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Publicação

Desigualdade socioeconómica e paralisia cerebral, padrões geográficos na coorte nascida em 2006-2015

datacite.subject.fosCiências Médicas::Ciências da Saúde
datacite.subject.sdg03:Saúde de Qualidade
dc.contributor.authorde Carvalho Aniceto, Carlos André
dc.contributor.authorSousa Uva, Mafalda
dc.contributor.authorfolha, teresa
dc.contributor.authorBraz, Paula
dc.contributor.authorMatias Dias, Carlos
dc.date.accessioned2026-03-09T14:13:27Z
dc.date.available2026-03-09T14:13:27Z
dc.date.issued2025-09-05
dc.descriptionAbstract publicado em: Gac Sanit. 2025;39(S2):144
dc.description.abstractAntecedentes/Objetivos. A Paralisia Cerebral (PC) é a deficiência motora mais frequente na criança, com implicações ao longo da vida. O European Deprivation Index (EDI) materializa num score um conjunto de indicadores socioeconómicos que permitem aferir a ocorrência de desigualdades territoriais, utilizado em desigualdades em saúde. Existe evidência sobre a associação entre fatores socioeconómicos e PC, mas pouco conhecimento sobre esta problemática em Portugal. Foi objetivo do presente estudo analisar a distribuição geográfica da taxa de incidência (TI) de PC e do EDI, e a sua autocorrelação espacial em Portugal Continental, nas crianças nascidas em 2006-2015. Métodos. Estudo observacional, ecológico, com crianças nascidas de 2006 a 2015 (referenciadas ao Programa de Vigilância Nacional da Paralisia Cerebral entre 2011-2024) e dados do EDI (índice disponibilizado online, baseado nos censos 2011). No cálculo da TI de PC utilizou-se como denominador o total de nados vivos (Instituto Nacional de Estatística.) Para avaliar a distribuição espacial da PC aplicaram-se técnicas de análise estatística e espacial, calculando-se os seguintes indicadores espaciais: (i) taxa de incidência bayesiana de PC, pelo método Bayesiano empírico (TPC); (ii) índice de concentração espacial de incidência de PC, pelo Índice Local de Moran I univariado; (iii) índice de concentração espacial de incidência de PC e do EDI, pelo Índice Local de Moran I bivariado. Resultados. Registaram-se TPC mais elevadas nos concelhos da região Alentejo, destacando-se o concelho do Alvito com taxa mais elevada (TPC=3,5crianças/10³nados-vivos). Observaram-se as taxas mais baixas em concelhos da região Norte, nomeadamente, Tabuaço (TPC=0crianças/10³nados-vivos). Identificaram-se 5 clusters de TPC elevadas, estatisticamente significativos (p≤0,05), em alguns concelhos: interior das regiões Alentejo e Centro; Área Metropolitana de Lisboa (AML); região Norte. Em 13 concelhos da região Alentejo, 4 no Algarve e 2 na AML, observaram-se clusters de valores elevados de TPC e EDI, estatisticamente significativos (p≤0,05). Conclusões. No período em estudo, destacou-se uma concentração de incidência de PC associada a scores de EDI mais elevados nos concelhos do interior do Alentejo. A aplicação dos métodos de autocorrelação espacial, revelaram-se úteis para identificar e comparar padrões geográficos de PC e do EDI. Estes resultados, integrados numa análise mais complexa, podem contribuir para o estabelecimento de estratégias de saúde pública na prevenção de PC e intervenção junto desta população.por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.18/11239
dc.language.isopor
dc.peerreviewedyes
dc.relation.hasversionhttps://www.gacetasanitaria.org/en-congresos-xliii-reunion-anual-sociedad-espanola-177-sesion-me-saude-materno-infantil-oportunidades-8622-desigualdade-socioeconomica-e-paralisia-cerebral-106515-pdf
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
dc.subjectParalisia Cerebral
dc.subjectPrivação Socioeconómica
dc.subjectAnálise Espacial
dc.subjectEstados de Saúde e de Doença
dc.subjectPortugal
dc.titleDesigualdade socioeconómica e paralisia cerebral, padrões geográficos na coorte nascida em 2006-2015por
dc.typeconference object
dspace.entity.typePublication
oaire.citation.conferenceDate2025-09-05
oaire.citation.conferencePlaceLas Palmas de Gran Canaria, Espanha
oaire.citation.titleXX Congresso da Associação Portuguesa de Epidemiologia (APE) / XLIII Reunión Anual de la Sociedad Española de Epidemiología (SEE), 2, 5 setembro 2025
oaire.versionhttp://purl.org/coar/version/c_970fb48d4fbd8a85
person.familyNamede Carvalho Aniceto
person.familyNameSousa Uva
person.familyNamefolha
person.familyNameMatias Dias
person.givenNameCarlos André
person.givenNameMafalda
person.givenNameteresa
person.givenNameCarlos
person.identifier.ciencia-id0A11-4015-EEF1
person.identifier.ciencia-id6311-6117-ADEB
person.identifier.orcid0000-0002-7779-7228
person.identifier.orcid0000-0002-7910-3111
person.identifier.orcid0000-0002-0437-2675
person.identifier.orcid0000-0002-0206-5874
person.identifier.ridI-6335-2012
person.identifier.scopus-author-id23103292400
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