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Publicação

Fungos em areias e águas costeiras e interiores em Portugal: relevância para a saúde humana e bem-estar

dc.contributor.authorBrito, Sara
dc.contributor.authorSabino, Raquel
dc.contributor.authorVeríssimo, Cristina
dc.contributor.authorSilva, Susana
dc.contributor.authorValério, Elisabete
dc.contributor.authorBrandão, João
dc.date.accessioned2020-07-31T13:29:47Z
dc.date.available2020-07-31T13:29:47Z
dc.date.issued2019-12
dc.description.abstractOs fungos filamentosos e as leveduras são ubíquos na natureza, incluindo nas zonas balneares, e portanto, na areia. Contudo, certas espécies de fungos podem causar infeções ou alergias em humanos. Estudos anteriores mostraram que microrganismos patogénicos ou patogénicos oportunistas sobrevivem e crescem na areia. Uma vez que as zonas balneares são locais frequentados por um elevado número de pessoas, especialmente no verão, a qualidade microbiológica das areias e das águas balneares é particularmente importante. Assim sendo, o objetivo deste estudo é a recolha de dados sobre as espécies de fungos existentes em três zonas balneares, duas águas costeiras – Algarve e Lisboa e Vale do Tejo (LVT) e uma água de transição (LVT) A identificação dos isolados foi realizada através da observação de características morfológicas e através de métodos moleculares. Para isto, foram analisadas 18 amostras de areia e 18 amostras de água. Os isolados fúngicos detetados com maior frequência foram Cladosporium sp. (na praia costeira do Algarve e na de águas de transição) e Sarocladium kiliense (na praia costeira de LVT). Foram também isoladas algumas espécies responsáveis por causar alergias e infeções, tais como Exophiala dermatitidis, Alternaria alternata, Trematosphaeria grisea e Aspergillus secção Nidulantes, além de fungos potencialmente produtores de micotoxinas, nomeadamente Aspergillus secção Fumigati. Não foi possível identificar 19 das colónias isoladas (de 1005 no total, 1,9%). Os resultados obtidos permitiram identificar as espécies presente nos locais amostrados entre novembro de 2018 e junho de 2019, confirmando-se a presença de espécies com expressão clínica, que representam um potencial risco para a saúde dos utilizadores das praias e que deve passar a ser tido em conta na avaliação da qualidade da praia.pt_PT
dc.description.abstractFilamentous fungi and yeast are ubiquitous in nature, including bathing areas and therefore, sand. However, certain fungal species can cause infections or allergies in humans. Previous studies have shown that there are opportunistic or pathogenic microorganisms that can survive and grow in sand. Since bathing areas are used by a large numbers of people, especially during the summer months, the microbiological quality of sand and bathing water is particularly important. Thus, the aim of this study is to collect data on the fungal species present in the three bathing areas under study (two coastal – one in Algarve and the other in Lisbon and Tagus Valley - and one with transition waters in Lisbon and Tagus Valley). The identification of the isolates was performed by observing morphological characteristics and by using molecular tools. For this purpose, 18 sand samples and 18 water samples were analysed. The most frequently isolated fungi were Cladosporium sp. (in Algarve at the transition waters beach) and Sarocladium kiliense (at the coastal beach of Lisboa and Tagus Valley). Some species causing allergies and infections, such as Exophiala dermatitidis, Alternaria alternata, Trematosphaeria grisea and Aspergillus section Nidulantes. Moreover, species potentially producers of mycotoxins were also isolated, namely members of Aspergillus section Fumigati. Nineteen of the isolates were not possible to identify (out of 1005, 1.9%). This project generated data on the fungal species isolated between November 2018 and June 2019 in the three sites sampled. The presence of fungi that may be associated with clinical cases was confirmed, thus revealing a potential health risk to beach users that must be taken into account in the beaches quality profile.pt_PT
dc.description.sponsorshipOs autores agradecem o financiamento interno do Departamento de Saúde Ambiental que permitiu desenvolver este trabalho, do qual resultou a tese de mestrado da autora Sara Brito e a Dr ª Lena Klingspor pelo apoio prestado relativamente à amostragem no Algarve.pt_PT
dc.description.versioninfo:eu-repo/semantics/publishedVersionpt_PT
dc.identifier.citationBoletim Epidemiológico Observações. 2019;8(Supl 11):49-51pt_PT
dc.identifier.issn0874-2928
dc.identifier.issn2182-8873 (em linha)
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.18/7136
dc.language.isoporpt_PT
dc.publisherInstituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, IPpt_PT
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/pt_PT
dc.subjectFungospt_PT
dc.subjectAreiaspt_PT
dc.subjectÁguas Costeiraspt_PT
dc.subjectPraiapt_PT
dc.subjectAgentes Microbianos e Ambientept_PT
dc.subjectÁgua e Solopt_PT
dc.subjectInfecções Sistémicas e Zoonosespt_PT
dc.subjectAlergiaspt_PT
dc.subjectAvaliação da Qualidade da Praiapt_PT
dc.subjectSaúde Públicapt_PT
dc.subjectPortugalpt_PT
dc.titleFungos em areias e águas costeiras e interiores em Portugal: relevância para a saúde humana e bem-estarpt_PT
dc.title.alternativeFungi in sand and coastal and inland waters in Portugal: relevance to human health and well-beingpt_PT
dc.typejournal article
dspace.entity.typePublication
oaire.citation.conferencePlaceLisboa, Portugalpt_PT
oaire.citation.endPage54pt_PT
oaire.citation.issueSupl 11pt_PT
oaire.citation.startPage49pt_PT
oaire.citation.titleBoletim Epidemiológico Observaçõespt_PT
oaire.citation.volume8pt_PT
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typearticlept_PT

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