DSA - Apresentações orais em encontros nacionais
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- Analysis of total extractable hydrocarbons in environmental water samples. Implementation and validation of a FT-IR methodPublication . Pinho, Carina; Melo, Armindo; Mansilha, Catarina; Gameiro, Paula
- Comportamento em ambiente de escritório: Influência no conforto visualPublication . Pais, AidaCom o aumento da população laboral na actividade de escritório surge a necessidade de adequar estes espaços ao homem de forma a tornar o ambiente de trabalho motivante, e a melhorar o desempenho laboral. A adequada iluminação do posto de trabalho é um importante factor que contribui directamente para a segurança, saúde, bem-estar e conforto do trabalhador. As condições de iluminação condicionam a percepção do trabalhador face ao conforto visual, que se traduz em fadiga visual, stress e esforço físico. Este estudo pretendeu identificar condições anómalas e avaliar as condições de iluminação que influenciam o conforto visual dos trabalhadores em ambientes de escritório. Em suma, esta investigação permitiu reunir aspectos do trabalho de escritório que têm influência no conforto visual, e que são responsáveis pelo aparecimento de sinais e sintomas de desconforto visual. Estes aspectos prendem-se com factores individuais, factores comportamentais e ambientais. Os factores comportamentais dizem respeito à forma habitual como os trabalhadores se comportam e usam os elementos disponíveis no seu local trabalho e que condicionam as boas práticas de trabalho podendo influenciar o conforto visual. Estes aspectos são os hábitos de utilização da cadeira (uso dos ajustes), posição habitual do indivíduo em relação ao ecrã do computador (posição e distância dos olhos), hábitos de utilização do computador (pausas), postura na posição sentada. A amostra do estudo é constituída por 143 indivíduos do sector administrativo, de 3 empresas. Os instrumentos usados para recolha de informação foram questionário, checklist, luxímetro e máquina fotográfica. Para tratar os dados foi usado o SPSS, versão 18. Efectuou-se análise descritiva, análise de inferência estatística sendo aplicados os testes de Kruskal-Wallis e de comparações múltiplas. Para a medição da iluminância e a uniformidade foram seguidas as normas europeias EN 12464 (2002), DIN 5035 (1990) e ISO 8995 (2002). Os resultados do estudo revelam algumas atitudes comportamentais que põem em risco a saúde visual dos trabalhadores: A maioria dos trabalhadores passa várias horas seguidas a trabalhar com computador, sem fazerem pausas. Foi nestes indivíduos que se observaram os maiores níveis de referência de sintomas de desconforto visual (fadiga visual, irritabilidade ocular, dores de cabeça, dores musculares, dificuldade de concentração) e SVC. Habitualmente, a maior parte dos indivíduos da amostra mantém os seus olhos a uma distância superior à recomendada, mantendo a linha de visão na zona média, o que pode ser prejudicial, provocando irritabilidade visual. A maioria dos indivíduos amostrados ajusta a cadeira apenas ao nível da altura, não fazendo de igual forma, uso de outros ajustes. Este dado pode revelar falta de conhecimento sobre a sua importância, na prevenção de dores musculares e de desconforto visual. Pode também revelar falta de informação sobre a forma de uso dos ajustes da própria cadeira.
- Agentes bacteriológicos e métodosPublication . Ferreira, F.; Rodrigues, R.
- Factores de Risco para sibilância: resultados da Fase1 do Projecto "Ambiente e Saúde em Creches e Infantários" (ENVIRH)Publication . Martins, Pedro; Papoila, Ana Luísa; Marques, João; Caires, Iolanda; Martins, José; Pedro, Catarina; Manilha, Maria do Carmo; Cano, Manuela; Silva, Ana Sofia; Aelenei, Daniel; Nogueira, Susana; Paixão, João Paulo; Teixeira, João Paulo; Viegas, João; Rosado-Pinto, José; Leiria-Pinto, Paula; Neuparth, NunoMuitas crianças com idade inferior a 6 anos apresentam sibilância no decurso de infecções respiratórias. O projecto ENVIRH tem como parte integrante dos seus objectivos identificar factores de risco para sibilância relacionados com as características construtivas / qualidade do ar interior das creches e infantários. Métodos: No âmbito do Projecto ENVIRH foram seleccionadas aleatoriamente 46 Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) das cidades de Lisboa e Porto, estratificadas por freguesia e número de alunos. As escolas seleccionadas corresponderam a metade das IPSS destas duas cidades. Em Outubro de 2010 foi entregue aos pais de todas as crianças uma versão resumida do questionário do estudo ISAAC (n=5161). Efectuou-se no mesmo período uma avaliação sumária das características construtivas e da qualidade do ar de todas as escolas participantes. Para a análise dos dados foram utilizadas Equações de Estimação Generalizadas (GEE), de forma considerar a estrutura de correlação dos indivíduos de cada IPSS. Resultados: Foram devolvidos 3185 questionários. A idade média foi de 3.1 ± 1.5 anos, sendo 50.5% do sexo masculino. A prevalência reportada de sibilância nos 12 meses anteriores foi de 27.5% (IC 95%: 25.9% - 29.0%). Das diversas varáveis consideradas - idade, sexo, escolaridade dos pais, tabagismo passivo, existência de irmãos mais velhos, antecedentes de eczema na criança, antecedentes de asma ou rinite nos pais, idade e área da IPSS, número de alunos, existência de bolores na instituição, temperatura, humidade relativa e concentração de CO2 médias do ar interior durante o período de ocupação - somente persistiram significativas na análise multivariável (p<0.05) a idade (OR: 0.74; IC 95: 0.70 - 0.78; p<0.001), antecedentes de eczema (OR: 1.35; IC 95: 1.14 - 1.60; p<0.001), e antecedentes de asma ou rinite nos pais (OR: 1.99; IC 95: 1.67 - 2.38; p<0.001). Um aumento médio de 100 ppm de CO2 também se associou com sibilância nos 12 meses anteriores (OR: 1.02; IC 95: 1.01 - 1.03; p=0.008). Conclusão: Tratando-se a concentração de CO2 um marcador indirecto da ventilação e da qualidade do ar interior, os resultados alcançados sugerem a necessidade de introduzir melhorias nestes parâmetros, ao nível das creches e infantários, dado existir uma associação muito significativa das concentrações de CO2 com sibilância.
- A Legionella e o HomemPublication . Pizarro, C.; Coelho, C.
- Métodos alternativos para a pesquisa de Salmonella sppPublication . Coelho, Carla; Pizarro, Cristina
- Avaliação Microbiológica da Qualidade da ÁguaPublication . Pizarro, Cristina; Coelho, Carla
- Monitorização de MicrocistinasPublication . Coelho, Carla
- Environmental impact of intensive horticulture practices on groundwater content of nitrates, sodium, potassium and pesticidesPublication . Pinto, Edgar; Melo, Armindo; Mansilha, Catarina; Ferreira, Isabel
- Amianto - Riscos de Exposição Ambiental/ProfissionalPublication . Proença, Maria do CarmoO amianto é o termo genérico para designar várias formas de silicatos naturais, de magnésio e /ou ferro, que apresentam formas fibrosas. Devido às suas propriedades particulares, o amianto foi largamente utilizado na Indústria, e estima-se que atualmente se encontre em cerca de três mil produtos diferentes. Sabe-se hoje que o amianto provoca, nas pessoas a ele expostas, diversos tipos de doenças, nomeadamente a asbestose, o cancro do pulmão e o mesotelioma. Embora a utilização do amianto esteja já proibida no nosso país desde janeiro de 2005, a larga utilização que teve no passado obriga a que se mantenha uma vigilância adequada nos locais onde se encontra aplicado por forma a reduzir, tanto quanto possível, o risco de exposição a este agente. Nesta vigilância é fundamental ter em conta, tanto a forma como o amianto se encontra aplicado, como o grau de degradação do material que o contém, uma vez que são estes aspetos que condicionam a libertação de fibras para o ar ambiente. A Unidade do Ar e Saúde Ocupacional do Departamento de Saúde Ambiental do INSA, realiza desde a década de 80, estudos para avaliação da exposição a fibras de amianto em numerosos locais de trabalho, nomeadamente, na indústria, em escolas e em edifícios, quer públicos, quer privados. A facilidade de acesso a informação científica e a crescente divulgação nos meios de comunicação social dos riscos associados a este material, traduziu-se numa crescente preocupação, quer para os responsáveis de edifícios quer para o público em geral. Tal facto tem vindo a desencadear um esforço cada vez maior, no sentido da identificação dos locais onde exista este material e na sua remoção, quando justificada.
