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Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10400.18/970

Título: Necessidades energéticas em crianças
Autor: Rito, Ana Isabel
Carvalho, Maria Ana
Palavras-chave: Estilos de Vida e Impacto na Saúde
Issue Date: May-2012
Editora: Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, IP
Resumo: As crianças em idade escolar (6-10 anos) encontram-se em crescimento contínuo, sendo essencial a adopção de um padrão alimentar equilibrado e adequado às suas necessidades que deve compreender uma distribuição, em termos de aporte energético e nutricional, de acordo com os princípios de uma alimentação saudável – completa, variada e equilibrada. As necessidades de energia da criança dependem das necessidades impostas pelas funções do organismo, pelo crescimento e também pelo dispêndio de energia inerente à prática de atividade física que, no período escolar, pode ser muito intensa. O total de alimentos, ingeridos ao longo do dia, deve respeitar as proporções da roda dos alimentos, bem como distribuir-se pelo menos em cinco refeições diárias, optimizando assim todas as funções do organismo e evitando o cansaço e a falta de concentração. Em Portugal, não existem até à data dados actualizados do consumo alimentar individual, dado que o último e único Inquérito Alimentar Nacional data de 1980. Contudo, através de dados de estudos internacionais no âmbito da monitorização do consumo alimentar infantil, verifica-se que o padrão alimentar das crianças em idade escolar é hiperproteico e hiperlípidico, com uma diminuição marcada no consumo de polissacáridos, fibra alimentar e hortofrutícolas, em paralelo com o aumento do consumo de refrigerantes que parece estar associado ao aumento do risco para desenvolver obesidade. A revogabilidade desta situação justifica a prioridade atribuível à formulação e ao desenvolvimento de programas de acção que estimulem a adopção de estilos de vida mais saudáveis e criem condições estruturais e ambientais favoráveis à saúde quer em ambiente escolar, familiar e comunitário. Neste contexto, é necessário recorrer a estratégias diversificadas e complementares de monitorização e intervenção, de que são exemplo a monitorização do consumo alimentar infantil, o “empoderamento” dos cidadãos, o desenvolvimento de competências pessoais, a criação de ambientes favoráveis à saúde e o delineamento de políticas saudáveis.
Descrição: Comunicação a convite.
Arbitragem científica: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.18/970
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