Departamento de Epidemiologia
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Percorrer Departamento de Epidemiologia por Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) "17:Parcerias para a Implementação dos Objetivos"
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- Avaliação da proposta do dashboard SCOPE: um instrumento para a gestão de risco durante eventos pandémicos - relatório finalPublication . Sousa-Uva, Mafalda; Garcia, Ana Cristina; Aniceto, Carlos; Matias-Dias, Carlos; APAGARO projeto SCOPE (Spatial Data Science Services for COVID-19 Pandemic), financiado pela FCT (Fundação para a Ciência e a Tecnologia) foi desenvolvido por uma equipa multidisciplinar tendo como coordenador o Instituto Superior Técnico (IST) e contando, também, com investigadores do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA). Este projeto apresenta como principal produto um protótipo de software funcional (Dashboard) com mapas de indicadores de saúde e a respetiva incerteza associada às previsões espaciais, recuperando o histórico da pandemia da COVID-19 (Coronavirus disease caused by the SARS-CoV-2 vírus). No âmbito da tarefa 5 do projeto, co-liderada pelo INSA, foi realizado um estudo avaliativo do protótipo do Dashboad SCOPE enquanto instrumento de apoio à decisão no âmbito da gestão de risco durante eventos pandémicos, permitindo a sua melhoria de forma sistemática e viável. Nessa tarefa, também se encontrava prevista a realização de um Workshop. Esse Workshop foi realizado por forma a permitir um primeiro contacto da população-alvo (médicos de saúde pública aos níveis local, regional e nacional) com o protótipo, sendo utilizado como um pré-teste da utilização futura do Dashboard, bem como das ações de formação que decorrerão em plena aplicação futura da ferramenta no apoio à tomada de decisão. Dessa forma, o objeto de avaliação considerado no âmbito deste estudo foi a proposta do “Dashboard SCOPE: um instrumento para a gestão de risco durante eventos pandémicos”. Para a avaliação do protótipo do Dashboard SCOPE optou-se por seguir um processo avaliativo adaptado da estrutura proposta pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e da estrutura de avaliação de programas de saúde pública definida pelo Centers for Disease and Control (CDC) de Atlanta – Framework for Program Evaluation in Public Health. O Dashboard SCOPE foi transformado num objeto de estudo a partir da sua descrição segundo um modelo lógico (ou diagrama causal) que incluiu os diversos componentes da intervenção e os resultados esperados da intervenção, em sequências lógicas entre atividades do projeto e resultados esperados. O modelo lógico permitiu, assim, a tradução do objeto alvo de avaliação – o Dashboard SCOPE - num objeto de estudo, considerando-se o Workshop SCOPE como um pré-teste que incluiu ações semelhantes a parte das que decorrerão em plena aplicação do Dashboard. Foram formuladas as questões específicas de avaliação a partir dos componentes do modelo lógico da intervenção, que orientaram a formulação do desenho da avaliação. Foi seguida uma abordagem metodológica mista, com a combinação de métodos mistos de recolha e de análise de dados, quantitativos e qualitativos. Como fontes de dados secundários, recorreu-se a fontes documentais, tais como o referencial do projeto SCOPE e os materiais disponibilizados aos participantes do Workshop SCOPE (programa, folheto informativo, consentimento informado e guião do utilizador). Como técnicas de recolha de dados primários, realizaram-se: i) recolha das notas efetuadas por observadores externos/relatores sob uma estratégia de observação não participativa do Workshop SCOPE; ii) entrevistas semiestruturadas à equipa de investigação, enquanto stakeholders relevantes; e iii) questionários de aplicação via online aos médicos de saúde pública aos níveis local, regional e nacional que participarm no Workshop, enquanto potenciais utilizadores do Dashboard SCOPE, com recurso à aplicação web REDCap. Posteriormente, para cada componente da framework de avaliação e respetivas questões de avaliação, foi construída uma matriz de medida apresentando um conjunto de componentes, perguntas e indicadores/critérios com o objetivo de converter os conceitos e aspetos abordados em componentes mensuráveis. Na análise de resultados procedeu-se à integração dos dados resultantes das várias fontes de recolha, com o apoio de uma matriz de categorias de análise especificamente construída para o efeito. Os resultados provisórios da avaliação foram partilhados com a equipa responsável pelo desenvolvimento do Dashboard, permitindo melhorias/ajustamentos do instrumento, em função das necessidades sentidas e expressas pelos principais utilizadores potenciais. Os resultados provisórios foram também partilhados com os demais stakeholders da avaliação num Webinar final que possibilitou, ainda, uma breve discussão. No Webinar final foi, também, apresentada e disponibilizada a versão melhorada do Dashboard SCOPE. Os resultados da avaliação da proposta do Dashboard SCOPE enquanto instrumento para a gestão de risco durante eventos epidémicos/pandémicos indicam que as expectativas dos principais stakeholders da equipa de projeto foram alcançadas, bem como dos seus potenciais utilizadores, os quais consideraram a experiência de participação no Workshop e a utilização do Dashboard de forma globalmente muito positiva. No geral, o Dashboard SCOPE foi considerado útil e de implementação exequível, sendo admitido por todos os grupos alvo da avaliação que a proposta do Dashboard apresenta potencial interesse como recurso adequado à satisfação de necessidades de informação no apoio à decisão na gestão de riscos espaciais em eventos epidémicos/pandémicos futuros, bem como instrumento facilitador no local de trabalho, destacando-se que a grande maioria dos médicos de saúde pública que participaram no Workshop e responderam ao questionário (82%) recomendaria a implementação do Dashboard SCOPE no seu serviço. Foram referidas potenciais dificuldades de implementação, externas à equipa do projeto e aos utilizadores, assim como dificuldades de utilização e algumas desvantagens da própria ferramenta, tais como a complexidade na interpretação dos métodos e técnicas utilizadas e os possíveis custos associados à sua implementação no terreno. A formação prévia dos futuros utilizadores foi repetidamente indicada pela equipa de projeto como essencial para minimizar ou anular as potenciais dificuldades de utilização. Foi sugerido elevado número de melhorias/ajustamentos a efetuar, designadamente a possibilidade de importação de dados de outras fontes; a existência de cruzamento com outras aplicações software; e a inclusão de dados à escala territorial de freguesia, algo também previsto pela equipa de projeto. Foi reconhecido o potencial de adaptação do Dashboard SCOPE a outros problemas de saúde e determinantes, aumentando de forma muito relevante o reconhecimento da sua utilidade no apoio à tomada de decisão em saúde pública. Os resultados da avaliação do protótipo do Dashboard SCOPE e do Workshop são favoráveis à utilização bem sucedida da Ciência de Dados Espaciais na construção de aplicações software funcionais para gestão de riscos espaciais durante eventos epidémicos, enquanto recursos adequados à preparação e resposta a futuras situações epidémicas e apoio à tomada de decisão.
- COVID-19 Vaccine Effectiveness Against Hospitalization in Older Adults, VEBIS Hospital Network, Europe, September 2024-May 2025Publication . Rojas-Castro, Madelyn; Verdasca, Nuno; Monge, Susana; De Mot, Laurane; Trobajo-Sanmartín, Camino; Duffy, Róisín; Túri, Gergő; Kuliese, Monika; Duerrwald, Ralf; Borg, Maria-Louise; Popovici, Odette; Gomez, Verónica; Makarić, Zvjezdana Lovrić; Launay, Odile; Marques, Diogo F.P.; Pozo, Francisco; Witdouck, Arne; Martínez-Baz, Iván; Fitzgerald, Margaret; Oroszi, Beatrix; Jančorienė, Ligita; Buda, Silke; Dziugyte, Ausra; Lazăr, Mihaela; Machado, Ausenda; Tabain, Irena; Nguyen, Liem Binh Luong; Wagner, Eva Rivas; Dufrasne, François; Castilla, Jesús; Domegan, Lisa; Velkey, Viktória; Majauskaite, Fausta; Hackmann, Carolin; Nicolay, Nathalie; Bacci, Sabrina; Rose, Angela M.C.; European Hospital Vaccine Effectiveness GroupWe estimated COVID-19 vaccine effectiveness (VE) against PCR-confirmed SARS-CoV-2 hospitalization in patients ≥ 60 years with severe acute respiratory infection, using a multicenter, test-negative, case-control study across seven sites in six European countries between September 2024 and May 2025. We included 352 cases (115 vaccinated; 33%) and 9980 controls (5024 vaccinated; 50%). VE was 42% (95% CI: 15; 61) 14-59 days post-vaccination, 32% (95% CI: -1; 54) at 60-119 days, and 36% (95% CI: 2; 60) at 120-179 days, and no effect thereafter. Among adults aged 60-79 and ≥ 80 years, we observed moderate VE against COVID-19 hospitalization for up to 2 and 4 months, respectively.
- Exposição residencial ao radão e cancro do pulmão em PortugalPublication . Garcia, Ana Cristina; Namorado, Sónia; Sousa Uva, Mafalda; Araújo Krippahl, Helena; Matias Dias, CarlosA exposição ao radão no interior das habitações é um tema de saúde pública de elevada relevância em Portugal e no mundo, tendo em conta o seu potencial carcinogénico, mas, também, pela possibilidade de minimização dos riscos para a saúde que lhe estão associados através de condições de habitação já bem conhecidas e estabelecidas. A exposição residencial ao radão é a primeira causa de cancro de pulmão em indivíduos não-fumadores e a segunda principal causa nos fumadores, após o tabagismo, sendo que o risco de adoecer é ainda mais elevado nos fumadores simultaneamente expostos ao radão. O cancro do pulmão é o tipo de cancro mais comum e a causa mais comum de morte por cancro no mundo. Em Portugal, o cancro da laringe, traqueia, brônquios e pulmão tem figurado como a principal causa de morte nas pessoas com menos de 75 anos de idade (mortalidade prematura) e a principal causa de anos de vida potenciais perdidos. Por outro lado, o Plano Nacional de Saúde 2030 de Portugal (PNS 2030) evidencia que, sendo um dos tumores malignos de maior crescimento nas últimas décadas, o cancro do pulmão apresenta uma das mais baixas taxas de sobrevivência, indicando que a redução da carga e sofrimento decorrentes da doença depende fundamentalmente da minimização dos fatores de risco, com destaque para os mais relevantes: consumo de tabaco e exposição residencial a poluentes, designadamente, ao radão. Assim, o PNS 2030 prioriza como necessidades de saúde a redução da morte prematura e evitável e da carga de doença e incapacidade associadas ao cancro do pulmão, bem como a redução da prevalência dos riscos ambientais, em geral, e dos relacionados com a qualidade da habitação, designadamente através do controlo das radiações ionizantes, em particular. As preocupações nacionais relativamente à exposição ao radão encontram-se especificamente elencadas no Plano Nacional para o Radão (PNRn), aprovado pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 150-A/2022, que se apresenta como um instrumento com a finalidade de contribuir para a redução dos riscos a longo prazo decorrentes da exposição prolongada ao radão em habitações, edifícios abertos ao público e locais de trabalho, e de assegurar a proteção e redução dos seus efeitos na saúde humana. Ciente das necessidades de investigação em Portugal, “avaliar a prevalência de casos de cancro do pulmão e eventual correlação com a exposição ao radão” é uma das ações preconizadas no PNRn. O Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, I.P. (INSA), através do seu Departamento de Epidemiologia (DEP), é uma das entidades responsável pela execução de estudos epidemiológicos nesse âmbito. É neste contexto que, à data, o DEP se encontra a desenvolver um estudo epidemiológico analítico de apoio à tomada de decisão, a fim de contribuir para a avaliação do risco de cancro do pulmão associado à exposição ao radão no interior das habitações na população residente em Portugal.
- A Gestão de Dados e Informação Sobre o Envelhecimento na Definição de Políticas PúblicasPublication . GOMEZ TEIXEIRA PINTO, VERÓNICA DEL PILARA gestão de dados sobre o envelhecimento é essencial para definir políticas públicas eficazes, mas enfrenta desafios como barreiras na partilha de informação, desigualdade no acesso à tecnologia e falta de um sistema integrado. Apostar em plataformas interoperáveis e melhorar a recolha de indicadores permite um acompanhamento mais eficaz da saúde e longevidade da população.
- Gripenet: Ciência Cidadã e Vigilância Participativa em Saúde PúblicaPublication . GOMEZ TEIXEIRA PINTO, VERÓNICA DEL PILAR; Rodrigues, Ana Paula; Rosa, ArmindaDiante da crescente complexidade dos desafios em saúde pública — especialmente no campo das doenças infeciosas — torna-se fundamental repensar as formas de colaboração entre ciência e sociedade. Os projetos de ciência cidadã, que envolvem os cidadãos nos processos científicos, contribuindo com dados, observações e reflexões, têm permitido dar resposta a estas necessidades. O Gripenet é um sistema de vigilância participativa em saúde, focado na monitorização de doenças respiratórias como a gripe e a COVID-19. Foi estabelecido em Portugal pelo Instituto Gulbenkian de Ciência em 2005 e está integrado no Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge desde 2015. Como parceiro da rede europeia Influenzanet, ativa desde 2009 e atualmente coordenada pelo ISI Foundation, o Gripenet recolhe dados reportados por cidadãos, em tempo real, complementando os sistemas tradicionais de vigilância epidemiológica. Após cinco anos de pausa, a rede está a ser reativada com estratégias para reforçar o envolvimento dos cidadãos-cientistas. Embora as restrições do RGPD impeçam o acesso direto aos dados, estão previstas iniciativas que promovem participação ativa, como a criação de pontos focais em comunidades, regiões ou concelhos, que atuarão como divulgadores e dinamizadores locais. Estes embaixadores poderão organizar sessões informativas, promover inscrições e contribuir para a literacia em saúde. Paralelamente, serão incentivadas ações de co-criação de conteúdos educativos, participação em painéis consultivos para melhoria da plataforma e campanhas temáticas que reforcem o papel dos cidadãos na vigilância epidemiológica. A participação é voluntária, realizada através do registo numa plataforma online com questionário inicial e relatos semanais de sintomas. As informações são anonimizadas, respeitando a privacidade dos participantes. Entre os desafios, salientam-se o viés de autosseleção, a sub-representação de certos grupos e limitações inerentes a dados autorreportados. Ainda assim, o Gripenet representa uma inovação relevante, promovendo maior apropriação do conhecimento pelos cidadãos e um canal de diálogo entre ciência e sociedade. Esta apresentação abordará a evolução da plataforma, os principais resultados e as estratégias para esta nova fase, com perspetivas técnica e cidadã. A audiência conhecerá uma ferramenta inovadora de ciência cidadã em saúde, com impacto comprovado e potencial para inspirar novas colaborações.
- Gripenet: O papel de cada cidadão na Vigilância das infeções respiratóriasPublication . GOMEZ TEIXEIRA PINTO, VERÓNICA DEL PILAR; Rodrigues, Ana PaulaO Gripenet é uma plataforma de vigilância epidemiológica baseada em ciência cidadã que visa apoiar a monitorização da gripe e de outras infeções respiratórias na população. Através da participação voluntária dos cidadãos, são recolhidos dados anónimos sobre a ocorrência de sintomas gripais, permitindo complementar os sistemas tradicionais de vigilância em saúde pública. A apresentação aborda os principais objetivos do Gripenet, o seu funcionamento assente em questionários simples e regulares, e o papel central de cada cidadão na recolha de informação em tempo quase real. Destaca-se ainda que a adesão à plataforma é acessível a qualquer pessoa, reforçando a importância da participação individual para a produção de conhecimento epidemiológico e para o apoio à tomada de decisão em saúde pública.
- Health Intervention’s Evaluation – from concept to practicePublication . GOMEZ TEIXEIRA PINTO, VERÓNICA DEL PILARBackground: The InfAct (Information for Action) is a Joint Action of the European Commission’s 3rd Health Programme with the main goal to build a health information system infrastructure for a stronger European Union and to strengthen its core elements. The InfAct Joint Action was developed along 36 months and structured in 10 work packages. Portugal co-led the Work Package 6 (WP6) of this project, which included the development of the proposal of a flagship capacity building programme - the European Health Information Training Programme - and its evaluation. The evaluation objectives included: to evaluate the adequacy of the training programme to the health information needs in the European Member States; to identify possible changes regarding the participants selection process, the training activities and the pedagogical project; and to contribute to the understanding of the potential of the programme to add to available offers in learning on the topics of Public Health information, on the capacity building and behavioural changes in Public Health activities which can be attributed to the course, and of the potential of the programme to contribute to the alignment of health information criteria and procedures between the European Member States. Methods: The evaluation process was developed using an observational descriptive study design using a mixed methodological approach with both document analysis and primary data collected by questionnaires and interviews analysis. Mixed quantitative and qualitative data collection methods and analysis were used. Results: The proposal of the European Health Intervention’s Training Programme seemed adequate to the formative needs and capacities in line with the work performed by the InfAct project. In what concerns about its main thematic areas, it was also aligned with the areas identified in the previous formative needs and capacities mapping. The participants selection process proposed seemed, in general, adequate. The potential of the European Health Information Training Programme proposal to learning, capacity building and behavioral changes at work attributable to the course was considered positive, as well as the potential to the alignment of health information criteria and procedures between European Union Member States. Discussion: In general, we found high consistency between the results obtained from data collected by the techniques used. However, different suggestions for improvement were outlined by the evaluation study population.
- Influenza vaccine effectiveness in Europe and the birth cohort effect against influenza A(H1N1)pdm09: VEBIS primary care multicentre study, 2023/24Publication . Kissling, Esther; Maurel, Marine; Pozo, Francisco; Pérez-Gimeno, Gloria; Buda, Silke; Sève, Noémie; Domegan, Lisa; Hooiveld, Mariëtte; Oroszi, Beatrix; Martínez-Baz, Iván; Guiomar, Raquel; Latorre-Margalef, Neus; Mlinarić, Ivan; Lazar, Mihaela; Giménez Duran, Jaume; Dürrwald, Ralf; Enouf, Vincent; McKenna, Adele; de Lange, Marit; Túri, Gergő; Trobajo-Sanmartín, Camino; GOMEZ TEIXEIRA PINTO, VERÓNICA DEL PILAR; Samuelsson Hagey, Tove; Višekruna Vučina, Vesna; Cherciu, Maria Carmen; García Vazquez, Miriam; Erdwiens, Annika; Masse, Shirley; Bennett, Charlene; Meijer, Adam; Kristóf, Katalin; Castilla, Jesús; Rodrigues, Ana Paula; Kurečić Filipović, Sanja; Ivanciuc, Alina Elena; Bacci, Sabrina; Kaczmarek, MarlenaIntroduction: Influenza A(H1N1)pdm09, A(H3N2) and B/Victoria viruses circulated in Europe in 2023/24, with A(H1N1)pdm09 dominance. First influenza infections in childhood may lead to different vaccine effectiveness (VE) in subsequent years. Aim: The VEBIS primary care network estimated influenza VE in Europe using a multicentre test-negative study. Methods: Primary care practitioners collected information and specimens from patients consulting with acute respiratory infection. We estimated VE against influenza (sub)type and clade, by age group and by year of age for A(H1N1)pdm09, using logistic regression. Results: We included 29,958 patients, with 3,054, 1,053 and 311 influenza A(H1N1)pdm09, A(H3N2) and B cases, respectively. All-age VE against influenza A(H1N1)pdm09 was 52% (95% CI: 44-59). By year of age, VE was 27% (95% CI: -2 to 47) at 44 years with peaks at 72% (95% CI: 52-84) and 54% (95% CI: 41-64) among children and those 65 years and older, respectively. All-age A(H1N1)pdm09 VE against clade 5a.2a was 41% (95% CI: 24-54) and -11% (95% CI: -69 to 26) against clade 5a.2a.1. The A(H3N2) VE was 35% (95% CI: 20-48) among all ages and ranged between 34% and 40% by age group. All-age VE against clade 2a.3a.1 was 38% (95% CI: 1-62). All-age VE against B/Victoria was 83% (95% CI: 65-94), ranging between 70 and 92% by age group. Discussion: The 2023/24 VEBIS primary care VE against medically attended symptomatic influenza infection was high against influenza B/Victoria, but lower against influenza A(H1N1)pdm09 and A(H3N2). Clade- and age-specific effects may have played a role in the lower A(H1N1)pdm09 VE.
- Interim 2024/25 influenza vaccine effectiveness: eight European studies, September 2024 to January 2025Publication . Rose, Angela; Lucaccioni, Héloïse; Marsh, Kimberly; Kirsebom, Freja; Whitaker, Heather; Emborg, Hanne-Dorthe; Botnen, Amanda Bolt; O’Doherty, Mark G.; Pozo, Francisco; Shahul Hameed, Safraj; Andrews, Nick; Hamilton, Mark; Lauenborg Møller, Karina; Trebbien, Ramona; Marques, Diogo F.P.; European IVE groupThe 2024/25 influenza season in Europe is currently characterised by the co-circulation of influenza A(H1N1)pdm09, A(H3N2) and B/Victoria viruses, with influenza A(H1N1)pdm09 predominating. Interim vaccine effectiveness estimates from eight European studies conducted in 17 countries indicate an overall influenza A vaccine effectiveness of 32–53% in primary care settings and 33–56% in hospital settings, with some indications of lower effectiveness by subtype and higher effectiveness against influenza B (≥58% across settings). Where feasible, influenza vaccination should be encouraged and other preventive measures strengthened.
- Planeamento e sustentabilidadePublication . Garcia, Ana CristinaSustentabilidade e desenvolvimento sustentável são termos em utilização crescente em Portugal e no mundo, mas cuja operacionalização se tem revelado complexa e inconsistente intra e inter países. Atenta a estas questões, a Organização das Nações Unidas incentiva os dirigentes governamentais, das instituições, empresas e outras organizações a adotar explicitamente os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável como referencial para o planeamento, programação e orçamentação. Ciente dos exigentes desafios metodológicos e processuais resultantes, mas também do acréscimo de oportunidades para o aumento do nível de saúde das populações e o fortalecimento dos sistemas de saúde, num ambiente progressivamente mais equitativo, próspero, solidário com as gerações futuras e em equilíbrio com o resto da natureza, o Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, IP (INSA), através do seu Departamento de Epidemiologia, organiza um ciclo de conferências sob o tema “Planeamento em Saúde Sustentável: desafios e oportunidades”, com o objetivo de aprofundar os conceitos fundamentais desta temática para que possam ser úteis na atividade do INSA e nas suas interações com outras entidades. A primeira conferência abordou o tema “Planeamento e sustentabilidade”, tendo decorrido no anfiteatro do INSA.
