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Publicação

Iodo em alimentos consumidos em Portugal

dc.contributor.authorCoelho, Inês
dc.contributor.authorDelgado, Inês
dc.contributor.authorCosta, Sofia
dc.contributor.authorCastanheira, Isabel
dc.contributor.authorCalhau, Maria Antónia
dc.date.accessioned2016-03-01T14:50:57Z
dc.date.available2016-03-01T14:50:57Z
dc.date.issued2015-10
dc.description.abstractO iodo é um elemento vestigial essencial na dieta humana e animal, com uma importância nutricional bem estabelecida. É indispensável para a síntese das hormonas da tiroide, tiroxina e triiodotirosina, cujo principal papel está relacionado com o crescimento e desenvolvimento dos órgãos, em particular do cérebro. A fonte natural de iodo são os alimentos. Contudo, de acordo com a OMS um terço da população mundial sofre de algum tipo de carência de iodo. A deficiência crônica de iodo pode levar a distúrbios que incluem alterações cognitivas com diminuição das capacidades mentais, bócio, mortalidade infantil, hipotiroidismo, entre outras. Em Portugal, estudos recentes mostraram deficiências de iodo significativas em mulheres grávidas e um aporte inadequado em mais de 50% das crianças portuguesas, com especial incidência nos Açores e Madeira. Deste modo, desde 2013 que a Direção Geral de Saúde recomenda a suplementação de grávidas com iodeto de potássio e a Direção Geral da Educação introduziu sal iodado nas cantinas escolares. O objetivo deste trabalho realizado no âmbito do projeto “WHO Collaborating Centre for Nutrition and Childhood Obesity” consistiu em determinar o teor de iodo em alimentos representativos da dieta portuguesa. Um segundo objetivo compreendeu o estabelecimento de condições analíticas robustas para realização de medições analíticas rastreáveis a unidades do SI que serão utilizadas na estimativa da ingestão de iodo ao longo do tempo a nível nacional e internacional. O desenvolvimento e otimização do método para a determinação de iodo por ICP-MS teve por base a norma EN 15111:2007. Foram analisadas amostras de pescado, lacticínios e produtos hortícolas. As conquilhas, foram o grupo de alimentos onde se encontrou o teor de iodo mais elevado (1600 µg/kg) enquanto os produtos hortícolas foram os mais pobres (≤ 25 µg/kg).pt_PT
dc.description.sponsorshipEste trabalho foi realizado com suporte financeiro do projeto “WHO Collaborating Centre for Nutrition and Childhood Obesity” cofinanciado pela Organização Mundial de Saúde. The research leading to these results has received partial funding from the European Union’s Seventh Framework Program for research, technological development and demonstration under grant agreement n° 289108.pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.18/3537
dc.language.isoporpt_PT
dc.peerreviewedyespt_PT
dc.publisherInstituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, IPpt_PT
dc.relationTotal Diet Study Exposure
dc.subjectComposição dos Alimentospt_PT
dc.subjectIodopt_PT
dc.subjectCarência de Iodopt_PT
dc.subjectICP-MSpt_PT
dc.subjectPortugalpt_PT
dc.titleIodo em alimentos consumidos em Portugalpt_PT
dc.typeconference object
dspace.entity.typePublication
oaire.awardTitleTotal Diet Study Exposure
oaire.awardURIinfo:eu-repo/grantAgreement/EC/FP7/289108/EU
oaire.citation.conferencePlaceLisboa, Portugalpt_PT
oaire.citation.title8ª Reunião Anual PortFIR, INSA, 30 de outubro 2015pt_PT
oaire.fundingStreamFP7
project.funder.identifierhttp://doi.org/10.13039/501100008530
project.funder.nameEuropean Commission
rcaap.rightsclosedAccesspt_PT
rcaap.typeconferenceObjectpt_PT
relation.isProjectOfPublicationcc652884-f79a-4fc2-8134-0cff92709d45
relation.isProjectOfPublication.latestForDiscoverycc652884-f79a-4fc2-8134-0cff92709d45

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