DSA - Apresentações orais em encontros nacionais
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Percorrer DSA - Apresentações orais em encontros nacionais por autor "Aelenei, Daniel"
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- Caracterização Experimental das Taxas de Renovação Horária em Residências para Pessoas IdosasPublication . Aelenei, Daniel; Nogueira, Susana; Viegas, João; Mendes, Ana; Cano, Manuela; Cerqueira, FábioÉ do conhecimento geral que a qualidade do ar interior influencia a qualidade de vida dos ocupantes dos edifícios e que pode ter implicações significativas no seu estado de saúde. As pessoas idosas constituem um grupo mais vulnerável que pode ser afectado quando exposto a um ambiente interior de menor qualidade. O projecto GERIA reúne uma equipa multidisciplinar que tem como objectivo principal estudar as possíveis associações entre as condições de ventilação existentes em estruturas residenciais para pessoas idosas (ERPI), a qualidade do ar interior (QAI) e a prevalência de doenças do foro respiratório nos residentes. Para alcançar este objectivo o projecto foi es-sencialmente desenvolvido em duas fases. Para avaliar as características construtivas e a saúde e a qualidade de vida dos residentes, na fase I, foi realizado um estudo preliminar em 21 ERPI no Porto e 33 em Lisboa recorrendo a inspecções visuais e questionários. Na fase II, a partir dos 54 considerados na fase I, foram seleccionados através duma análise de clus-ters um número de 4 ERPI no Porto e 18 em Lisboa onde foi avaliada novamente a saúde respiratória dos residentes em conjunto com a QAI e a qualidade da ventilação. O presente artigo pretende apresentar os primeiros resultados de uma campanha experi-mental realizada durante os meses de Fevereiro e Março de 2014 na fase II, com o objectivo de caracterizar as taxas de renovação horária em 15 ERPI, sendo 11 em Lisboa e 4 no Por-to. Na sequência do trabalho realizado, que consistiu em realizar medições com recurso ao método de gás traçador (técnica PFT) ao longo de períodos de tempo de duas semanas, fo-ram determinadas as taxas de renovação horária num número de quartos seleccionados que varia de 2 a 27, conforme a dimensão dos edifícios.
- Estudo da qualidade do ar interior em creches e infantários (projeto ENVIRH)Publication . Viegas, João; Cano, Manuela; Nogueira, Susana; Papoila, Ana LuísaC; Proença, Maria do Carmo; Aelenei, Daniel; Neuparth, NunoEncontra-se em curso um projeto de investigação, co-financiado pela FCT, que tem por objetivo estudar qual o impacte que a qualidade do ar interior tem na prevalência de doenças do foro respiratório em crianças que frequentam creches e infantários em Lisboa e Porto. Este projeto envolve investigadores do LNEC, do INSA Dr. Ricardo Jorge, da Faculdade de Ciências Médicas (UNL) e da Faculdade de Ciências e Tecnologia (UNL). O faseamento deste estudo enquadrou uma primeira fase de análise das condições construtivas dos edifícios, uma medição sumária do teor de CO2 em salas de atividades e um inquérito relativo ao estado de saúde das crianças, em 45 creches e jardins-de-infância de Lisboa (25) e do Porto (20); numa segunda fase incluiu a medição da qualidade do ar interior, da taxa de ventilação e do estado de saúde das crianças num conjunto mais limitado de escolas (10 em Lisboa e 9 no Porto); numa fase final está a ser desenvolvida a simulação da ventilação em duas escolas. Nesta comunicação apresentam-se os resultados obtidos pelo LNEC e pelo INSA Dr. Ricardo Jorge relativos à análise da qualidade do ar e à ventilação. Estes resultados revelam que na generalidade dos locais os caudais de ventilação são muito baixos, sendo a qualidade do ar interior insuficiente face ao RSECE e a valores recomendados pela literatura.
- Factores de Risco para sibilância: resultados da Fase1 do Projecto "Ambiente e Saúde em Creches e Infantários" (ENVIRH)Publication . Martins, Pedro; Papoila, Ana Luísa; Marques, João; Caires, Iolanda; Martins, José; Pedro, Catarina; Manilha, Maria do Carmo; Cano, Manuela; Silva, Ana Sofia; Aelenei, Daniel; Nogueira, Susana; Paixão, João Paulo; Teixeira, João Paulo; Viegas, João; Rosado-Pinto, José; Leiria-Pinto, Paula; Neuparth, NunoMuitas crianças com idade inferior a 6 anos apresentam sibilância no decurso de infecções respiratórias. O projecto ENVIRH tem como parte integrante dos seus objectivos identificar factores de risco para sibilância relacionados com as características construtivas / qualidade do ar interior das creches e infantários. Métodos: No âmbito do Projecto ENVIRH foram seleccionadas aleatoriamente 46 Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) das cidades de Lisboa e Porto, estratificadas por freguesia e número de alunos. As escolas seleccionadas corresponderam a metade das IPSS destas duas cidades. Em Outubro de 2010 foi entregue aos pais de todas as crianças uma versão resumida do questionário do estudo ISAAC (n=5161). Efectuou-se no mesmo período uma avaliação sumária das características construtivas e da qualidade do ar de todas as escolas participantes. Para a análise dos dados foram utilizadas Equações de Estimação Generalizadas (GEE), de forma considerar a estrutura de correlação dos indivíduos de cada IPSS. Resultados: Foram devolvidos 3185 questionários. A idade média foi de 3.1 ± 1.5 anos, sendo 50.5% do sexo masculino. A prevalência reportada de sibilância nos 12 meses anteriores foi de 27.5% (IC 95%: 25.9% - 29.0%). Das diversas varáveis consideradas - idade, sexo, escolaridade dos pais, tabagismo passivo, existência de irmãos mais velhos, antecedentes de eczema na criança, antecedentes de asma ou rinite nos pais, idade e área da IPSS, número de alunos, existência de bolores na instituição, temperatura, humidade relativa e concentração de CO2 médias do ar interior durante o período de ocupação - somente persistiram significativas na análise multivariável (p<0.05) a idade (OR: 0.74; IC 95: 0.70 - 0.78; p<0.001), antecedentes de eczema (OR: 1.35; IC 95: 1.14 - 1.60; p<0.001), e antecedentes de asma ou rinite nos pais (OR: 1.99; IC 95: 1.67 - 2.38; p<0.001). Um aumento médio de 100 ppm de CO2 também se associou com sibilância nos 12 meses anteriores (OR: 1.02; IC 95: 1.01 - 1.03; p=0.008). Conclusão: Tratando-se a concentração de CO2 um marcador indirecto da ventilação e da qualidade do ar interior, os resultados alcançados sugerem a necessidade de introduzir melhorias nestes parâmetros, ao nível das creches e infantários, dado existir uma associação muito significativa das concentrações de CO2 com sibilância.
- Ventilação, Qualidade do Ar e Saúde em creches e infantários - Resultados preliminares do projeto ENVIRHPublication . Viegas, João; Papoila, Ana Luísa; Martins, Pedro; Aelenei, Daniel; Cano, Manuela; Proença, Carmo; Teixeira, João Paulo; Nogueira, Susana; Mendes, Ana; Pinto, Armando; Paixão, Paulo; Pinto, Rosado; Neuparth, NunoÉ do conhecimento geral que a qualidade do ar interior influencia a qualidade de vida dos ocupantes dos edifícios e que pode ter implicações significativas no seu estado de saúde. As crianças constituem um grupo de risco que pode apresentar vulnerabilidades quando exposto a um ambiente interior de menor qualidade. Neste âmbito, correntemente constata-se que parece haver uma tendência para as crianças adoecerem com maior frequência quando iniciam a sua exposição ao ambiente de creches e infantários, ocorrendo em especial um aumento das doenças do foro respiratório. O projeto ENVIRH, reunindo uma equipa multidisciplinar, tem por objetivo principal estabelecer associações entre as condições de ventilação desses locais, a qualidade do ar interior (QAI) e a prevalência de doenças do foro respiratório. O projeto desenvolve-se essencialmente através de duas fases. De entre um total de 48 creches e infantários (Instituições Privadas de Solidariedade Social - IPSS) em Lisboa e 40 no Porto, foram selecionadas aleatoriamente 45 IPSS (sendo 25 em Lisboa e 20 no Porto), tendo sido analisadas na fase preliminar as suas condições construtivas, realizadas medições pontuais e instantâneas do teor de CO2 em salas de atividades, realizado um inquérito aos hábitos dos ocupantes relacionados com a ventilação e realizado um questionário médico para identificação de sibilância baseado no questionário ISAAC (International Study on Allergy and Asthma in Childhood). Com base na análise dos resultados preliminares, através do desenvolvimento de uma análise de “clusters”, foi selecionado um conjunto mais restrito de 20 IPSS, as quais integraram a segunda fase do estudo, onde foram realizadas medições das taxas de ventilação (método PFT), da QAI (CO2, CO, formaldeído, COVTs, PM10, bactérias, fungos e ácaros), do conforto térmico e feito um acompanhamento das condições de saúde das crianças (questionário médico, recolha de condensado brônquico do ar exalado,identificação de vírus respiratórios). A análise estatística dos resultados da primeira fase evidencia uma clara associação do incremento do teor de CO2 com as práticas de manter as janelas exteriores e as portas interiores fechadas (que reduzem as taxas de ventilação) e, por outro lado, uma associação do incremento do teor de CO2 com a sibilância (sintoma de doença respiratória). Esta comunicação detalha a metodologia seguida no estudo e apresenta os resultados da primeira fase.
