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Uma observação sobre a prática de cuidados preventivos dos cancros da mama e do colo do útero, em Portugal Continental

dc.contributor.authorBranco, Maria João
dc.contributor.authorNunes, Baltazar
dc.contributor.authorContreiras, Teresa
dc.date.accessioned2011-10-12T14:04:40Z
dc.date.available2011-10-12T14:04:40Z
dc.date.issued2005-03
dc.description.abstractObjectivo: O ONSA realizou um estudo com o objectivo de estimar a prevalência de mulheres com exames de rastreio relacionados com os cancros da mama e do colo do útero na população de mulheres de 18 e mais anos, residentes em unidades de alojamento do Continente, com telefone fixo. Metodologia: O estudo, descritivo transversal, constou de um inquérito realizado por entrevista telefónica, em Julho 2004, a mulheres de 18 e mais anos, residentes nas unidades de alojamento (UA) que integram o painel ECOS (uma mulher/UA). Este painel é constituído por uma amostra de 1149 UA, com telefone fixo, com alocação homogénea, estratificada por Região de Saúde do Continente. As variáveis colhidas contemplaram idade, nível de instrução, ocupação e Região de Saúde de residência, realização de, pelo menos, uma mamografia e uma citologia cervical e respectivos intervalos de tempo de realização. Considerou-se com "prática preventiva adequada para o cancro da mama" as mulheres de 40 a 69 anos que tivessem realizado uma mamografia há dois ou menos anos. Considerou-se com "prática preventiva adequada para o cancro do colo do útero" as mulheres de 30 a 60 anos que tivessem realizado uma citologia cervical há três ou menos anos. Resultados: Obtiveram-se 868 questionários válidos. Relativamente aos principais resultados, poder-se-á concluir que as respondentes eram, na sua maioria, mulheres de 25-64 (67%), com um nível de instrução correspondente ao ensino básico (51%). As domésticas, reformadas e desempregadas corresponderam a 55% das respondentes. Do total de mulheres inquiridas de 18 e mais anos, 27% nunca tinha realizado um mamografia e 38% nunca realizaram uma citologia cervical. Identificaram-se 491 mulheres, pertencentes ao grupo etário dos 40-69 anos, que souberam referir o intervalo de tempo de realização da última mamografia. Destas, 80% tinha sido rastreada, no máximo, há 2 anos. Identificaram-se 451 mulheres, pertencentes ao grupo etário dos 30-60 anos, que souberam referir o intervalo de tempo de realização da última citologia cervical. Destas, 71% tinham sido rastreadas há <3 anos. Os resultados apontam para a necessidade de melhorar a prática de detecção precoce, especialmente do cancro do colo do útero.por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.18/284
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewednopor
dc.publisherInstituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge. Observatório Nacional de Saúdepor
dc.relation.publisherversionhttp://www.insa.pt/sites/INSA/Portugues/Publicacoes/Outros/Paginas/Cancrosdamamaedocolodoutero.aspxpor
dc.subjectCuidados de Saúdepor
dc.subjectCuidados preventivospor
dc.subjectSaúde da Mulherpor
dc.subjectNeoplasia da mamapor
dc.subjectNeoplasia do colo do úteropor
dc.subjectEpidemiologiapor
dc.titleUma observação sobre a prática de cuidados preventivos dos cancros da mama e do colo do útero, em Portugal Continentalpor
dc.typereport
dspace.entity.typePublication
oaire.citation.conferencePlaceLisboapor
rcaap.rightsopenAccesspor
rcaap.typereportpor

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