaccination time point and the post-vaccination time point, followed by a gradual decrease over the next three time points. Finally, a second, even more pronounced increase was observed after the booster dose. Conclusions: Quantile interpolation followed by regression enabled effective harmonization of serological data across the hospital centers, allowing for the comparison and joint analysis of anti-SARS-CoV-2 IgG antibody titers from different laboratory methods. This approach also preserved the expected temporal antibody response pattern. Although laboratory validation, by quantifying the same samples across different laboratories, was not performed, which would be necessary to fully confirm the adequacy of the method, the presented methodology shows strong applicability to other contexts, particularly in European studies that conduct pooled analyses of data from multiple countries and laboratories.
  • Interação entre calor extremo e poluição por matéria particulada na mortalidade nos distritos de Portugal continental
    Publication . Canha, Filipa; Leite, Andreia; Gaio, Vânia; das Neves Pereira da Silva, Susana
    Introdução: O aumento da temperatura global e a poluição atmosférica no contexto das alterações climáticas representam riscos crescentes para a saúde. Os efeitos isolados destas exposições estão bem descritos, no entanto, apenas recentemente surgiu evidência de efeito sinérgico entre calor e matéria particulada (PM). Este estudo teve como objetivo avaliar o efeito da interação entre calor extremo e poluição elevada por PM na mortalidade diária nos distritos de Portugal continental. Métodos: Estudo ecológico de séries temporais, dos verões (maio-setembro) de 2003 a 2023, com dados de satélite diários da temperatura máxima, concentrações médias de PM10 e PM2,5 e óbitos por todas as causas em todos os distritos de Portugal continental. Definiu-se calor extremo e poluição elevada por PM como valores acima do percentil 90 da respetiva distribuição. O efeito desfasado das exposições foi incluído pela média móvel a 7 dias para a PM, e utilização de modelos não-lineares com desfasamento distribuído de 10 dias para a temperatura. Estimaram-se os riscos relativos cumulativos (RRc) da interação entre calor extremo e poluição elevada por PM na mortalidade e as frações atribuíveis da mortalidade (FA), em cada distrito, usando a temperatura mínima de mortalidade (TMM) e situação de poluição elevada como referência. Resultados: Estimou -se um efeito de interação cumulativo entre calor extremo e poluição elevada por PM2,5 em 11 dos 18 distritos de Portugal continental, e entre calor extremo e PM10 em 12 distritos, considerando os 10 dias de desfasamento. O máximo do efeito de interação variou consoante o distrito, ocorrendo principalmente no próprio dia das exposições. Nestes distritos, o RRc variou, face à TMM e poluição elevada por PM, entre 1,01 (IC 95%: 0,92; 1,11), no Porto, e 1,35 (IC 95%: 1,17; 1,56), em Setúbal, para a interação com PM2,5, e entre 1,01 (IC 95%: 0,86; 1,19), em Bragança, e 1,35 (IC 95%: 1,16; 1,55), em Setúbal, para a interação com PM10. Estimou -se uma FA ao efeito de interação entre calor extremo e poluição elevada por PM apenas nos distritos de Lisboa, Santarém, Setúbal, Vila Real e Viseu, que variou entre 0,45% e 2,35% para o efeito com PM2,5, e entre 0,01% e 3,81% para o efeito com PM10. Discussão e Conclusão: Os resultados mostram um efeito sinérgico entre calor extremo e poluição elevada por PM na mortalidade nos meses de verão, na maioria dos distritos de Portugal continental, embora sem significância estatística em alguns, possivelmente devido ao número reduzido de dias com exposições simultâneas. Contrário à literatura, o nosso estudo não encontrou efeito superior nas regiões não-costeiras em relação às costeiras, no entanto, esta divisão não é total em Portugal, existindo distritos com área costeira e não-costeira. A integração destes efeitos em sistemas de vigilância ambiental e epidemiológica, com definição de limiares adaptados ao contexto local, poderá melhorar a capacidade de resposta e mitigação dos seus impactos na mortalidade.
  • Efeito combinado do calor extremo e da poluição por partículas atmosféricas na mortalidade diária no distrito de Lisboa
    Publication . Canha, Filipa; Leite, Andreia; Gaio, Vânia; das Neves Pereira da Silva, Susana
    Introdução: O aumento da temperatura global e da poluição atmosférica, nomeadamente de matéria particulada (PM), no contexto das alterações climáticas, tem efeitos na saúde humana. Apesar dos efeitos isolados do calor e da PM na mortalidade estarem amplamente descritos na literatura, o efeito combinado está menos estudado. Este estudo analisa o efeito combinado do calor extremo e concentrações elevadas de PM na mortalidade diária no distrito de Lisboa. Métodos: Realizou-se um estudo ecológico de séries temporais, dos verões (maio-setembro) de 2003 a 2023, com dados diários da temperatura máxima, concentrações médias de PM10 e PM2,5 e óbitos por todas as causas em Lisboa. Definiu-se calor extremo e concentrações elevadas de PM como valores acima do percentil 90. Para considerar o efeito desfasado das exposições, utilizou-se a média móvel a 7 dias para a PM, e modelos não-lineares com desfasamento distribuído de 10 dias para a temperatura. Estimaram-se os riscos relativos (RR) da interação entre calor extremo e concentrações elevadas de PM na mortalidade e a fração atribuível, usando a temperatura mínima de mortalidade (MMT) como referência. Resultados: O efeito combinado na mortalidade atingiu o máximo no segundo dia após exposição (RR 1,28; IC 95% 1,24-1,33), diminuindo nos dias seguintes. Após 10 dias, o risco cumulativo para a temperatura máxima foi 2,23 vezes superior com concentrações elevadas de PM10 e 2,28 vezes superior com concentrações elevadas de PM2,5, relativamente à MMT . Estimou-se que 1,93% (IC 95% 1,72%–2,14%) e 1,95% (IC 95% 1,73%–2,16%) dos óbitos eram atribuíveis aos efeitos combinados do calor extremo com concentrações elevadas de PM2,5 e PM10, respetivamente. Discussão e Conclusão: Observou-se um efeito sinérgico entre exposição a calor extremo e concentrações elevadas de PM na mortalidade em Lisboa. A integração destes resultados em medidas de saúde pública poderá reforçar a capacidade de antecipação e mitigação dos impactos das alterações climáticas na saúde, especialmente na população mais vulnerável.
  • Associação entre Infeção por SARS-CoV-2 e Saúde Mental aos 12 Meses: Um Estudo na Região de Lisboa e Vale do Tejo (LVT)
    Publication . Cristóvão, Filipa; Moniz, Marta; Goes, Ana Rita; Soares, Patrícia; Leite, Andreia
    Introdução: A condição pós-COVID-19 afeta indivíduos com história de infeção por síndrome respiratória aguda grave devido a coronavírus 2 (SARS-CoV-2) e pode incluir sintomas persistentes como fadiga, alterações cognitivas e perturbações psicológicas (e.g., ansiedade, depressão, perturbação de stress pós-traumático (PTSD)), mesmo após 12 meses. Apesar de existirem dados sobre sintomas psicológicos nas fases iniciais da infeção, a sua persistência a longo prazo continua pouco explorada, particularmente em Portugal. Este estudo teve como objetivo investigar a associação entre infeção por SARS-CoV-2 e sintomas psicológicos aos 12 meses, em residentes da região de LVT. Métodos: Estudo observacional transversal analítico, incluindo indivíduos residentes em LVT que realizaram teste de reação em cadeia de polimerase (PCR) ou teste rápido de antigénio (TRAg) em agosto de 2022 com base na informação registada no Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica. A exposição foi o resultado do teste SARS-CoV-2 (positivo ou negativo); os outcomes foram sintomas de ansiedade, depressão e PTSD. Os dados foram recolhidos por entrevista telefónica (outubro-novembro de 2023), utilizando o Patient Health Questionnaire de 2 itens (PHQ-2), Patient Health Questionnaire de 9 itens (PHQ-9), General Anxiety Disorder Questionnaire de 2 itens (GAD-2), General Anxiety Disorder Questionnaire de 7 itens (GAD-7) e Primary Care PTSD Screen for DSM-5 (PC-PTSD-5). Para estimar a associação através de razões de prevalência ajustadas (RPa) foram usadas regressões de Poisson com variância robusta, ajustando para confundimento (idade, sexo, situação profissional, nível de escolaridade, comorbilidades, consumo de tabaco, consumo de álcool). Resultados: Foram incluídos 767 participantes (528 positivos, 239 negativos). A prevalência de sintomas depressivos foi de 6,0%, mais elevada nos positivos (7,0% vs. 3,8%). Após ajustamento, observou-se uma associação significativa (razão de prevalência ajustada (RPa )= 2,07; IC95%: 1,01–4,26). A prevalência de ansiedade foi também superior nos positivos (7,2% vs. 3,8%), sem significância estatística (RPa = 1,84; IC95%: 0,91–3,80). A prevalência de PTSD foi baixa (0,8%), pelo que não foram estimadas medidas de associação. Discussão e Conclusão: Os resultados mostraram maior prevalência de sintomas depressivos entre indivíduos previamente infetados por SARS-CoV-2, associação que se manteve após ajustamento e em consonância com estudos internacionais. Observou-se tendência não significativa para ansiedade e ausência de diferenças em PTSD, possivelmente relacionadas com o reduzido número de casos e a predomínio de infeções ligeiras. O contexto epidemiológico poderá ter atenuado as associações. Entre as limitações destacam-se o desenho transversal, autorreporte, confundimento residual e restrição geográfica e temporal da amostra. Em conclusão, os dados sugerem associação entre infeção e sintomas depressivos a longo prazo, sublinhando a importância da vigilância em saúde mental no período pós infecção.
  • Planeamento e sustentabilidade
    Publication . Garcia, Ana Cristina
    Sustentabilidade e desenvolvimento sustentável são termos em utilização crescente em Portugal e no mundo, mas cuja operacionalização se tem revelado complexa e inconsistente intra e inter países. Atenta a estas questões, a Organização das Nações Unidas incentiva os dirigentes governamentais, das instituições, empresas e outras organizações a adotar explicitamente os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável como referencial para o planeamento, programação e orçamentação. Ciente dos exigentes desafios metodológicos e processuais resultantes, mas também do acréscimo de oportunidades para o aumento do nível de saúde das populações e o fortalecimento dos sistemas de saúde, num ambiente progressivamente mais equitativo, próspero, solidário com as gerações futuras e em equilíbrio com o resto da natureza, o Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, IP (INSA), através do seu Departamento de Epidemiologia, organiza um ciclo de conferências sob o tema “Planeamento em Saúde Sustentável: desafios e oportunidades”, com o objetivo de aprofundar os conceitos fundamentais desta temática para que possam ser úteis na atividade do INSA e nas suas interações com outras entidades. A primeira conferência abordou o tema “Planeamento e sustentabilidade”, tendo decorrido no anfiteatro do INSA.
  • Modelling Mobility Data during COVID-19 in Portugal with R-INLA
    Publication . Brito, André; Machado, Ausenda; Rodrigues, Ana Paula; Patrício, Paula; Bispo, Regina
    Aim: To model district-level mobility data from the COVID-19 Google Community Mobility Reports for Portugal.
  • Gripenet: Ciência Cidadã e Vigilância Participativa em Saúde Pública
    Publication . GOMEZ TEIXEIRA PINTO, VERÓNICA DEL PILAR; Rodrigues, Ana Paula; Rosa, Arminda
    Diante da crescente complexidade dos desafios em saúde pública — especialmente no campo das doenças infeciosas — torna-se fundamental repensar as formas de colaboração entre ciência e sociedade. Os projetos de ciência cidadã, que envolvem os cidadãos nos processos científicos, contribuindo com dados, observações e reflexões, têm permitido dar resposta a estas necessidades. O Gripenet é um sistema de vigilância participativa em saúde, focado na monitorização de doenças respiratórias como a gripe e a COVID-19. Foi estabelecido em Portugal pelo Instituto Gulbenkian de Ciência em 2005 e está integrado no Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge desde 2015. Como parceiro da rede europeia Influenzanet, ativa desde 2009 e atualmente coordenada pelo ISI Foundation, o Gripenet recolhe dados reportados por cidadãos, em tempo real, complementando os sistemas tradicionais de vigilância epidemiológica. Após cinco anos de pausa, a rede está a ser reativada com estratégias para reforçar o envolvimento dos cidadãos-cientistas. Embora as restrições do RGPD impeçam o acesso direto aos dados, estão previstas iniciativas que promovem participação ativa, como a criação de pontos focais em comunidades, regiões ou concelhos, que atuarão como divulgadores e dinamizadores locais. Estes embaixadores poderão organizar sessões informativas, promover inscrições e contribuir para a literacia em saúde. Paralelamente, serão incentivadas ações de co-criação de conteúdos educativos, participação em painéis consultivos para melhoria da plataforma e campanhas temáticas que reforcem o papel dos cidadãos na vigilância epidemiológica. A participação é voluntária, realizada através do registo numa plataforma online com questionário inicial e relatos semanais de sintomas. As informações são anonimizadas, respeitando a privacidade dos participantes. Entre os desafios, salientam-se o viés de autosseleção, a sub-representação de certos grupos e limitações inerentes a dados autorreportados. Ainda assim, o Gripenet representa uma inovação relevante, promovendo maior apropriação do conhecimento pelos cidadãos e um canal de diálogo entre ciência e sociedade. Esta apresentação abordará a evolução da plataforma, os principais resultados e as estratégias para esta nova fase, com perspetivas técnica e cidadã. A audiência conhecerá uma ferramenta inovadora de ciência cidadã em saúde, com impacto comprovado e potencial para inspirar novas colaborações.
  • Vigilância do vírus sincicial respiratório em Portugal - Efetividade da imunização sazonal contra o VSR
    Publication . Rodrigues, Ana Paula
    Esta apresentação resume as caraterísticas epidemiológicas da epidemia de VSR na época 2024/2025, com foco nos internamentos por VSR em crianças menores de 24 meses e apresenta os resultados da efetividade do Nirsevimab.