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Advisor(s)
Abstract(s)
O aumento da violĂȘncia nas suas diferentes formas tem sido reconhecido por vĂĄrias
organizaçÔes internacionais (WHO, ONU, EU) como um dos mais graves problemas de saĂșde
pĂșblica no emergir do sĂ©culo XXI, constituindo uma prioridade das suas agendas polĂticas,
nomeadamente no desenvolvimento de investigação (instrumentos de deteção, avaliação e
intervenção) que permitam conter o fenómeno, no quadro da vida familiar.
Na declaração de Toronto de 2002, a OMS define violĂȘncia e maus-tratos a pessoas idosas
como âqualquer acto isolado ou repetido, ou a ausĂȘncia de acção apropriada, que ocorre em
qualquer relacionamento em que haja uma expectativa de confiança, e que cause dano, ou
incĂłmodo a uma pessoa idosa. Estes actos podem ser de vĂĄrios tipos: fĂsico,
psicolĂłgico/emocional, sexual, financeiro ou, simplesmente, reflectir actos de negligĂȘncia
intencional, ou por omissĂŁoâ[1].
Os dados sobre a prevalĂȘncia global da violĂȘncia contra as pessoas idosas, em contexto
familiar, tĂȘm permitido em alguns paĂses conhecer a amplitude do fenĂłmeno. As estimativas
das taxas globais de prevalĂȘncia da violĂȘncia (Quadro 1) variaram entre 0.8% e 18.4%. Esta
oscilação das estimativas depende quer da sua conceptualização (da sua definição, dos tipos
considerados), do perfil de agressor (tipo de relação), da prĂłpria vĂtima (>60 anos, >65 anos ou
65-84 anos), quer das metodologias adotadas (inquéritos via telefone ou presenciais).
Description
Keywords
ViolĂȘncia Envelhecimento Estados de SaĂșde e de Doença Cuidados de SaĂșde
Pedagogical Context
Citation
Publisher
Instituto Nacional de SaĂșde Doutor Ricardo Jorge, IP
