DAN - Documentos de orientação técnica
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Percorrer DAN - Documentos de orientação técnica por assunto "Composição dos Alimentos"
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- Manual Fotográfico de Quantificação de Alimentos IAN-AF 2015-2016Publication . Torres, Duarte; Faria, Nuno; Sousa, Nataline; Teixeira, Sérgio; Soares, Rita; Amorim, Hélder; Guiomar, Sofia; Lobato, Liliane; Oliveira, Catarina; Correia, Daniela; Carvalho, Catarina; Vilela, Sofia; Severo, Milton; Lopes, CarlaO manual de fotográfico de quantificação de alimentos (MQA) foi desenvolvido para apoiar os participantes no Inquérito Alimentar Nacional e de Atividade Física (IAN-AF) a estimar a quantidade consumida de alimentos ou receitas. Os alimentos, as receitas e as porções selecionadas representam, com completude, o consumo alimentar em Portugal, de acordo com dados de estudos prévios, nomeadamente, o estudo EpiPorto (coorte de base-populacional de adultos do Porto), o estudo EpiTeen (Epidemiological Health Investigation of Teenagers in Porto) e o estudo piloto PANEU (Pilot study in the view of a Pan-European dietary survey - adolescents, adults and elderly). O MQA foi integrado no software eAT24 (Electronic Assessment Tool for 24h recall) desenvolvido para a recolha dos dados de consumo durante os questionários às 24-horas anteriores, ou dos diários alimentares, utilizado no trabalho de campo do IAN-AF.
- Recomendações para o consumo de pescado para a população portuguesaPublication . Dias, Maria da Graça; Fernandes, Paulo; Lopes, Carla; Torres, Duarte; Carvalho, Catarina; Afonso, Cláudia; Bandarra, Narcisa; Gonçalves, Susana; Lourenço, Helena; Nabais, Pedro; Carmona, Paulo; Borges, Marta; Bico, PaulaUm grupo de trabalho promovido pela Direção Geral da Alimentação e Veterinária (DGAV) e que integrou a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), a Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto (FCNAUP), o Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA), o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) e o Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto (ISPUP) elaborou um conjunto de recomendações para o consumo de pescado para a população portuguesa. De acordo com as conclusões do estudo realizado, o consumo de pescado tem benefícios para a saúde, mas algumas espécies têm um teor de mercúrio elevado que pode representar riscos associados ao desenvolvimento cognitivo, sendo por isso de evitar em grupos vulneráveis como as grávidas, mulheres a amamentar e crianças pequenas. Segundo os autores deste trabalho, o consumo de pescado, que inclui peixe, moluscos e crustáceos, tem benefícios para a saúde, diminuindo o risco de doença coronária e contribuindo para um adequado neuro-desenvolvimento do feto. Apesar disso, algumas espécies, como atum fresco (não o de conserva), cação, espadarte, maruca, pata roxa, peixes-espada e tintureira, contêm elevado teor de mercúrio, o que pode representar riscos para a saúde, designadamente ao nível do desenvolvimento cognitivo, devendo por isso ser evitadas por grávidas, mulheres a amamentar e crianças pequenas. Para estes grupos vulneráveis, a recomendação dos especialistas é o consumo de pescado entre 3 a 4 vezes por semana, sendo que para a população em geral o consumo de pescado deverá ser mais frequente, até 7 vezes por semana. No entender dos investigadores, o consumo de pescado continua a ser essencial, sendo necessário fazer as escolhas certas relativamente às espécies e à frequência do seu consumo. Sardinha e cavala são algumas das opções a privilegiar, uma vez que têm menos mercúrio e maior teor de ácidos gordos ómega-3, que contribuem para um melhor desenvolvimento cognitivo nas crianças e para a prevenção de doença cardiovascular nos adultos. Espécies como abrótea, bacalhau, carapau, choco, corvina, dourada, faneca, lula, pescada, polvo, raia, redfish e robalo são outras das opções que apresentam, geralmente, valores baixos de mercúrio. As recomendações para o consumo de pescado para a população portuguesa foram definidas tendo por base a frequência de consumo dos portugueses, obtida através do inquérito nacional IAN-AF. Os dados relativos ao teor de mercúrio foram, por sua vez, determinados através de amostras colhidas e analisadas no âmbito do controlo oficial e de diferentes estudos científicos, sendo posteriormente integrados numa avaliação de risco-benefício associado ao consumo de pescado pela população portuguesa. A investigação que fundamenta estas recomendações foi publicada no British Journal of Nutrition e contou com investigadores de todas as instituições nacionais envolvidas.
