Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.18/5377
Título: Fatores associados à vacinação antigripal regular em doentes crónicos portugueses: resultados do 1º Inquérito Nacional de Saúde com Exame Físico (INSEF 2015)
Autor: Machado, Ausenda
Kislaya, Irina
Gaio, Vânia
Barreto, Marta
Antunes, Liliana
Santos, Ana João
Namorado, Sónia
Gil, Ana Paula
Nunes, Baltazar
Dias, Carlos Matias
Palavras-chave: Estados de Saúde e de Doença
INSEF
Determinantes da Saúde e da Doença
Vacinação Antigripal Sazonal
Doença Crónica
Revacinação
Data: 17-Fev-2017
Editora: Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, IP
Resumo: Em Portugal, a vacinação antigripal anual sazonal é recomendada aos indivíduos com 65 ou mais anos, doentes crónicos, grávidas, profissionais de saúde e cuidadores. A cobertura da vacina (CV) nestes grupos é inferior ao desejado, sendo aproximadamente de 35% no grupo dos doentes crónicos. Este estudo tem como objetivo identificar fatores associados à vacinação antigripal regular nos doentes crónicos com idade entre os 25 e 74 anos, para os quais a vacina é recomendada. Desenho de estudo: Transversal. Análise secundária dos dados recolhidos em 2015 no 1º Inquérito Nacional de Saúde com Exame Físico (INSEF). População alvo: indivíduos com idade entre os 25 e os 74 anos, que relataram ter pelo menos uma patologia crónica (respiratória, cardiovascular, renal, hepática ou diabetes) há mais de 4 anos. Amostra: Probabilística bi-etápica (n=4911). Análise estatística: O estado de vacinação autorreportado nas 4 épocas (2011/12 - 2014/15) foi categorizado em 3 níveis: não vacinados em nenhuma época, vacinados ocasionalmente (1-3 vezes nas 4 épocas) e vacinados em todas as épocas (vacinação regular). Regressão logística multinomial foi utilizada para estimar odds ratio (OR) da vacinação antigripal considerando os fatores descritos. Todas as análises tiveram em conta o desenho amostra [3]. A CV na época 2014/15 foi de 29,7% (IC95%: 26,4-33,4), atingindo 42,9% (IC95%: 36,0-50,1) nos diabéticos, 32,6% (IC95%: 26,2-39,6) nos doentes com patologia respiratória e 28,8% (IC95%: 25,7-32,1) nos indivíduos com patologia cardiovascular. A maioria relatou nunca ter sido vacinada (60,6%; IC95%: 56,4-64,6) e apenas 23,7% (IC95%; 20,1-27,7) referiu ter-se vacinado em todas as 4 épocas em estudo. •Ter idade compreendida entre os 65 e 74 anos (OR=6,4; IC95%: 4,22-9,7); •Ter tido uma consulta com o médico assistente no ano anterior (OR=1,95; IC95%: 1,02-3,72); •Viver em coabitação com pelo menos mais uma pessoa (OR=2,35; IC95%: 1,17-4,73); •Ter diabetes (OR=2,2; IC95%: 1,31-3,69); •Ter patologia cardiovascular diminuiu a vacinação regular (OR=0,54; IC95%: 0,36-0,82). Na época 2014/15, verificaram-se diferenças na CV de acordo com a patologia (menor CV nos doentes com patologia cardiovascular comparativamente aos diabéticos). Relativamente aos fatores associados à vacinação regular, ter uma patologia cardiovascular diminui este comportamento preventivo. Os fatores reportados neste estudo poderão ser tidos em conta no desenvolvimento de estratégias para promover a vacinação nos doentes crónicos.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.18/5377
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