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Publicação

Monitorização da ingestão de aditivos alimentares em Portugal

datacite.subject.fosCiências Agrárias::Biotecnologia Agrária e Alimentar
datacite.subject.sdg03:Saúde de Qualidade
dc.contributor.authorFernandes, Paulo
dc.contributor.authorOliveira, Luísa
dc.contributor.authorVasco, Elsa
dc.date.accessioned2026-02-10T15:20:43Z
dc.date.available2026-02-10T15:20:43Z
dc.date.issued2025-09-24
dc.description.abstractOs aditivos alimentares são substâncias adicionadas intencionalmente aos alimentos com funções tecnológicas na sua conservação, sabor, cor e textura. Na União Europeia, o seu uso é autorizado pela Comissão Europeia com base em avaliações de segurança da Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos (EFSA) considerando aspetos químicos, toxicológicos e de impurezas, sendo apenas autorizados os considerados seguros (Regulamento (UE) 1129/2011). A garantia da segurança dos consumidores baseia-se em dois parâmetros: Dose Diária Admissível (DDA) e Limites Máximos de Utilização (LMU), calculados com base na DDA, no consumo da população e na função tecnológica do aditivo. Para garantir um consumo seguro, os Estados-membros devem monitorizar o uso e a ingestão de aditivos (Artigo 27.º do Regulamento CE n.º 1333/2008). Esta monitorização deve ser regular, já que a ingestão pode variar com os hábitos alimentares e com o uso dos aditivos pela indústria. Este acompanhamento contínuo permite atualizar as avaliações de segurança e rever limites quando necessário para proteger a saúde dos consumidores. Em Portugal, a responsabilidade da monitorização da ingestão de aditivos alimentares cabe ao Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA), através do sistema MONITADITIVOS, que estima a sua ingestão diária ao cruzar dados de consumo alimentar com os teores de aditivos presentes nos alimentos, permitindo avaliar o risco em comparação com a DDA. A monitorização da ingestão de aditivos é complexa e dispendiosa, por isso prioriza os de maior risco e os grupos populacionais mais vulneráveis, como crianças e adolescentes. Ingestões abaixo da DDA são seguras; os aditivos cuja ingestão apresenta risco de ultrapassar esse limite passam a um estudo mais detalhado. A primeira fase do MONITADITIVOS foca-se em adolescentes de 11 a 17 anos, usando o questionário online QCAonline (via REDCap) para recolher dados sociodemográficos, antropométricos e de consumo alimentar das últimas 24h, com apoio das escolas e a plataforma PAIAA (Microsoft Access), que calcula a ingestão diária e a compara com a DDA. O estudo anual permite identificar os aditivos mais consumidos e priorizar análises mais detalhadas. Em 2022, foram avaliados 541 adolescentes de quatro agrupamentos escolares e, em 2024, 748 adolescentes, de 16 agrupamentos. Em ambos os anos, foram identificados 28 aditivos para análises mais detalhadas. Nesta fase, a colaboração das escolas é essencial para garantir o sucesso da monitorização.por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.18/10886
dc.language.isopor
dc.peerreviewedno
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/
dc.subjectComposição dos Alimentos
dc.subjectAditivos Alimentares
dc.subjectMonitaditivos
dc.subjectAdolescentes
dc.subjectQCAonline
dc.subjectPlataforma PAIAA
dc.titleMonitorização da ingestão de aditivos alimentares em Portugalpor
dc.typeconference object
dspace.entity.typePublication
oaire.citation.conferenceDate2025-09-24
oaire.citation.conferencePlaceFunchal, Madeira, Portugal
oaire.citation.title17.ª Reunião Anual PortFIR - Segurança dos Alimentos: Governança, Ciência e Novos Modelos de Produção Face aos Desafios Globais, 24 setembro 2025
oaire.versionhttp://purl.org/coar/version/c_970fb48d4fbd8a85

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