Percorrer por autor "Sanches, Diana"
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- Abundance of Selenium and Selenoproteins in foods consumed in PortugalPublication . Gueifão, Sandra; Sanches, Diana; Delgado, Inês; Coelho, Inês; Ventura, Marta; Castanheira, IsabelSelenium (Se) is an essential element for human health. Dietary levels in the population are positively correlated to selenium content in foods as consumed. Dietary Reference Intake for Se is 55 μg/day for adult men and women. However, depending on the species, oxidation state and concentration Se can be toxic to human health. Accurate determination of Se content in the diet demands information not only on total Se (tSe) but also on the bioaccessible species presented in food samples [1]. The aim of this work was to evaluate the concentration of tSe and Se species as Selenomethionine (SeMet), Selenite (SeIV) and Selenate (SeVI) in cow milk, cabbage and fish samples consumed in Portugal. Accurate analysis of tSe was carried out by ICP-MS preceded by acid digestion in a closed-vessel microwave system. Several approaches for extraction of Se species from food matrices were studied followed by quantification with HPLC-ICP-MS. The reliable conditions of analytical procedures were achieved with metrological tools operated under the frame of ISO/EN 17025:2005. tSe content ranged from 67 ± 3 ug.kg-1 (cabbage), 161 ± 16 ug.kg-1 (milk) and 988 ± 27 ug.kg-1 (fish). SeMet was major selenium species in milk and fish samples accounting for 85 -90 % of tSe content. In cabbage Se (IV), Se (VI) and (SeMet) were found. The results showed the suitability of analytical procedure to measure tSe and seemed effective to achieve an accurate determination of Se species in these complex matrices. References: [1] Bodnar, M., Szczyglowska, M., Konieczka, P., Namiesnik, J. Methods of Selenium Supplementation: Bioavailability and Determination of Selenium Compounds. Critical Reviews in Food Science and Nutrition. 2016. 56: 36-55.
- A abundância de selenometionina, selenito e selenato em alimentos como consumidosPublication . Sanches, Diana; Gueifão, Sandra; Ventura, Marta; Delgado, Inês; Coelho, Inês; Castanheira, IsabelEste ano (2017), celebra-se o aniversário da descoberta do micronutriente selénio (Se), que foi pela primeira vez identificado pelo químico sueco Jacob Berzelius. Posteriormente, Klaus Schwarz with Foltz provaram que o Se é um nutriente essencial para o normal crescimento e reprodução dos animais e do homem. A maioria das enzimas dependentes de Se, já foram identificadas em várias funções biológicas, tal como regulação da resposta inflamatória, propriedades antioxidantes, através da regulação das espécies reativas de oxigénio (ROS) e do estado redox, e promoção da proliferação/diferenciação das células imunes. A deficiência de Se foi associada, a uma miríade de patologias, sendo de referir o aumento do risco de doenças não transmissíveis como o cancro – incluindo da tiróide – infeções e estados de imunodepressão, infertilidade masculina, diabetes, doenças de Alzheimer e Parkinson, perturbações do humor, doença de Keshan e doença de Kashin-Beck. A carência grave de Se associa-se a disfunção muscular e cardiomiopatia. Estudos no âmbito da relação do Se com o controlo glicémico, Diabetes Mellitus gestacional e hipertrofia adipocitária ainda têm resultados controversos e necessitam de mais estudos para provar a sua correlação. A interdependência entre os teores de selénio presentes nos alimentos e a redução de toxicidade do arsénio são também descritos na literatura em particular nos últimos anos. Segundo o IOM, nos EUA, e outros artigos da literatura referem que a ingestão alimentar recomendada é de 55μg/dia para um adulto. E a dose máxima admissível (UL) é o nível mais alto de ingestão diária de nutrientes suscetível de não representar qualquer risco de efeitos adversos, em quase todos os indivíduos, sendo importante que todos os indivíduos da população sejam aconselhados para não exceder esta dose – 400 μg/dia. Os alimentos são a fonte principal de selénio. Porém a biodisponibilidade deste oligoelemento está dependente da espécie química presente no alimento. Em Portugal existem poucos dados sobre o perfil de selénio nos alimentos. O objetivo deste estudo foi determinar a abundância de selenometionina (SeMet), selenito (Se IV) e selenato (SeVI) em leite e pescado como consumido pelos portugueses. As amostras foram recolhidas seguindo a metodologia adotada no projeto TDS – Exposure. Recorreu-se à técnica hifenada de HPLC-ICP-MS precedida da extração das espécies, por métodos enzimáticos, da matriz alimentar. Os ensaios foram realizados em condições de controlo da qualidade que refletem os requisitos da Norma 17025:2005. A SeMet foi a espécie predominante, em todos os alimentos analisados. No leite foram encontradas ambas as espécies inorgânicas. No pescado o Se (VI) foi a única espécie inorgânica encontrada. Este estudo foi muito importante porque possibilitou conhecer o perfil das espécies de selénio presentes em alimentos como consumidos, sendo um parâmetro que irá permitir estimar o aporte de selénio, com maior rigor. A importância das estratégias analíticas aplicadas para a quantificação e identificação das espécies de selénio serão objeto de estudos futuros.
- Iodine and Selenium contents in Portuguese foods as consumedPublication . Delgado, Inês; Ventura, Marta; Gueifão, Sandra; Coelho, Inês; Rego, Andreia; Moreira, Tiago; Sanches, Diana; Nobre, Daniela; Castanheira, IsabelIntroduction: Selenium and iodine are micronutrients essential for thyroid hormone synthesis and function. There is also some evidence that low plasma selenium and iodine levels increase the risk of autoimmune thyroid diseases. Plasma levels of these oligoelements are related with dietary intake. Since foods are their main natural sources we investigated iodine and selenium content in foods as consumed collected in Portuguese TDS pilot study as representative of diet in the country. Objective: This work aims to evaluate the contents of Se and I in foods collect during the Portuguese Total Diet Study (TDS). Methodology: Samples (n=1020) were collected according to sampling plan from local markets and analyzed as pooled (n=85) of twelve samples each. The iodine and selenium contents were determined using inductively coupled plasma-mass spectrometry (ICP-MS) after alkaline (iodine) or acid (selenium) digestion assisted by microwave. To guarantee the accuracy of the laboratory results matrix matching reference materials and successfully participation in proficiency test schemes were chosen as metrological parameters. The analytical results were expressed by the average of three replicates. Cluster analysis (CA), Principal Component Analysis (PCA) and Spearman correlation were applied to evaluate the statistical significance of analytical data. Main Findings: Selenium content ranged from 109±10.85 μg/100g (fresh tuna) to 1.82±0.16 μg/100g (milk with cereals). Iodine values were found from 157±5.8 μg/100g (cockles and clams) to 0.27±0.014 μg/100g (lupine). CA classified samples into four main groups on the basis of the iodine and selenium content. PCA and CA analysis are in agreement. Spearman positive correlation (p≤ 0.05) was achieved between iodine and selenium contents. Conclusion: Application of chemometric methods to analytical data is useful to group food samples when iodine/selenium ratio is necessary to suppress iodine deficiency.
