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- INSA-PHE EQA Water Schemes: resultados nacionais vs internacionaisPublication . Pena, Cláudia; Rodrigues, Raquel; Coelho, CarlaO Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, I.P. (INSA, I.P.) tem por missão contribuir para ganhos em saúde pública, nomeadamente como laboratório do Estado no sector da saúde, laboratório nacional de referência, em que lhe é reconhecida competência de promover, organizar e coordenar programas de avaliação externa da qualidade no âmbito laboratorial (Decreto-Lei n.º 27/2012, de 8 de fevereiro). Os Programas Nacionais de Avaliação Externa da Qualidade (PNAEQ) nas áreas da Microbiologia de Alimentos e Microbiologia de Águas estão inseridos num programa a nível mundial que engloba mais de 50 países, coordenado pela Food and Environment Proficiency Testing Unit (FEPTU), da Public Health England (PHE), de Londres. Uma característica dos Programas AEQ é oferecer aconselhamento/consultoria aos participantes que o solicitem, promovendo a melhoria da qualidade. A existência de um Programa Nacional facilita esta interligação e permite atingir esse objetivo. Em 2017/18 estão inscritos nos dois Programas, mais de 90 laboratórios. Todos os “PHE EQA Schemes” estão acreditados pelo United Kingdom Accreditation Service (UKAS) de acordo com a ISO/IEC 17043: 2010 – Conformity assessment - General requirements for proficiency testing. Os ensaios interlaboratoriais organizados pelo INSA, I.P. são aceites pelo Instituto Português de Acreditação (IPAC). As reuniões nacionais são uma iniciativa do Programa em Portugal que se concretiza todos os anos, sendo um ponto de encontro dos participantes e cujo objetivo é analisar e discutir os resultados globais obtidos pelos participantes nacionais no contexto mundial, assim como contribuir para a formação dos técnicos dos laboratórios e constituir-se como um ponto de convergência, de diálogo, de formação e de partilha de experiências, de preocupações e de responsabilidades, transversais aos laboratórios da área da Microbiologia Alimentar e da Microbiologia de Águas.
- Socioeconomic inequalities in the prevalence of multimorbidity in Portugal: results from the fifth National Health Interview Survey 2014Publication . Romano, Sónia; Kislaya, Irina; Esparteiro, Joana; Machado, AusendaPatients with multimorbidity have poor health outcomes, high healthcare utilisation, and increased average cost of care. In Portugal, in a context of severe aging, this becomes a major public health concern. This study aims to estimate the prevalence of multimorbidity and quantify the socioeconomic inequalities in the occurrence of multimorbidity in Portuguese population aged 35 years or over. Data from the National Health Interview Survey (n=14943) held in 2014 were analyzed. Multimorbidity was defined as self-report of two or more chronic conditions. Participants' socioeconomic position was measured through education and household equivalized disposable income. The relative index of inequality (RII) were estimated to determine the socioeconomic inequalities, controlling for age, occupation, degree of urbanization and cohabitation. All estimates were weighted to account for complex sample design and stratified by sex. The prevalence of multimorbidity in Portuguese population aged 35 years or over, was 42.5% [95%CI: 40.6-44.5] and 60.4% [95%CI: 58.58-62.15] for men and women, respectively. We observed an inverse educational gradient in multimorbidity for both men (RII=1.34, [95%CI:1.12-1.60] and women (RII=1.45, [95%CI:1.30-1.62]). Income-related inequalities were smaller (RII=1.25, [95%CI: 1.08-1.45] for men, and not significant for women (RII=1.02, [95%CI:0.94-1.1]). In addition to be highly prevalent, multimorbidity is unequally distributed in the Portuguese population, being more frequent amongst the less educated men and women, and amongst the poorer men. Future public health policies and interventions should take in considerations this socioeconomic patterning.
- INSA-PHE Food EQA Schemes - Update 2017Publication . Belo Correia, CristinaO Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, I.P. (INSA, I.P.) tem por missão contribuir para ganhos em saúde pública, nomeadamente como laboratório do Estado no sector da saúde, laboratório nacional de referência, em que lhe é reconhecida competência de promover, organizar e coordenar programas de avaliação externa da qualidade no âmbito laboratorial (Decreto-Lei n.º 27/2012, de 8 de fevereiro). Os Programas Nacionais de Avaliação Externa da Qualidade (PNAEQ) nas áreas da Microbiologia de Alimentos e Microbiologia de Águas estão inseridos num programa a nível mundial que engloba mais de 50 países, coordenado pela Food and Environment Proficiency Testing Unit (FEPTU), da Public Health England (PHE), de Londres. Uma característica dos Programas AEQ é oferecer aconselhamento/consultoria aos participantes que o solicitem, promovendo a melhoria da qualidade. A existência de um Programa Nacional facilita esta interligação e permite atingir esse objetivo. Em 2017/18 estão inscritos nos dois Programas, mais de 90 laboratórios. Todos os “PHE EQA Schemes” estão acreditados pelo United Kingdom Accreditation Service (UKAS) de acordo com a ISO/IEC 17043: 2010 – Conformity assessment - General requirements for proficiency testing. Os ensaios interlaboratoriais organizados pelo INSA, I.P. são aceites pelo Instituto Português de Acreditação (IPAC). As reuniões nacionais são uma iniciativa do Programa em Portugal que se concretiza todos os anos, sendo um ponto de encontro dos participantes e cujo objetivo é analisar e discutir os resultados globais obtidos pelos participantes nacionais no contexto mundial, assim como contribuir para a formação dos técnicos dos laboratórios e constituir-se como um ponto de convergência, de diálogo, de formação e de partilha de experiências, de preocupações e de responsabilidades, transversais aos laboratórios da área da Microbiologia Alimentar e da Microbiologia de Águas.
- Controlo da qualidade: noções de estatística aplicada ao controlo da qualidade internoPublication . Nunes, Baltazar; Silva, Susana Pereira1.Qualidade (Definição, controlo de qualidade, seus objetivos e o que fazer); 2.Tratamento de resultados (Tipos de erros; Precisão e exatidão; Algarismos significativos); 3.Noções básicas de estatística (Medidas de localização e dispersão); 4.Controlo de qualidade interno (Controlo estatístico de Processos).
- INSA-PHE Food EQA Schemes: resultados nacionais vs resultados internacionais 2016/17Publication . Campos Cunha, IsabelO Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, I.P. (INSA, I.P.) tem por missão contribuir para ganhos em saúde pública, nomeadamente como laboratório do Estado no sector da saúde, laboratório nacional de referência, em que lhe é reconhecida competência de promover, organizar e coordenar programas de avaliação externa da qualidade no âmbito laboratorial (Decreto-Lei n.º 27/2012, de 8 de fevereiro). Os Programas Nacionais de Avaliação Externa da Qualidade (PNAEQ) nas áreas da Microbiologia de Alimentos e Microbiologia de Águas estão inseridos num programa a nível mundial que engloba mais de 50 países, coordenado pela Food and Environment Proficiency Testing Unit (FEPTU), da Public Health England (PHE), de Londres. Uma característica dos Programas AEQ é oferecer aconselhamento/consultoria aos participantes que o solicitem, promovendo a melhoria da qualidade. A existência de um Programa Nacional facilita esta interligação e permite atingir esse objetivo. Em 2017/18 estão inscritos nos dois Programas, mais de 90 laboratórios. Todos os “PHE EQA Schemes” estão acreditados pelo United Kingdom Accreditation Service (UKAS) de acordo com a ISO/IEC 17043: 2010 – Conformity assessment - General requirements for proficiency testing. Os ensaios interlaboratoriais organizados pelo INSA, I.P. são aceites pelo Instituto Português de Acreditação (IPAC). As reuniões nacionais são uma iniciativa do Programa em Portugal que se concretiza todos os anos, sendo um ponto de encontro dos participantes e cujo objetivo é analisar e discutir os resultados globais obtidos pelos participantes nacionais no contexto mundial, assim como contribuir para a formação dos técnicos dos laboratórios e constituir-se como um ponto de convergência, de diálogo, de formação e de partilha de experiências, de preocupações e de responsabilidades, transversais aos laboratórios da área da Microbiologia Alimentar e da Microbiologia de Águas.
- Embalagens alimentares: ferramentas para resolução de desperdício alimentarPublication . Vilarinho, FernandaComunicação sobre embalagens alimentares enquanto ferramentas para resolução de desperdício alimentar.
