Maia, CarlaBarreira, Maria JoãoCorreia, Cristina Belo2019-02-132019-02-132018-10-25http://hdl.handle.net/10400.18/5791Listeriose é uma doença rara entre a população geral, mas que pode causar uma infeção grave, nos indivíduos pertencentes a grupos de risco, isto é, com o sistema imunológico vulnerável, como grávidas, recém-nascidos, indivíduos com idade superior a 65 anos, doentes transplantados, doentes oncológicos, doentes com VIH/Sida, entre outros. A principal via de transmissão da listeriose é a ingestão de alimentos contaminados com Listeria monocytogenes. Esta bactéria está disseminada no meio ambiente (animais, solo, água, vegetação), chegando facilmente à cadeia de produção alimentar. As manifestações associadas à listeriose podem ser variadas. Na grávida a infeção normalmente é benigna para a mãe, que pode não apresentar quaisquer sintomas, ou estes confundirem-se com os de uma gripe ligeira, podendo ocorrer também náuseas, vómitos ou diarreia. No entanto, a infeção pode ser severa para o feto podendo provocar aborto, parto prematuro ou afetar o recém-nascido com doença grave. Em indivíduos, pertencentes a outros grupos de risco, a infeção pode ser severa, e os sintomas podem incluir septicémia, meningite ou meningoencefalite. O período de incubação da doença é longo, por vezes superior a cinco semanas tornando difícil identificar qual a fonte de contaminação. O objetivo deste trabalho é alertar para a necessidade de prevenção da listeriose particularmente em grupos de risco, divulgando como se transmite a doença, quais os sintomas, os alimentos habitualmente implicados e as regras básicas de higiene para evitar a contaminação dos alimentos.porListerioseGrávidaListeria MonocytogenesRegras básicas de higieneAlimentos Prontos para ConsumoSegurança AlimentarListeriose - uma doença que se pode prevenirconference object