Publicação
O Estatuto do Embrião
| dc.contributor.author | Oliva Teles, Natália | |
| dc.date.accessioned | 2016-10-06T11:26:11Z | |
| dc.date.available | 2016-10-06T11:26:11Z | |
| dc.date.issued | 2011-04-06 | |
| dc.description.abstract | Uma definição universal de embrião é uma tarefa difícil para qualquer ciência exata e impossível em filosofia. Em 1997, afirmava o CNECV: “(...) o embrião não pode deixar de dar origem a um representante da espécie humana, e nunca desembocará num indivíduo de qualquer outra espécie (…) a vida humana merece respeito, qualquer que seja o seu estádio ou fase, devido à sua dignidade essencial. O embrião é, em qualquer fase e desde o início, o suporte físico e biológico indispensável ao desenvolvimento da pessoa humana e nele antecipamos aquilo que há-de vir a ser: não há, pois, razões que nos levem a estabelecer uma escala de respeito.” Sendo o estatuto do embrião um tema ainda tão atual e nunca esgotado, nesta era do genoma humano, qualquer tentativa para o definir poderá parecer incompleta. Como exemplo, veja-se a definição de Keating (1993): “A expressão estatuto do embrião refere-se à questão controversa da proteção moral e jurídica a conceder ao embrião humano em diversos contextos (abortamento, Procriação Medicamente Assistida, experimentação embrionária, etc.), consoante a determinação da sua natureza, que oscila, segundo os casos e as filosofias, entre a de material biológico e a de pessoa (potencial ou não).” Assim, infere-se destes textos que a questão do estatuto do embrião deve ser encarada de modo multidisciplinar e pode ser colocada em diferentes planos – por exemplo, jurídico, que suscitará perguntas como Quais os direitos do embrião? ou ontológico, do tipo O embrião é pessoa? Nesta conferência irão ser apresentados os tipos de estatuto que mais têm sido atribuídos ao embrião: o biológico, o ontológico, o filosófico e o jurídico. | pt_PT |
| dc.identifier.citation | Voz de Massarelos, N. 26, Abril 2011. | pt_PT |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.18/4020 | |
| dc.language.iso | por | pt_PT |
| dc.peerreviewed | no | pt_PT |
| dc.publisher | Câmara Municipal do Porto | pt_PT |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/ | pt_PT |
| dc.subject | Doenças Genéticas | pt_PT |
| dc.subject | Embrião | pt_PT |
| dc.subject | Ética profissional | pt_PT |
| dc.title | O Estatuto do Embrião | pt_PT |
| dc.type | lecture | |
| dspace.entity.type | Publication | |
| oaire.citation.conferencePlace | Porto, Portugal | pt_PT |
| oaire.citation.title | Palestra integrada no Ciclo de Conferências “Saudades do Futuro”, Câmara Municipal do Porto, 6 abril 2011 | pt_PT |
| rcaap.rights | openAccess | pt_PT |
| rcaap.type | lecture | pt_PT |
