Percorrer por autor "Diegues, Paulo"
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- Avaliação das condições ambientais e de climatização das entidades prestadoras de cuidados de saúde do SNSPublication . Freitas, Maria da Graça; Soares, Ana paula; Santiago, Anabela; Silva, Andreia; Serrada, Elisabete; Diegues, Paulo; Almeida, Fernando de; Neto, Mariana; Direção-Geral da Saúde; Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo JorgeApós a publicação da Orientação nº 13/2017 de 13 de julho, a Direção Geral da Saúde e o Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, em colaboração com as Administrações Regionais de Saúde, promoveram a avaliação das condições ambientais e de climatização das entidades prestadoras de cuidados de saúde (Cuidados de Saúde Primários e Cuidados de Saúde Hospitalares) do Serviço Nacional de Saúde, cujo resultado é apresentado no presente relatório.
- Identificação de perigos e eventos perigosos em redes prediais de água para consumo humanoPublication . Fernando, Ana Luísa; Rebelo, Maria Helena; Benoliel, Maria João; Diegues, Paulo; Nico Casimiro, Paulo; IPQ Grupo de trabalho da Comissão Sectorial para a Água (CS/04)No sistema de abastecimento de água para consumo humano, a rede de distribuição alimenta, por meio de ramais de ligação, os diversos edifícios ou instalações a servir. As redes prediais de águas para consumo humano devem merecer uma atenção especial, devido ao facto de os mesmos poderem ter um desempenho pouco adequado, que pode afetar o funcionamento dos sistemas e a qualidade da água, com riscos a nível da saúde pública. Com efeito, a má conceção, instalação e gestão das redes prediais tem riscos, podendo causar alterações da qualidade da água. Neste contexto, o presente documento pretende transmitir conceitos que permitam gerir adequadamente os sistemas das redes prediais de água, dando ainda especial atenção, aos requisitos regulamentares e normativos aplicáveis. Não são aqui considerados os aspetos associados ao sistema de abastecimento público de água, entendido como o conjunto de equipamentos e infraestruturas que englobam a captação, o tratamento, a adução, o armazenamento e a distribuição da água para consumo humano (Decreto-Lei n.º 306/2007, de 27 de agosto, alterado pelo Decreto-Lei nº 152/2017, de 7 de dezembro), ou a ligação a origens de água particulares. Segundo este diploma legal, considera-se para consumo humano, toda a água no seu estado original, ou após tratamento, destinada a ser bebida, a cozinhar, à preparação de alimentos, à higiene pessoal ou a outros fins domésticos, independentemente da sua origem e de ser fornecida a partir de uma rede de distribuição, de um camião ou navio-cisterna, em garrafas ou outros recipientes, com ou sem fins comerciais; ou a ser utilizada na indústria alimentar para o fabrico, transformação, conservação ou comercialização de produtos ou substâncias destinados ao consumo humano, assim como a utilizada na limpeza de superfícies, objetos e materiais que podem estar em contacto com alimentos, exceto quando a utilização dessa água não afeta a salubridade do género alimentício na sua forma acabada. A inadequada distribuição de água em edifícios pode ter efeitos consideráveis na saúde, bem como impactos económicos e sociais significativos. Requerem especial cuidado os edifícios com redes prediais extensas e complexas, como sejam, hospitais, escolas, creches, lares de idosos, hotéis, centros desportivos, entre outros. A correta conceção e manutenção de redes prediais domésticas também são importantes, sobretudo se a dimensão e número de fogos forem elevados. Muitos dos conceitos indicados neste documento são igualmente aplicáveis a habitações de ocupação individual, no entanto, em casas particulares, as ações de gestão e de manutenção, tais como a implementação de Planos de Segurança da Água (PSA) são raramente ou nunca implementadas. A degradação da qualidade da água em redes prediais pode ocorrer devido à contaminação microbiológica, química e física, sendo de destacar as seguintes causas: Contaminação direta devido a falhas nos sistemas de água, migração de elementos/substâncias inadequadas ou corrosão;Contaminação indireta através de ligações cruzadas entre os sistemas de água para consumo humano e água contaminada ou produtos químicos; Crescimento de microrganismos (ex.º, Pseudomonas aeruginosa, Mycobacteria não-tuberculosas e Legionella). Este documento pretende ser um recurso útil para todas as partes interessadas na conceção, construção, operação, manutenção e gestão de redes prediais, incluindo também as entidades com poder regulador.
- A large outbreak of Legionnaires’ Disease in an industrial town in PortugalPublication . George, Francisco; Shivaji, Tara; Pinto, Catia Sousa; Serra, Luis Antonio Oliveira; Valente, João; Albuquerque, Maria João; Vicêncio, Paula Cristina Olivença; San-Bento, Ana; Diegues, Paulo; Nogueira, Paulo Jorge; Marques, Teresa; Rebelo, Helena; Costa, Filipa; Rodrigues, Raquel; Nunes, Alexandra; Borges, Vitor; Gomes, João Paulo; Sampaio, Daniel; Barreiro, Paula; Duarte, Silvia; Carpinteiro, Dina; Mendonça, Joana; Silva, Catarina; Vieira, Luís; Simões, Maria Joao; Gonçalves, Paulo; Nunes, Baltazar; Dias, Carlos; Machado, Jorge; Almeida, Fernando; Goncalves, Elsa A; Carvalho, Lucilia; Viterbo, Pedro; Jardim, Dilia; Lacasta, Nuno; Boavida, Filomena; Perez, Ana; Santana, Isabel; Matias, Paula; Banza, Nuno; Rabacal, CarlosBackground: We describe the investigation and control of an outbreak of Legionnaires’ disease in Portugal in October, November and December 2014. Methods: Confirmed cases were individuals with pneumonia, laboratory evidence of Legionella pneumophila serogroup 1 and exposure, by residence, occupational or leisure to the affected municipalities. 49 possible sources were reduced to four potential sources, all industries with wet cooling system, following risk assessment. We geo-referenced cases’ residences and the location of cooling towers defining four study areas 10km buffer centered on each cooling tower system. We compared the number of cases with expected numbers, calculated from the outbreak's attack rates applied to 2011 census population. Using Stones’ Test, we tested observed to expected ratios for decline in risk, with distance up to 10km four directions. Isolates of Legionella pneumophila were compared using molecular methods. Results: We identified 403 cases, 377 of which were confirmed, 14 patients died. Patients became ill between 14 October and 2 December. A NE wind and thermal inversion were recorded during the estimated period of exposure. Disease risk was highest in people living south west from all of the industries identified and decreased with distance (p<0.001). 71 clinical isolates demonstrated an identical SBT profile to an isolate from a cooling tower. Whole genome sequencing identified an unusual L. pneumophila subsp. fraseri serogroup 1 as the outbreak causative strain, and confirmed isolates’ relatedness. Conclusions: Industrial wet cooling systems, bacteria with enhanced survival characteristics and a combination of climatic conditions contributed to the second largest outbreak of Legionnaires’ disease recorded internationally.
- Metodologia de avaliação da qualidade do ar interior em edifícios de comércio e serviços no âmbito da Portaria 353-A/2013 (versão QAI_1.0)Publication . Jardim, Dília; Diegues, Paulo; Santiago, Anabela; Matias, Paula; Reis, Vanda; Matos, João; Anacleto, Teresa; Cano, Manuela; Nogueira, Ana; Capucho, Mário; Gomes, Paulo; Francisco, SusanaÂmbito da aplicação: A Portaria 353-A/2013, de 4 de dezembro, relativa à ventilação e qualidade do ar interior (QAI), determina que a fiscalização da QAI, em grandes edifícios de comércio e serviços, deva ser efetuada pela Inspeção Geral do Ambiente e Ordenamento do Território (IGAMAOT) e de acordo com metodologia a estabelecer pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e pela Direção-Geral da Saúde (DGS). Os operadores dos edifícios de comércio e serviços que voluntariamente pretendam proceder à avaliação da QAI nas suas instalações, para que a mesma releve para efeitos de fiscalização, devem recorrer a laboratórios que apliquem a metodologia ora estabelecida. Os laboratórios que efetuem avaliação no contexto da fiscalização devem utilizar os métodos de referência ou equivalentes e demonstrar a implementação de programas de controlo e garantia de qualidade relativas às metodologias de amostragem e medição, de acordo com as normas nacionais e internacionais na matéria. O normativo ora em implementação enquadra-se na abordagem de que nas sociedades atuais, os cidadãos permanecem a maior parte do seu tempo em ambientes interiores tornando-se imperativo tornar estes espaços saudáveis. Efetivamente, o aumento do número de casos de doenças, tais como a asma e as alergias, e a existência de condições deficientes na qualidade do interior dos edifícios são uma realidade que importa corrigir com vista à melhoria da qualidade de vida dos cidadãos. Neste contexto e face às condições climatéricas do nosso país, a ventilação natural deve ser promovida no âmbito da eficiência energética e de racionalização de custos operacionais de funcionamento do edifício, sem descurar os parâmetros de conforto, o nível de ocupação dos espaços e os graus de contaminação do ar pelas atividades exercidas. Nesta metodologia apresenta-se alguma diferenciação de critérios na amostragem e verificação de conformidade em função do tipo de ventilação existente no edifício. Salienta-se ainda que o presente documento complementa os métodos de amostragem e de ensaio descritos nos referenciais normativos indicados na bibliografia, ou aqueles que os venham a substituir.
