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Publicação

Perfil Terapêutico da Hipertensão na Rede Médicos Sentinela - 12 Anos Depois

dc.contributor.authorSouto, Diana
dc.contributor.authorSimões, José Augusto
dc.contributor.authorTorre, Carla
dc.contributor.authorMendes, Zilda
dc.contributor.authorFalcão, Isabel Marinho
dc.contributor.authorFerreira, Fernando
dc.contributor.authorMiranda, Ana da Costa
dc.contributor.authorDias, Carlos Matias
dc.date.accessioned2013-11-19T16:00:12Z
dc.date.available2013-11-19T16:00:12Z
dc.date.issued2013-10-15
dc.description.abstractObjectivos: Determinar o perfil terapêutico da hipertensão arterial na Rede de Médicos Sentinela e comparar os resultados obtidos, 12 anos após a realização do primeiro estudo. Tipo de estudo: Estudo transversal. Local: Rede de Médicos Sentinela de Portugal. População: Doentes hipertensos com mais de 18 anos das listas dos médicos sentinela que se deslocaram à consulta entre 7 de Junho de 2010 e 31 de Dezembro de 2010. Métodos: Os médicos sentinela participantes recolheram informação dos doentes hipertensos, informação essa que contemplou a caracterização sociodemográfica, a caracterização da patologia (data de diagnóstico, forma de hipertensão, danos em órgão-alvo e morbilidade associada) e a caracterização da terapêutica instituída. Resultados: Foram incluídos 616 hipertensos no estudo. Comparativamente ao primeiro estudo (1998), verificou-se um ligeiro aumento da idade média dos participantes (62,0 anos em 1998 vs 64,3 anos em 2010), mantendo-se o predomínio do sexo feminino. A duração média da hipertensão desde o momento do diagnóstico aumentou significativamente (p < 0,0001). Aproximadamente metade dos hipertensos apresentou danos em órgãos-alvos em ambos os momentos, sendo a doença cardíaca o dano mais frequente. As patologias associadas mais frequentes foram a dislipidemia, a hiperuricemia e a diabetes. De 1998 para 2010, a proporção de doentes em monoterapia diminuiu (47,6% vs 30,3%), sendo os inibidores da enzima da conversão da angiotensina a classe terapêutica mais frequentemente prescrita em monoterapia nos dois momentos. Em 1998, o padrão de tratamento mais frequentemente prescrito foram inibidores da enzima da conversão da angiotensina em monoterapia (24,3%) e em 2010 foi a associação de antagonistas dos receptores da angiotensina + diuréticos tiazídicos (15,4%). Conclusões: Os fármacos que actuam no eixo renina-angiotensina-aldosterona foram, neste estudo, os mais frequentemente prescritos em ambos os momentos, tanto em monoterapia como em politerapia. O número de anti-hipertensores prescritos diferiu entre os dois momentos de acordo com a existência e tipo de comorbilidadepor
dc.identifier.citationRev Port Med Geral e Fam. 2013; 29(5):286-96por
dc.identifier.issn2182-5173
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.18/1782
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewedyespor
dc.publisherAssociação Portuguesa de Medicina Geral Familiarpor
dc.relation.publisherversionhttp://www.rpmgf.pt/ojs/index.php?journal=rpmgf&page=article&op=view&path%5B%5D=11162&path%5B%5D=10888por
dc.subjectEstados de Saúde e de Doençapor
dc.subjectHipertensãopor
dc.subjectPerfil de Prescrição Médicapor
dc.subjectUso Terapêuticopor
dc.subjectMédicos de Cuidados de Saúde Primáriospor
dc.titlePerfil Terapêutico da Hipertensão na Rede Médicos Sentinela - 12 Anos Depoispor
dc.typejournal article
dspace.entity.typePublication
oaire.citation.conferencePlaceLisboapor
oaire.citation.endPage296por
oaire.citation.startPage286por
oaire.citation.titleRevista Portuguesa de Medicina Geral e Familiarpor
oaire.citation.volume29(5)por
rcaap.rightsopenAccesspor
rcaap.typearticlepor

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