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- Safety assessment of the process brtCOMBIPET used to recycle post‐consumer PET into food contact materialsPublication . EFSA FCM Panel (EFSA Panel on Food Contact Materials); Lambré, Claude; Crebelli, Riccardo; da Silva, Maria; Grob, Koni; Milana, Maria Rosaria; Pronk, Marja; Rivière, Gilles; Ščetar, Mario; Theodoridis, Georgios; Van Hoeck, Els; Waegeneers, Nadia; Dudler, Vincent; Papaspyrides, Constantine; Tavares Poças, Maria de Fátima; Lioupis, Alexandros; Tsochatzis, Emmanouil; Lampi, EvgeniaThe EFSA Panel on Food Contact Materials (FCM) assessed the safety of the recycling process brtCOMBIPET (EU register number RECYC338). The input is washed and dried poly(ethylene terephthalate) (PET) flakes mainly originating from collected post‐consumer PET containers, with no more than 5% PET from non‐food consumer applications. The flakes are dried (step 6), melted in an extruder (step 7) and pelletised, dried and crystallised (step 8). The pellets are then preheated, further crystallised, then decontaminated in a solid‐state polymerisation (SSP) reactor (step 9) and cooled down. Having examined the challenge tests provided, the Panel concluded that the extrusion, the preheating and the SSP are critical in determining the decontamination efficiency of the process. The operating parameters to control the performance are the temperature and the pressure for step 7 (extrusion) as well as the temperature, residence time and gas flow rate for step 9 (preheating and SSP). It was demonstrated that this recycling process ensures that the level of migration of potential unknown contaminants into food is below the conservatively modelled migration of 0.0481 or 0.0962 μg/kg food, depending on the molar mass of the contaminant substance. Therefore, the Panel concluded that the recycled PET obtained from this process is not of safety concern, when used at up to 100% for the manufacture of materials and articles for contact with all types of foodstuffs, including drinking water, for long‐term storage at room temperature or below, with or without hot‐fill. Articles made of this recycled PET are not intended to be used in microwave and conventional ovens and such uses are not covered by this evaluation.
- Investigação laboratorial do vírus monkeypox e avaliação das medidas de biossegurança nos laboratórios em PortugalPublication . Francisco, Rafaela Maria da Costa Godinho Dias; Cordeiro, Rita; Barroso, Maria HelenaO vírus monkeypox (MPXV), pertencente ao género Orthopoxvirus (OPXV), emergiu como um agente patogénico de relevância crescente devido à sua capacidade de transmissão sustentada fora das regiões endémicas e ao declínio da imunidade populacional após a interrupção da vacinação contra a varíola. Na sequência do surto multinacional de 2022 e da continuidade de novas cadeias de transmissão nos anos seguintes, tornou-se essencial reforçar a investigação virológica, epidemiológica e serológica, bem como avaliar de forma sistemática as condições de biossegurança e bioproteção nos laboratórios de referência. Este trabalho teve como objetivos: analisar os aspetos epidemiológicos, virológicos e genómicos dos casos suspeitos e confirmados durante o terceiro surto de mpox registado em Portugal; avaliar o potencial de diagnóstico clínico incorreto com varicela durante o primeiro surto; determinar a resposta serológica IgG anti-OPXV em indivíduos com e sem confirmação laboratorial de mpox; e caracterizar as práticas de biossegurança e bioprotecção em laboratórios portugueses, incluindo laboratórios BSL-3. Os resultados revelaram a circulação de múltiplas sublinhagens do clade IIb, demonstrando que o surto resultou de várias introduções independentes. Verificou-se um predomínio de casos em homens adultos jovens e maior positividade em exsudados de lesão. A investigação do diagnóstico diferencial mostrou que uma proporção significativa das amostras inicialmente suspeitas correspondia a infeções por VZV. A análise serológica evidenciou variação dos títulos de IgG entre grupos etários e clínicos, destacando a influência da imunidade prévia à varíola nos indivíduos mais velhos. A avaliação da biossegurança e bioproteção identificou níveis heterogéneos de maturidade e áreas prioritárias de melhoria, especialmente nos sistemas de gestão e nas práticas de resposta a emergências. Globalmente, este estudo contribui para o reforço da vigilância laboratorial e epidemiológica da mpox em Portugal, fornecendo evidência científica crucial para a preparação e resposta a futuras emergências biológicas. Os resultados sublinham ainda a importância estratégica da biossegurança e bioproteção na manipulação de agentes emergentes e na mitigação dos riscos associados.
