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- Improved global air quality health index reveals ozone and nitrogen dioxide as main drivers of air-pollution-related acute mortalityPublication . Huang, Wenzhong; Li, Tiantian; Masselot, Pierre; Xu, Rongbin; Gasparrini, Antonio; Sera, Francesco; Bell, Michelle L.; Hashizume, Masahiro; Breitner, Susanne; Tong, Shilu; Kan, Haidong; Yang, Zhengyu; Zhang, Yiwen; Yu, Wenhua; Yu, Pei; Zhou, Shuang; Sun, Qinghua; Zhang, Jingwei; Lavigne, Eric; Madureira, Joana; Guo, Yue Leon; Gaio, Vânia; Li, Shanshan; Guo, Yuming; MCC Collaborative Research NetworkAmbient air pollutants are leading contributors to global mortality. Despite the well-established risks, most studies have relied on single-pollutant models in limited regions, leaving the combined effects and individual contributions of pollutants unclear, particularly across countries. Here, we integrate daily mortality and air pollutant (nitrogen dioxide [NO], ozone [O], fine particulate matter, and sulfur dioxide) data from 482 cities in 12 countries/territories from 1998 to 2021 to assess the joint mortality risks and identify the main contributing pollutant through an air quality health index of multi-pollutant constrained groupwise additive models (AQHI-Multi). AQHI-Multi outperformed commonly used air quality indices in capturing the overall mortality risks. O and NO were the leading contributors (accounting for over 70% across countries/territories), with O's share increasing slightly to moderately in most countries/territories. These findings highlight the need for developing air quality indices using advanced multi-pollutant models and the emerging global significance of targeted control of O and NO.
- Trends in community-acquired pneumonia hospitalisations and associated cardiovascular risk in Portugal, 2010-2018Publication . Carneiro, Joana; Teixeira, Rita; Leite, Andreia; Lahuerta, Maria; Catusse, Julie; Ali, Mohammad; Lopes, SílviaCommunity-acquired pneumonia (CAP) is a major cause of hospitalisation, with substantial morbidity, mortality, and costs. We aimed to better understand CAP hospitalisations in Portugal, in terms of their trends and risk of subsequent acute cardiovascular events. We used data on hospitalisations, comorbidities prevalence, and population. CAP hospitalisations (CAP-H) of adults (≥18y) living in mainland Portugal discharged from a public hospital in 2010-18 were identified using ICD-9/10-CM codes. In a retrospective cohort analysis, we described the frequency and incidence of CAP-H per gender, age group, comorbidity, and year of discharge. Trends in incidence were explored using joinpoint regression. For a selected subgroup with CAP-H and cardiovascular hospitalization, we then conducted a self-controlled case series (SCSS), using CAP-H as exposure (14, 28 and 91-days exposure periods) and acute cardiovascular (stroke or myocardial infarction – MI) hospitalisations as the outcome. Incidence rate ratios (IRR) were computed using a conditional Poisson regression. We studied 469,944 CAP-H (66% aged ≥75 years; 55% male). Frequently recorded comorbidities were congestive heart failure, diabetes, and chronic pulmonary disease (19% or more). The incidence of CAP-H ranged between 7.1in 2012 and 5.6 in 2018. We identified a gradual decline in the incidence rates of CAP-H for both genders and all age groups (annual percent change: -1.50 or more). CAP-H decreased over time for patients with diabetes and AIDS/HIV, while increased for chronic renal disease patients. For the remaining 6 comorbidities, an upward trend was followed by a decreasing trend. In SCSS, a sample of 13 494 patients (stroke: 77%, MI: 23%), mostly male (stroke: 52%, MI: 55%) and 75 years or older (stroke: 78%, MI: 70%) was analyzed. Stroke/MI hospitalisation incidence was higher following CAP-H, compared to the baseline period. Increased incidence was observed especially in the 14 days after discharge (IRR for stroke: 2.55; IRR for MI: 3.23), compared to the 28-days (stroke: 2.06; MI: 2.62), and 91-days periods (stroke: 1.37; MI: 1.75) (p<0.05). Our findings show a decline in the incidence of CAP-H and an increased risk of cardiovascular events after a CAP-H episode. These results highlight the need for clinicians and the health system to undertake continued and coordinated efforts, to reduce CAP-H and when it cannot be avoided, to address possible cardiovascular risks.
- Quantas anomalias congénitas se devem ao tabaco? Estimativa da fração atribuível populacional em Portugal, 2018–2019Publication . Leite, Andreia; Godinho, Marta; Braz, Paula; Machado, Ausenda; Matias-Dias, CarlosIntrodução: O consumo de tabaco aumenta o risco de anomalias congénitas, em particular as anomalias cardiovasculares e fenda labial e palatina. Este estudo pretende estimar a fração de anomalias congénitas em Portugal atribuíveis ao consumo de tabaco, com base em informação do Registo Nacional de Anomalias Congénitas (RENAC). Métodos: Foram estimados os riscos atribuíveis populacionais (RAP) e intervalos de confiança a 95% (IC95%) para as anomalias congénitas previamente associadas ao consumo de tabaco com recurso à ferramenta PEACE (Population Estimate of Attributable Fraction of Congenital Conditions Everywhere). Esta ferramenta considera os valores de prevalência de anomalias congénitas e de consumo de tabaco. Os mesmos foram obtidos a partir de informação publicada: a prevalência das anomalias congénitas selecionadas do relatório do RENAC de 2018/2019, que integra o registo europeu e segue os seus critérios de qualidade técnica e científica; a prevalência de consumo de tabaco obtida a partir da literatura, tendo sido identificado trabalho prévio com recurso a análise dos dados do Inquérito Nacional de Saúde em Portugal, de 2019, e estimativa da prevalência de consumo de tabaco na gravidez. Foram estimados os casos que seriam prevenidos considerando dois cenários, redução em 30% e em 50% do consumo de tabaco nas grávidas. Resultados: A prevalência de consumo de tabaco na gravidez no estudo identificado foi de 8,1%. Foram obtidos os riscos atribuíveis na população para anomalias do olho [RAP: 2,0% (IC95%: 0,9-3,1%]), anomalias cardíacas [0,9% (0,2-1,7%)], defeitos do septo auricular [2,7% (0,2-5,7%)] e auriculoventriculares [2,8% (0,1-6,2%)], canal arterial patente [1,7% (0,1-3,4%)], a fenda palatina [1,8% (0,8-2,8%)], a fenda labial [2,7% (2,0-3,4%)], a atresia anorretal [1,6% (0,5-2,8%)], a criptorquidia [1,4 (0,9-1,8)], o pé boto [2,1% (0,8-3,7%)], anomalias dos membros [2,1% (1,2-3,1%)] e craniossinostose [2,6% (0,7-5,6%)]. A redução em 30% do consumo de tabaco permitiria prevenir 10 casos de entre as anomalias congénitas analisadas; uma redução em 50% preveniria 18 casos. Discussão e Conclusão: O tabaco contribui para a ocorrência de 1 a 3% dos casos das anomalias congénitas analisadas em 2018-19. A informação proveniente do RENAC encontra-se limitada pela subnotificação de casos. Por outro lado, a estimativa de consumo de tabaco na gravidez está sujeita a viés de memória. Estudos futuros poderão considerar outros períodos, fontes de informação complementares e a análise de outros fatores de risco e desfechos. A prevenção de consumo de tabaco e a promoção da cessação podem contribuir para a prevenção das anomalias congénitas. As consultas de aconselhamento pré-concecional e nas primeiras semanas de gravidez constituem uma oportunidade para tal.
- Interação entre calor extremo e poluição por matéria particulada na mortalidade nos distritos de Portugal continentalPublication . Canha, Filipa; Leite, Andreia; Gaio, Vânia; das Neves Pereira da Silva, SusanaIntrodução: O aumento da temperatura global e a poluição atmosférica no contexto das alterações climáticas representam riscos crescentes para a saúde. Os efeitos isolados destas exposições estão bem descritos, no entanto, apenas recentemente surgiu evidência de efeito sinérgico entre calor e matéria particulada (PM). Este estudo teve como objetivo avaliar o efeito da interação entre calor extremo e poluição elevada por PM na mortalidade diária nos distritos de Portugal continental. Métodos: Estudo ecológico de séries temporais, dos verões (maio-setembro) de 2003 a 2023, com dados de satélite diários da temperatura máxima, concentrações médias de PM10 e PM2,5 e óbitos por todas as causas em todos os distritos de Portugal continental. Definiu-se calor extremo e poluição elevada por PM como valores acima do percentil 90 da respetiva distribuição. O efeito desfasado das exposições foi incluído pela média móvel a 7 dias para a PM, e utilização de modelos não-lineares com desfasamento distribuído de 10 dias para a temperatura. Estimaram-se os riscos relativos cumulativos (RRc) da interação entre calor extremo e poluição elevada por PM na mortalidade e as frações atribuíveis da mortalidade (FA), em cada distrito, usando a temperatura mínima de mortalidade (TMM) e situação de poluição elevada como referência. Resultados: Estimou -se um efeito de interação cumulativo entre calor extremo e poluição elevada por PM2,5 em 11 dos 18 distritos de Portugal continental, e entre calor extremo e PM10 em 12 distritos, considerando os 10 dias de desfasamento. O máximo do efeito de interação variou consoante o distrito, ocorrendo principalmente no próprio dia das exposições. Nestes distritos, o RRc variou, face à TMM e poluição elevada por PM, entre 1,01 (IC 95%: 0,92; 1,11), no Porto, e 1,35 (IC 95%: 1,17; 1,56), em Setúbal, para a interação com PM2,5, e entre 1,01 (IC 95%: 0,86; 1,19), em Bragança, e 1,35 (IC 95%: 1,16; 1,55), em Setúbal, para a interação com PM10. Estimou -se uma FA ao efeito de interação entre calor extremo e poluição elevada por PM apenas nos distritos de Lisboa, Santarém, Setúbal, Vila Real e Viseu, que variou entre 0,45% e 2,35% para o efeito com PM2,5, e entre 0,01% e 3,81% para o efeito com PM10. Discussão e Conclusão: Os resultados mostram um efeito sinérgico entre calor extremo e poluição elevada por PM na mortalidade nos meses de verão, na maioria dos distritos de Portugal continental, embora sem significância estatística em alguns, possivelmente devido ao número reduzido de dias com exposições simultâneas. Contrário à literatura, o nosso estudo não encontrou efeito superior nas regiões não-costeiras em relação às costeiras, no entanto, esta divisão não é total em Portugal, existindo distritos com área costeira e não-costeira. A integração destes efeitos em sistemas de vigilância ambiental e epidemiológica, com definição de limiares adaptados ao contexto local, poderá melhorar a capacidade de resposta e mitigação dos seus impactos na mortalidade.
- Associação entre Infeção por SARS-CoV-2 e Saúde Mental aos 12 Meses: Um Estudo na Região de Lisboa e Vale do Tejo (LVT)Publication . Cristóvão, Filipa; Moniz, Marta; Goes, Ana Rita; Soares, Patrícia; Leite, AndreiaIntrodução: A condição pós-COVID-19 afeta indivíduos com história de infeção por síndrome respiratória aguda grave devido a coronavírus 2 (SARS-CoV-2) e pode incluir sintomas persistentes como fadiga, alterações cognitivas e perturbações psicológicas (e.g., ansiedade, depressão, perturbação de stress pós-traumático (PTSD)), mesmo após 12 meses. Apesar de existirem dados sobre sintomas psicológicos nas fases iniciais da infeção, a sua persistência a longo prazo continua pouco explorada, particularmente em Portugal. Este estudo teve como objetivo investigar a associação entre infeção por SARS-CoV-2 e sintomas psicológicos aos 12 meses, em residentes da região de LVT. Métodos: Estudo observacional transversal analítico, incluindo indivíduos residentes em LVT que realizaram teste de reação em cadeia de polimerase (PCR) ou teste rápido de antigénio (TRAg) em agosto de 2022 com base na informação registada no Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica. A exposição foi o resultado do teste SARS-CoV-2 (positivo ou negativo); os outcomes foram sintomas de ansiedade, depressão e PTSD. Os dados foram recolhidos por entrevista telefónica (outubro-novembro de 2023), utilizando o Patient Health Questionnaire de 2 itens (PHQ-2), Patient Health Questionnaire de 9 itens (PHQ-9), General Anxiety Disorder Questionnaire de 2 itens (GAD-2), General Anxiety Disorder Questionnaire de 7 itens (GAD-7) e Primary Care PTSD Screen for DSM-5 (PC-PTSD-5). Para estimar a associação através de razões de prevalência ajustadas (RPa) foram usadas regressões de Poisson com variância robusta, ajustando para confundimento (idade, sexo, situação profissional, nível de escolaridade, comorbilidades, consumo de tabaco, consumo de álcool). Resultados: Foram incluídos 767 participantes (528 positivos, 239 negativos). A prevalência de sintomas depressivos foi de 6,0%, mais elevada nos positivos (7,0% vs. 3,8%). Após ajustamento, observou-se uma associação significativa (razão de prevalência ajustada (RPa )= 2,07; IC95%: 1,01–4,26). A prevalência de ansiedade foi também superior nos positivos (7,2% vs. 3,8%), sem significância estatística (RPa = 1,84; IC95%: 0,91–3,80). A prevalência de PTSD foi baixa (0,8%), pelo que não foram estimadas medidas de associação. Discussão e Conclusão: Os resultados mostraram maior prevalência de sintomas depressivos entre indivíduos previamente infetados por SARS-CoV-2, associação que se manteve após ajustamento e em consonância com estudos internacionais. Observou-se tendência não significativa para ansiedade e ausência de diferenças em PTSD, possivelmente relacionadas com o reduzido número de casos e a predomínio de infeções ligeiras. O contexto epidemiológico poderá ter atenuado as associações. Entre as limitações destacam-se o desenho transversal, autorreporte, confundimento residual e restrição geográfica e temporal da amostra. Em conclusão, os dados sugerem associação entre infeção e sintomas depressivos a longo prazo, sublinhando a importância da vigilância em saúde mental no período pós infecção.
- Linear Regression Analysis of Harmonized IgG Antibody Levels Against the SARS-CoV-2 Spike Protein: A Cohort Study in Healthcare WorkersPublication . Saraiva, Ana Leonor; Afreixo, Vera; Machado, Ausenda; Gaio, VâniaThe emergence of COVID-19 in 2019 led to the rapid development of vaccines and diagnostic tests. To assess antibody responses in healthcare workers (HCWs), a cohort study was conducted between 2021 and 2022 across three Portuguese hospitals. Antibody levels were measured at six time points: prevaccination, post-vaccination, and at 3, 6, and 12 months after the vaccination, as well as after the booster dose. Each hospital used a different assay: Abbott’s CMIA, Roche’s Elecsys® ECLIA, and Siemens’ ADVIA Centaur®, posing challenges for data comparability. The study aimed to harmonize serological data across these hospitals and to model antibody increases and decreases over time using linear regression. To ensure adequate conversion of antibody titers from different laboratory methods, quantile harmonization, and Deming regression were applied. After harmonization, three linear regressions were fitted: one for the increase between prevaccination and post-vaccination, another for the decrease between post-accination and 12 months after vaccination, and finally, one for the increase between 12 months after vaccination and after the booster dose. Models included variables such as prior infection, age, hospital, smoking status, contact with COVID-19 patients, and chronic conditions. In the phase-specific analysis, in addition to variations between hospitals in the regression of the last increase after the booster dose, it was observed that individuals over 50 years of age exhibited a superior immune response (811 550; IC 95%: 598 774, 1 024 327; p < 0.001). This higher percentage increase may be explained by initially lower levels, unlike younger individuals who had higher titers.
- Determinação quantitativa de nitratos em géneros alimentícios por HPLC (Parte 2)Publication . Vasco, ElsaAborda a determinação quantitativa de nitratos em géneros alimentícios por HPLC (Parte 2), no âmbito da Toxicologia e Saúde.
- Nitratos em produtos alimentaresPublication . Vasco, ElsaAborda os efeitos na saúde decorrentes da exposição a nitratos em produtos alimentares.
- Impact of a revised late HIV diagnosis definition on late HIV estimates in Europe: A multi-country pilot studyPublication . Kirwan, P.; Stengaard, A.; Brännström, J.; Van Beckhoven, D.; van Sighem, A.; Op de Coul, E.; Bartmeyer, B.; Koppe, U.; C. Martins, H.; Maly, M.; Wessman, M.; Tsiara, C.; Ferentinos, G.; Suligoi, B.; Grabar, S.; Sullivan, A.K.; Reyes, J.; Pharris, A.; Kuchukhidze, G.; Kirk, O.; Croxford, S.; Delpech, V.; Raben, D.; EuroTEST Steering CommitteePurpose: Late HIV diagnosis has been defined as a CD4 count <350 cells/mL or AIDS-defining event. With improvements in HIV tests and testing frequency, more people in Europe are diagnosed during the acute/seroconversion phase, when their CD4 count can be temporarily low. A revised consensus definition of late HIV diagnosis* enables better distinction between people diagnosed late and those diagnosed during the acute/seroconversion phase. We aimed to pilot this revised definition with European countries. Method: Pseudo-anonymised HIV diagnosis records for 2022-2023 were collected from nine countries. Records included markers of recent HIV acquisition from laboratory evidence (RITA, p24), testing history (negative HIV test within 12 months), or clinical evidence (e.g. seroconversion illness). We applied the revised definition to reclassify those with recently acquired HIV as ‘not-late’. Late diagnosis correction factors were calculated as: (number reclassified)/(number with CD4<350 or AIDS-defining event) and evaluated by demographic factor. Results: Availability of recent acquisition evidence varied by country and individual marker. Of 10,241 diagnoses with CD4 counts reported, 56% (5,696/10,241) had a CD4<350 or AIDS-defining event, i.e. were initially classified as late. Of these, 563 had evidence of recent HIV acquisition: 168 had laboratory evidence, 238 testing history evidence, and 260 clinical evidence (could have multiple). After reclassification the late diagnosis rate was reduced from 56% to 50%,with an overall correction factor of 10% (563/5,696), ranging between 3-25% across countries . The correction factor was higher for younger individuals compared to older, and for MSM compared to other transmission routes . Conclusions: Without reclassification, late HIV diagnosis rates are overestimated, by up to 25% in young MSM. This correction addresses a lack of progress in reducing the percentage of people diagnosed late. For countries to undertake this correction, improved collection of recent acquisition markers at clinic and national levels is needed.
- Infográfico - Envelhecimento e Saúde em Portugal: Quem Somos e Como EnvelhecemosPublication . Grupo de Trabalho do INSA sobre Envelhecimento e SaúdeTrata-se do primeiro infográfico de uma série que pretende contribuir para o conhecimento da dinâmica do envelhecimento da população portuguesa através da integração e síntese de informação sobre saúde. Portugal é um dos países mais envelhecidos da União Europeia dos 27 (UE27), contando, desde 2022, com mais de 2 milhões e 500 mil pessoas idosas (idade igual ou superior a 65 anos), correspondendo a cerca de um quarto da população residente em Portugal. A atualização do conhecimento demográfico e social da população idosa e do processo de envelhecimento em Portugal, bem como das respetivas necessidades de saúde e modelos de atuação adequados à sua satisfação, tendo em vista a integração da informação resultante e sua divulgação, são linhas de investigação em desenvolvimento pelo Grupo de Trabalho sobre Envelhecimento e Saúde do Departamento de Epidemiologia do INSA, com a finalidade de disponibilizar evidência de apoio à seleção e implementação de estratégias que promovam o envelhecimento saudável e sustentável.
