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FRIESA – Modelação e previsão do Efeito do FRIo Extremo na SAúde da população

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Orientador(es)

Resumo(s)

A Divisão de Clima e Alterações climáticas (DivCA) do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) e o Departamento de Epidemiologia (DEP) do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA, IP) desenvolveram recentemente um instrumento de monitorização e vigilância epidemiológica do efeito do frio extremo na saúde da população Portuguesa: o sistema FRIESA (FRIo Extremo na SAúde da população). Este sistema dedica-se à vigilância e monitorização de períodos de frio extremo com potenciais efeitos na saúde humana, e deverá estar ativo sazonalmente, entre Novembro e Março de cada ano. O seu desenvolvimento resultou de uma parceria entre as duas instituições em 2014, através de um projecto de investigação financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT). Durante o inverno de 2014/2015 arrancou em fase piloto, emitindo diariamente boletins de vigilância para os distritos de Lisboa e Porto.

Descrição

Palavras-chave

Determinantes da Saúde e da Doença FRIESA Mortalidade Frio Extremo

Contexto Educativo

Citação

Newsletter Internos de Saúde Pública. 2016; 38 (fevereiro): 2-3

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Editora

Comissões de Médicos Internos de Saúde Pública