Percorrer por autor "Furtado, R."
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- Activity of chitosan films against different microorganismsPublication . Sanches-Silva, A.; Maia, C.; Furtado, R.; Ribeiro, T.; Paseiro, P.; Sendón, R.; Rodríguez-Bernaldo de Quirós, A.; López-Cervantes, J.; Sánchez-Machado, D.I.; Bueno, C.; Soto Valdez, H.; Angulo, I.; Aurrekoetxea, G.P.; Bilbao, A.; Costa, H.S.Chitosan is a hydrophilic polysaccharide which derives from chitin by deacetylation. It has several applications, namely as a film that can be applied to preserve the quality and increase the shelf-life of food. Chitosan is insoluble in most solvents but it is soluble in dilute organic acids such as formic acid and acetic acid[1]. The properties of chitosan depend on the degree of deacetylation (DA) and molecular weight (MW). A broad antimicrobial activity has been attributed to chitosan, either for gram-negative, gram-positive bacteria and fungi. The aim of the present study is to evaluate the antimicrobial activity of a chitosan film prepared by casting. The chitosan was obtained from shrimp waste collected from shrimp processing factories of South Sonora (Mexico). Four bacteria (Bacillus cereus; Escherichia coli; Staphylococcus aureus and Listeria monocytogenes) and one fungus (Botrytis cinerea) were evaluated. Although L. monocytogenes and B. cinerea growth was not inhibited by the chitosan film, results showed a clear growth-inhibitory effect, at the two bacteria concentration levels tested, for B. Cereus, E. coli and S. aureus. Different antibacterial mechanisms have been proposed to explain chitosan antimicrobial activity[2-3]: i) chitosan may form an external barrier which inhibits essential nutrients adsorption; ii) chitosan can also penetrate the microbial cell, disturbing the metabolism of the cell by inhibiting the mRNA and protein synthesis; iii) chitosan may have an ionic surface interaction with the bacteria originating wall cell leakage. Although these mechanisms may take place simultaneously, the antimicrobial activity may also depend on the properties of chitosan (DA and MW).
- Avaliação da qualidade microbiológica de peças de sushi prontas para consumoPublication . Alegria, S.; Furtado, R.; Barreira, M.J.; Coelho, A.; Marcos, S.; Saraiva, M.; Ramos, S.O sushi, prato tradicional japonês cada vez mais consumido em Portugal, é geralmente preparado à base de arroz acidificado com vinagre e ingredientes crus, como pedaços de peixe, mariscos, frutos, e vegetais colocados sobre o arroz moldado ou embrulhados com o arroz em algas marinhas (nori). Como contém componentes perecíveis crus e muito manipulados, na qualidade microbiológica do sushi tem uma forte interferência a qualidade microbiológica de cada ingrediente e o cumprimento rigoroso das boas práticas de higiene e de fabrico e do prazo de vida útil. À exceção do arroz que é cozido, arrefecido e acidificado com vinagre de modo a atingir um valor de pH < 4,6 todos os ingredientes que compõem este prato são normalmente servidos crus, sem qualquer tipo de tratamento térmico, que elimine eventuais microrganismos patogénicos presentes, características que contribuem para que este alimento pronto para consumo seja visto como um produto potencialmente perigoso para populações com baixa imunidade. Este trabalho teve como objetivo estudar a nível microbiológico refeições de sushi prontas para consumo, adquiridas em dois estabelecimentos comerciais (1 restaurante e 1 hipermercado) na região de Lisboa, na modalidade de take-away. Foram recolhidas 62 amostras, constituídas cada uma por oito unidades de sushi (31 no restaurante e 31 no hipermercado). As amostras foram conservadas até ao laboratório refrigeradas (1 a 8 ºC) e no laboratório foram mantidas entre 1- 4 ºC até serem analisadas. Os ensaios realizaram-se dentro do prazo de validade estabelecido no rótulo do produto. Em cada amostra foram efetuados ensaios para contagem de: microrganismos a 30 oC, Enterobacteriaceae, Escherichia coli, Estafilococos coagulase positiva, Bacillus cereus e para pesquisa de: Salmonella spp., Listeria monocytogenes e V. parahaemolyticus, V. cholerae e V. vulnificus. O nível da qualidade microbiológica foi interpretado com base nos Valores-guia INSA de Setembro de 2019. Uma avaliação global das 62 amostras, revelou que em 10/62 (16,1%) os resultados analíticos foram interpretados como Satisfatórios, em 22/62 (35,5%) Questionáveis e em 30/62 (48,4%) Não satisfatórios, não tendo sido detetada a presença de microrganismos patogénicos em nenhuma das amostras. Contudo, no decurso da Pesquisa de Vibrio foi identificada (sistemaVITEK® MS), a presença de espécies de Aeromonas, nomeadamente A. caviae e A. hydrophila, bactérias potencialmente patogénicas quando em número elevado e frequentemente presentes em produtos do mar. O elevado nível de amostras classificadas com um nível da qualidade microbiológica “Questionável” e “Não satisfatório” evidencia a necessidade de rever os sistemas de gestão de segurança alimentar implementados de forma a determinar a análise de causas e implementar novos pontos de controlo, que sejam eficazes para obter um produto final com o nível de qualidade pretendido. Considerando as características particulares desta categoria de géneros alimentícios, é ainda de salientar a importância dos operadores que produzem/comercializam este tipo de alimentos implementarem programas de vigilância microbiológica que os ajude a estabelecer o sistema de gestão da segurança alimentar eficaz, e informarem os consumidores que o consumo destes produtos deverá ser evitado por populações pertencentes a grupos de risco (ex. indivíduos cujo sistema imunitário se encontre comprometido entre os quais grávidas, crianças, idosos).
- Avaliação qualidade microbiológica de peças de sushi na região de LisboaPublication . Alegria, Sandy; Barreira, M.J.; Coelho, A.; Marcos, S.; Santos, M.L.; Pedroso, L.; Furtado, R.; Ramos, S.O sushi é um prato tradicional japonês preparado à base de arroz acidificado com vinagre e ingredientes crus, como pedaços de peixe, mariscos, frutos, e vegetais colocados sobre o arroz moldado ou embrulhados com o arroz em algas marinhas (nori). Como contém componentes perecíveis crus e muito manipulados, na qualidade microbiológica do sushi tem uma forte interferência a qualidade microbiológica de cada ingrediente e o cumprimento rigoroso das boas práticas de higiene e de fabrico. À exceção do arroz que é cozido, arrefecido e acidificado com vinagre de modo a atingir um valor de pH < 4,6 todos os ingredientes que compõem este prato são normalmente servidos crus, sem qualquer tipo de tratamento térmico, que elimine eventuais microrganismos patogénicos presentes, características que contribuem para que este alimento pronto para consumo seja visto como um produto potencialmente perigoso para populações com baixa imunidade. Este estudo teve como objetivo estudar a nível microbiológico refeições de sushi prontas para consumo, adquiridas em dois estabelecimentos comerciais (1 restaurante e 1 hipermercado) na região de Lisboa, na modalidade de take-away. Foram recolhidas 62 amostras de sushi (31 no restaurante e 31 no hipermercado), de diferentes variedades de peixe (atum, salmão e camarão). As amostras foram conservadas até ao laboratório refrigeradas (1 a 8 ºC) e no laboratório foram mantidas entre 1- 4 ºC até serem analisadas. Em cada amostra foram efetuados ensaios para contagem de: microrganismos a 30 oC, Enterobacteriaceae, Escherichia coli, Estafilococos coagulase positiva, Bacillus cereus e para pesquisa de: Salmonella spp., Listeria monocytogenes, V. parahaemolyticus, V. cholerae e V. vulnificus. O nível da qualidade microbiológica das amostras foi interpretado com base nos Valores-guia INSA de setembro de 2019. Uma avaliação global das 62 amostras, revelou que em 10/62 (16,1%) os resultados analíticos foram interpretados como Satisfatórios, em 22/62 (35,5%) Questionáveis e em 30/62 (48,4%) Não satisfatórios. Entre as variedades de peixe, a variedade de camarão, apresentou níveis de contaminação mais elevados comparativamente com as variedades de atum e salmão. Relativamente às duas superfícies, o restaurante apresentou melhores resultados face ao hipermercado em relação ao número de amostras classificadas com nível microbiológico Não Satisfatório [21% (13/62) e 27,4% (17/62) em restaurante e hipermercado respetivamente]. Por ordem decrescente, os parâmetros que mais contribuíram para a classificação Não Satisfatório das amostras foram: os microrganismos aeróbios mesófilos e Enterobacteriaceae, seguindo-se Estafilococos coagulase positiva e Bacillus cereus. O elevado nível de amostras classificadas com um nível da qualidade microbiológica “Questionável” e “Não satisfatório” evidencia a necessidade de rever as boas práticas de higiene, incluindo o controlo de temperatura, de forma a obter um produto final com o nível de qualidade pretendido. Considerando as características particulares desta categoria de géneros alimentícios, é ainda de salientar a importância dos operadores que produzem e comercializam este tipo de alimentos implementarem programas de vigilância microbiológica que os ajude a estabelecer o sistema de gestão da segurança alimentar eficaz, e informarem os consumidores que o consumo destes produtos deverá ser evitado por populações pertencentes a grupos de risco (ex. indivíduos cujo sistema imunitário se encontre comprometido entre os quais grávidas, crianças, idosos).
- Comparison of ISO 6579–1, VIDAS Easy SLM, and SureFast® Salmonella ONE Real-time PCR, for Salmonella Detection in Different Groups of FoodstuffsPublication . Furtado, R.; Coelho, A.; Morais, M.; Leitão, A.L.; Saraiva, M.; Correia, C.B.; Batista, R.In the European Union (EU), Salmonella was the causative agent responsible for almost one in three (30.7%) of all foodborne outbreaks reported by member states during 2018, causing 11,581 cases of illness, which represented an increase of 20.6% compared to 2017. Considering the importance of this foodborne zoonotic bacterium in food safety and human health, several strategies for the control and consequent detection of Salmonella in foodstuffs are continuously being developed. In this study, we have tested 137 food samples (78 potentially naturally contaminated, 21 artificially contaminated with high levels of Salmonella, and 38 artificially contaminated with low levels of Salmonella) in order to compare the results and performance of three Salmonella detection methods: standard conventional culture (ISO 6579–1), SureFast® Salmonella ONE real-time PCR, and VIDAS® (Vitek Immunodiagnostic Assay System) Easy SLM, an Enzyme Linked Fluorescent Assay (ELFA). Although SureFast® Salmonella ONE real-time PCR was the fastest, it showed more inconclusive results, due to PCR inhibition and false positive results. ISO and VIDAS® protocols gave identical results and proved to be more robust than SureFast® Salmonella ONE real-time PCR when testing different food matrices, despite its longer response times. SureFast® Salmonella ONE real-time PCR may be appropriate to be used when the objective is to test food matrices that are known not to interfere with PCR and expected to be negative for Salmonella. All the analytical tested methods have advantages and limitations and thus, depending on the situation, may be used as the elected method for Salmonella detection in foodstuffs in accordance with the purpose of the laboratorial analysis.
