Percorrer por autor "Ferreira, Sofia"
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- Hipercolesterolemia familiar homozigótica em Portugal: caracterização de casos diagnosticados geneticamente no âmbito do Estudo Português de Hipercolesterolemia Familiar, 1999-2023Publication . Medeiros, Ana Margarida; Alves, Ana Catarina; Miranda, Beatriz; Chora, Joana Rita; Aguiar, Patrício; Amaro, Mário; Bruges, Margarida; Ferreira, Sofia; Furtado, António; Gaspar, Ana; Gonçalves, Filipa Sousa; Lobarinhas, Goreti; Lourenço, Guilherme; Martins, Paula; Antunes, Sofia Moura; Palma, Isabel; Rato, Quitéria; Torres, Diogo; Rico, Miguel Toscano; Travessa, André; Bourbon, MafaldaHipercolesterolemia Familiar (FH) é uma condição autossómica semidominante causada por variantes patogénicas ou provavelmente patogénicas nos genes LDLR, APOB e PCSK9. A FH pode apresentar-se na forma monoalélica (FH heterozigótica) ou bialélica (FH homozigótica). A forma homozigótica é mais rara e com fenótipo mais grave. Indivíduos com FH homozigótica geralmente apresentam hipercolesterolemia severa (LDL>400mg/dL), xantomas e doença cardiovascular aterosclerótica (DCVA) prematura em idade jovem. Até 2023, foram referenciados ao Estudo Português de Hipercolesterolemia Familiar 1291 casos-índex. Neste estudo foram analisados os casos com FH homozigótica. Foram identificados 15 casos com FH homozigótica: 5 com a mesma variante bialélica no LDLR, 7 com variantes bialélicas diferentes no LDLR, 1 com variantes bialélicas diferentes no PCSK9, e 2 com variantes nos genes LDLR e APOB. A maioria dos indivíduos eram adultos (73%) e do sexo feminino (87%), 13% apresentando xantomas tendinosos e 36% com DCVA. Variantes de alelo nulo estão associadas a um fenótipo mais grave e a uma menor resposta ao tratamento, sendo necessária terapêutica independente da atividade do recetor de LDL. O diagnóstico genético permite identificar com precisão as variantes e os tipos de alelos, e implementar uma abordagem terapêutica mais personalizada nestes indivíduos.
- Homozygous Familial Hypercholesterolaemia: Insights From Portuguese Cases and Follow-up DataPublication . Medeiros, Ana Margarida; Alves, Ana Catarina; Miranda, Beatriz; Chora, Joana Rita; Aguiar, Patrício; Amaro, Mário; Bruges, Margarida; Ferreira, Sofia; Furtado, António; Gaspar, Ana; Gonçalves, Filipa Sousa; Lobarinhas, Goreti; Lourenço, Guilherme; Martins, Paula; Antunes, Sofia Moura; Palma, Isabel; Rato, Quitéria; Torres, Diogo; Rico, Miguel Toscano; Travessa, André; Bourbon, MafaldaAims: Present the clinical/genetic and follow-up data on individuals genetically identified with HoFH.
- Insights Into Homozygous Familial Hypercholesterolemia In PortugalPublication . Medeiros, Ana Margarida; Alves, Ana Catarina; Miranda, Beatriz; Chora, Joana Rita; Aguiar, Patrício; Amaro, Mário; Ferreira, Sofia; Gaspar, Ana; Gonçalves, Filipa Sousa; Lobarinhas, Goreti; Lourenço, Guilherme; Martins, Paula; Antunes, Sofia Moura; Palma, Isabel; Rato, Quitéria; Torres, Diogo; Rico, Miguel Toscano; Travessa, André; Bourbon, MafaldaBackground and Aims: Homozygous Familial Hypercholesterolemia (HoFH) is a rare, biallelic semidominant condition caused by pathogenic/likely pathogenic (P/LP) variants in LDLR, APOB, and/or PCSK9 genes. HoFH is characterized by a severe phenotype with LDL-C >400 mg/dL, xanthomas, and early-onset atherosclerotic cardiovascular disease (ASCVD). This work presents the clinical/genetic and follow-up data on individuals genetically identified with HoFH. Methods: A total of 1291 index-cases, with clinical diagnosis of FH, were referred to the Portuguese FH Study. Genetic diagnosis was performed using Sanger sequencing or NGS FH panel. Results: Fifteen individuals were identified as HoFH: 5 with identical biallelic LDLR variants, 8 with different biallelic variants (7 in LDLR, 1 in PCSK9), and 2 with biallelic variants in LDLR and APOB (digenic). Most variants are classified as P/LP; 3 are variants of unknown significance (VUS), but exhibited defects in LDL receptor activity. The cohort included mostly adults (73%) and females (87%), with a median age of 29.9±15.3years at referral (adults: 36.5±12.5years, children/adolescents: 12.0±1.9years). Clinical manifestations included tendon xanthomas (13%) and ASCVD (36%). At referral, all individuals were on statins therapy, with 50% using statin ezetimibe combination, 13% with PCSK9 inhibitors (PCSK9i), and 13% performed LDL apheresis. Five individuals carry at least one null allele (<10% activity), 9 carry defective alleles (10-70% activity), and one has null/null alleles. The latter presented the most severe phenotype (LDL-C=702mg/dL) despite intensive treatment (rosuvastatin, ezetimibe, LDL apheresis, and PCSK9i). Follow-up data were collected for 4 individuals: 2 with defective/defective alleles are now using PCSK9i, while 2 with null/defective and null/null are now using ANGPTL3 inhibitors. Conclusions: In general, Portuguese HoFH individuals are diagnosed late and do not reach the recommended target LDL-C levels. Genetic diagnosis enables precise identification of allele type, allowing more personalized therapeutic approaches, especially for null/null allele carriers who present reduced treatment responsiveness and require therapies independent of LDL receptor function.
