Percorrer por autor "Departamento de Epidemiologia"
A mostrar 1 - 10 de 30
Resultados por página
Opções de ordenação
- À descoberta dos avósPublication . Departamento de EpidemiologiaApresentação de atividade relativa aos determinantes para o envelhecimento ativo no decorrer da semana aberta proposta pelo INSA, IP em 2012.
- Ano europeu do envelhecimento ativo e solidariedade entre gerações - à descoberta dos AvósPublication . Departamento de EpidemiologiaIniciativa no âmbito do Ano europeu do envelhecimento ativo e solidariedade entre gerações.
- Dossier ECOS - Em Casa Observamos SaúdePublication . Departamento de EpidemiologiaO Departamento de Epidemiologia [à data Observatório Nacional de Saúde (ONSA)] tem em desenvolvimento, desde 1998, um instrumento de observação que visa colher dados sobre o estado de saúde e de doença e seus determinantes, da população de Portugal Continental. A criação do “instrumento” em causa foi fundamentada na necessidade de gerar conhecimento sobre saúde, colhendo dados directamente das pessoas com a possibilidade de se produzir estimativas e disponibilizá-las com relativa celeridade. Assim, ECOS (Em Casa Observamos Saúde) nasce como um projecto que tem o objectivo de obter dados sobre saúde, com celeridade, através de entrevista telefónica utilizando uma amostra de Unidades de Alojamento de Portugal continental, com telefone da rede fixa, a Amostra ECOS, em que os indivíduos pertencentes ao agregado familiar se dispõem a ser contactadas periodicamente durante um período de tempo determinado, para responder a inquéritos sobre saúde. Considerou-se, desde da sua criação, que se trataria de um instrumento que poderia ser utilizado por outras entidades, desde que os objectivos de utilização para ele definidos não fossem desvirtuados, assim como os princípios éticos assumidos pelo DEP com as famílias participantes.
- Infográfico - Acidentes Domésticos e de LazerPublication . Departamento de EpidemiologiaEm Portugal, a vigilância dos acidentes domésticos e de lazer (ADL) notificados pelas urgências de unidades de saúde do Serviço Nacional de Saúde (SNS) assenta no sistema EVITA - Epidemiologia e Vigilância dos Traumatismos e Acidentes, coordenado pelo Departamento de Epidemiologia do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, em colaboração com a Administração Central dos Sistemas de Saúde. Este registo e sistema de vigilância tem como objetivo determinar frequências e tendências relativas à ocorrência deste tipo de acidentes, onde se incluem os acidentes ocorridos em ambiente doméstico, lazer, escolar e desportivo. O infográfico apresentado tem como fonte de dados o sistema EVITA, tratando-se de uma informação proveniente das notificações recebidas da rede de hospitais com serviço de urgência do Serviço Nacional de Saúde (SNS), que integraram o sistema EVITA durante o ano de 2019. Criado em 2000, este instrumento de observação permite caracterizar as vítimas quanto às situações, circunstâncias do local da ocorrência e das lesões sofridas, assim como, quanto aos agentes envolvidos.
- Infográfico - Acidentes Domésticos e de Lazer : Queimadura (crianças e jovens dos 0-18 anos)Publication . Departamento de EpidemiologiaAtendendo a que as Queimaduras não fatais são consideradas uma importante causa de morbilidade a nível mundial, pretende-se destacar esta problemática nas vítimas mais jovens, locais onde ocorrem com maior frequência e principais produtos e, ou, objetos envolvidos. O infográfico apresentado tem como fonte de dados o sistema EVITA – Epidemiologia e Vigilância dos Traumatismos e Acidentes, coordenado pelo Departamento de Epidemiologia do INSA, resultando de informação proveniente das notificações recebidas através da rede de Hospitais do Serviço Nacional de Saúde (SNS) com serviço de urgência que integraram o sistema EVITA durante os anos de 2019 e 2020. Criado em 2000, este instrumento de observação permite obter dados e informação adicional à informação clínica relevante para a monitorização e vigilância dos acidentes que ocorrem em ambiente doméstico, lazer, escolar e desportivo na população portuguesa, que implicaram recurso às urgências de unidades de saúde do SNS. As vítimas são caracterizadas quanto às situações, circunstâncias do local da ocorrência e das lesões sofridas, assim como, quanto aos agentes envolvidos.
- Infográfico - Atividade físicaPublication . Departamento de EpidemiologiaPara uma melhor disseminação dos resultados do INSEF, disponibiliza-se em infográfico uma mensagem clara e sucinta sobre este tópico relacionado com a saúde dos portugueses. Os dados apresentados referem-se à população residente em Portugal em 2015 com idades compreendidas entre os 25 e os 74 anos e são relativos à questão «Pratica alguma atividade física regular, pelo menos uma vez por semana de forma a transpirar e/ou sentir cansaço?», tendo 2.3 milhões de portugueses (34,2%) referido praticar atividade física regular. A prática de atividade física regular foi mais frequente nos homens (quatro em cada dez), no grupo etário mais jovem (47,1%), na região de Lisboa e Vale do Tejo (40,3%), nas pessoas empregadas (38,4%) e nas pessoas com mais escolaridade (49,6%). A informação está estratificada por sexo, grupo etário, região, situação perante o trabalho e grau de escolaridade. Promovido e coordenado pelo Departamento de Epidemiologia do Instituto Ricardo Jorge, o primeiro Inquérito Nacional de Saúde com Exame Físico (INSEF) foi desenvolvido em 2015 para recolha de informação epidemiológica sobre o estado, determinantes e cuidados de saúde da população portuguesa. Este Inquérito tem como mais-valia o facto de conjugar informação colhida por entrevista direta ao indivíduo com dados de uma componente objetiva de exame físico e recolha de sangue.
- Infográfico - Consumo adicional de salPublication . Departamento de EpidemiologiaPara uma melhor disseminação dos resultados do INSEF, disponibiliza-se em infográfico uma mensagem clara e sucinta sobre este tópico relacionado com a saúde dos portugueses. Os dados apresentados referem-se à população residente em Portugal em 2015 com idades compreendidas entre os 25 e os 74 anos e são relativos à questão «Costuma adicionar sal no prato da sua comida?», tendo 1.19 milhões de portugueses (17,7%) referido adicionar sal no prato da sua comida. A adição de sal no prato é mais frequente nos homens (um em cada cinco), no grupo etário mais jovem (22,0%), na região do Algarve (35,8%) e nas pessoas empregadas (19,6%). Das pessoas diagnosticadas com hipertensão arterial, 13,7% referiu adicionar sal no prato da sua comida. A informação está estratificada por sexo, grupo etário, região e situação perante o trabalho. Promovido e coordenado pelo Departamento de Epidemiologia do Instituto Ricardo Jorge, o primeiro Inquérito Nacional de Saúde com Exame Físico (INSEF) foi desenvolvido em 2015 para recolha de informação epidemiológica sobre o estado, determinantes e cuidados de saúde da população portuguesa. Este Inquérito tem como mais-valia o facto de conjugar informação colhida por entrevista direta ao indivíduo com dados de uma componente objetiva de exame físico e recolha de sangue.
- Infográfico - Consumo de vegetais ou saladasPublication . Departamento de EpidemiologiaPara uma melhor disseminação dos resultados do INSEF, disponibiliza-se em infográfico uma mensagem clara e sucinta sobre este tópico relacionado com a saúde dos portugueses. Os dados apresentados referem-se à população residente em Portugal em 2015 com idades compreendidas entre os 25 e os 74 anos e são relativos à questão «Consome vegetais ou saladas, incluindo sopa de legumes, todos os dias», tendo 4.9 milhões de portugueses (73,3%) referido consumir diariamente vegetais ou saladas. O consumo diário de vegetais ou saladas foi mais frequente nas mulheres (80,1%), no grupo etário dos 65-74 anos (80,6%), na Região do Centro (80,0%), nos indivíduos sem atividade profissional (78,8%) e nos indivíduos com mais escolaridade (80,0%). A informação está estratificada por sexo, grupo etário, região, situação perante o trabalho e grau de escolaridade. Promovido e coordenado pelo Departamento de Epidemiologia do Instituto Ricardo Jorge, o primeiro Inquérito Nacional de Saúde com Exame Físico (INSEF) foi desenvolvido em 2015 para recolha de informação epidemiológica sobre o estado, determinantes e cuidados de saúde da população portuguesa. Este Inquérito tem como mais-valia o facto de conjugar informação colhida por entrevista direta ao indivíduo com dados de uma componente objetiva de exame físico e recolha de sangue.
- Infográfico - DiabetesPublication . Departamento de EpidemiologiaPara uma melhor disseminação dos resultados do INSEF, disponibiliza-se em infográfico uma mensagem clara e sucinta sobre este tópico relacionado com a saúde dos portugueses. Os dados apresentados referem-se à população residente em Portugal em 2015 com idades compreendidas entre os 25 e os 74 anos e foram obtidos a partir das medições da hemoglobina glicosilada efetuadas e de dados obtidos por questionário. Foram considerados diabéticos os indivíduos (não incluindo mulheres grávidas) que tinham hemoglobina glicosilada ≥ 6,5%, que reportaram a toma de medicação para a diabetes nas 2 semanas anteriores à entrevista ou que reportaram diagnóstico de diabetes. A informação está estratificada por sexo, grupo etário, situação perante o trabalho e grau de escolaridade. Promovido e coordenado pelo Departamento de Epidemiologia do Instituto Ricardo Jorge, o primeiro Inquérito Nacional de Saúde com Exame Físico (INSEF) foi desenvolvido em 2015 para recolha de informação epidemiológica sobre o estado, determinantes e cuidados de saúde da população portuguesa. Este Inquérito tem como mais-valia o facto de conjugar informação colhida por entrevista direta ao indivíduo com dados de uma componente objetiva de exame físico e recolha de sangue.
- Infográfico - Dificuldades auditivasPublication . Departamento de EpidemiologiaPara uma melhor disseminação dos resultados do INSEF, disponibiliza-se em infográfico uma mensagem clara e sucinta sobre este tópico relacionado com a saúde dos portugueses. Os dados apresentados referem-se à população residente em Portugal em 2015 com idades compreendidas entre os 25 e os 74 anos e são relativos à questão «Tem dificuldade em ouvir o que é dito numa conversa?», tendo 1.6 milhões de portugueses (23.7%) referido ter dificuldades auditivas. O reporte de dificuldades auditivas é mais frequente nos mais idosos (41,7%), na região do Alentejo (28,6%), nos indivíduos sem atividade profissional (39,1%) e nos indivíduos com menos escolaridade (37,8%). 2,7% da população refere o uso de prótese auditiva. Dos indivíduos que usam prótese, metade (50,0%) refere sentir dificuldades auditivas. A informação está estratificada por grupo etário, região, situação perante o trabalho e grau de escolaridade. Promovido e coordenado pelo Departamento de Epidemiologia do Instituto Ricardo Jorge, o primeiro Inquérito Nacional de Saúde com Exame Físico (INSEF) foi desenvolvido em 2015 para recolha de informação epidemiológica sobre o estado, determinantes e cuidados de saúde da população portuguesa. Este Inquérito tem como mais-valia o facto de conjugar informação colhida por entrevista direta ao indivíduo com dados de uma componente objetiva de exame físico e recolha de sangue.
- «
- 1 (current)
- 2
- 3
- »
