Percorrer por autor "Pedro, Ana Rita"
A mostrar 1 - 2 de 2
Resultados por página
Opções de ordenação
- Barómetro COVID-19 e Paralisia Cerebral: um instrumento para captar como a pandemia da COVID-19 afeta as pessoas que vivem com paralisia cerebralPublication . Virella, Daniel; Folha, Teresa; Alvarelhão, Joaquim; Pedro, Ana Rita; Dias, Sónia; Dias, Carlos MatiasAs pessoas com condições que afetam a sua saúde e as suas capacidades de autonomia e de inclusão são particularmente sensíveis a alterações súbitas e intensas dos contextos sociais onde se integram, especialmente quando afetam também os seus cuidadores formais e informais e as suas estruturas de apoio. Frequentemente, estes cidadãos têm dificuldade em fazer ouvir a sua voz, de modo a expressarem as suas necessidades. As pessoas que vivem com paralisia cerebral (PC) são paradigmáticas desta condição e a pandemia da COVID-19 colocou-as numa situação potencialmente difícil. O projeto Barómetro COVID-19 e Paralisia Cerebral monitoriza “na primeira pessoa” como a pandemia da COVID-19 está a afetar as pessoas que vivem com PC e como essa vivência muda à medida que a pandemia evolui. O Programa de Vigilância Nacional da Paralisia Cerebral associou-se à Escola Nacional de Saúde Pública no projeto Barómetro COVID-19: Opinião Social, para adaptar um instrumento baseado na internet às pessoas que têm PC e os seus familiares, cuidadores e conviventes. É um inquérito de autopreenchimento, de respostas mistas, voluntário e anónimo, com carácter prospetivo, descritivo e de medidas repetidas. A amostragem é não probabilística, de conveniência, obtida por convite público reiterado. O corpo principal de questões, comum ao Barómetro COVID-19: Opinião Social e ao Barómetro COVID-19 e Paralisia Cerebral, permite às pessoas que vivem com PC descreverem-se, comparando-se com a amostra global; algumas questões específicas permitem conhecer melhor as suas particularidades. O carácter dinâmico do instrumento permite atualizá-lo, adicionando questões requeridas pelas análises periódicas das respostas. Com o Barómetro COVID-19 e Paralisia Cerebral são obtidos indicadores de atitudes, comportamento, necessidades, apoios e repercussão na saúde global e mental. Estes indicadores são divulgados periodicamente através de um Boletim online, apresentando-os em vários níveis de diferenciação e de evolução temporal da pandemia.
- Effects of economic recession on elderly patients' perceptions of access to health care and medicines in PortugalPublication . da Costa, Filipa Alves; Teixeira, Inês; Duarte-Ramos, Filipa; Proença, Luís; Pedro, Ana Rita; Furtado, Cristina; da Silva, José Aranda; Cabrita, JoséBackground In view of the current financial and demographic situation in Portugal, accessibility to health care may be affected, including the ability to adhere to medication. Objective To evaluate the perceived effects of the crisis on elderly patient's access to medicines and medical care, and its implications on medicine-taking behaviour. Setting Community pharmacy. Method A cross-sectional study was undertaken during April 2013, where elderly patients answered a self-administered questionnaire based on their health-related experiences in the current and previous year. Binary logistic regression was used to ascertain the effects of potential predictors on the likelihood of adherence. Main outcome measures self-reported adherence. Results A total of 1231 questionnaires were collected. 27.3% of patients had stopped using treatments or health services in the previous year for financial motives; mostly private medical appointments, followed by dentist appointments. Almost 30% of patients stopped purchasing prescribed medicines. Over 20% of patients reduced their use of public services. Out-of-pocket expenses with medicines were considered higher in the current year by 40.1% of patients. The most common strategy developed to cope with increasing costs of medicines was generic substitution, but around 15% of patients also stopped taking their medication or started saving by increasing the interdose interval. Conclusion Reports of decreasing costs with medicines was associated with a decreased likelihood of adherence (OR 0.42; 95% CI 0.27-0.65). Lower perceived health status and having 3 or more co-morbidities were associated with lower odds of adhering, whilst less frequent medical appointments was associated with a higher likelihood of exhibiting adherence.
