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- Infográfico - Hipercolesterolemia Familiar 1999-2024Publication . Equipa do Estudo Português de Hipercolesterolemia FamiliarInfográfico desenvolvido no âmbito do Estudo Português de Hipercolesterolemia Familiar, que divulga os dados de Hipercolesterolemia Familiar entre 1999-2024. Coordenado e desenvolvido pelo INSA desde 1999, com a colaboração de vários clínicos de todo o país, este estudo permite identificar a causa genética da hipercolesterolemia (níveis de colesterol elevado desde o nascimento) numa família, para, com diagnóstico precoce e tratamento adequado, reduzir o seu risco cardiovascular.
- Perigos microbiológicos: Detetar, Caracterizar e Reportar: Desafios na Garantia da Segurança dos AlimentosPublication . Saraiva, MargaridaNo contexto da 17.ª Reunião Anual PortFIR, subordinada ao tema “Segurança dos alimentos: Governança, Ciência e Novos Modelos de Produção Face aos Desafios Globais”, foi apresentado o tema "Perigos microbiológicos: detetar, caracterizar e reportar - Desafios na garantia da segurança dos alimentos" integrado na sessão "Monitorização e controlo: Estratégias para a segurança dos alimentos". Nesta comunicação oral foram abordados os seguintes tópicos: Objetivos que precedem o estabelecimento de critérios microbiológicos; Critérios Microbiológicos: Objetivos e Definição; Ensaios microbiológicos; Planos de amostragem: desempenho, softwares, definição; Exemplos de critérios microbiológicos; Dados de vigilância e monitorização; Regulamento de Execução (UE) 2025/179: Recolha e transmissão de Dados Analíticos Moleculares no âmbito das investigações epidemiológicas de focos de doença de origem alimentar; Sistema de vigilância WGS e Casos práticos; e Desafios na aplicação dos Critérios Microbiológicos.
- Monitorização da ingestão de aditivos alimentares em PortugalPublication . Fernandes, Paulo; Oliveira, Luísa; Vasco, ElsaOs aditivos alimentares são substâncias adicionadas intencionalmente aos alimentos com funções tecnológicas na sua conservação, sabor, cor e textura. Na União Europeia, o seu uso é autorizado pela Comissão Europeia com base em avaliações de segurança da Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos (EFSA) considerando aspetos químicos, toxicológicos e de impurezas, sendo apenas autorizados os considerados seguros (Regulamento (UE) 1129/2011). A garantia da segurança dos consumidores baseia-se em dois parâmetros: Dose Diária Admissível (DDA) e Limites Máximos de Utilização (LMU), calculados com base na DDA, no consumo da população e na função tecnológica do aditivo. Para garantir um consumo seguro, os Estados-membros devem monitorizar o uso e a ingestão de aditivos (Artigo 27.º do Regulamento CE n.º 1333/2008). Esta monitorização deve ser regular, já que a ingestão pode variar com os hábitos alimentares e com o uso dos aditivos pela indústria. Este acompanhamento contínuo permite atualizar as avaliações de segurança e rever limites quando necessário para proteger a saúde dos consumidores. Em Portugal, a responsabilidade da monitorização da ingestão de aditivos alimentares cabe ao Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA), através do sistema MONITADITIVOS, que estima a sua ingestão diária ao cruzar dados de consumo alimentar com os teores de aditivos presentes nos alimentos, permitindo avaliar o risco em comparação com a DDA. A monitorização da ingestão de aditivos é complexa e dispendiosa, por isso prioriza os de maior risco e os grupos populacionais mais vulneráveis, como crianças e adolescentes. Ingestões abaixo da DDA são seguras; os aditivos cuja ingestão apresenta risco de ultrapassar esse limite passam a um estudo mais detalhado. A primeira fase do MONITADITIVOS foca-se em adolescentes de 11 a 17 anos, usando o questionário online QCAonline (via REDCap) para recolher dados sociodemográficos, antropométricos e de consumo alimentar das últimas 24h, com apoio das escolas e a plataforma PAIAA (Microsoft Access), que calcula a ingestão diária e a compara com a DDA. O estudo anual permite identificar os aditivos mais consumidos e priorizar análises mais detalhadas. Em 2022, foram avaliados 541 adolescentes de quatro agrupamentos escolares e, em 2024, 748 adolescentes, de 16 agrupamentos. Em ambos os anos, foram identificados 28 aditivos para análises mais detalhadas. Nesta fase, a colaboração das escolas é essencial para garantir o sucesso da monitorização.
- GTSCA – Grupo de Trabalho Solo e Composição de AlimentosPublication . Oliveira, LuísaApresentação do âmbito, objetivos e membros do Grupo de Trabalho Solo e Composição de Alimentos (GTSCA), do Programa PortFIR.
- Evoluir para melhor informar: Tabela da Composição de Alimentos e uma plataforma PortFIR renovadaPublication . Ravasco, Francisco; Tomé, Sidney; Fernandes, Paulo; Dias, Maria da GraçaApresentação no âmbito da demonstração das novas funcionalidades da plataforma PortFIR, portal onde se encontra alojada a TCA e outras bases de dados sobre alimentação. A TCA é um documento de referência nacional para a composição de alimentos consumidos em Portugal. A informação sobre a composição nutricional dos alimentos disponível nesta tabela é determinante para a tomada de decisão na área das estratégias para a promoção da alimentação saudável. A atualização da TCA é um trabalho permanente e realizado em linha com os alimentos consumidos pela população portuguesa, com a evolução dos métodos analíticos e de acordo com critérios de qualidade estabelecidos internacionalmente. Desde 2017 que o INSA publica atualizações da TCA anuais, cujo acesso é livre.
