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Título: Diabetes: desigualdades socioeconómicas na população portuguesa em 2014
Outros títulos: Diabetes: socioeconomic Inequalities in the Portuguese population in 2014
Autor: Santos, Joana
Kislaya, Irina
Antunes, Liliana
Santos, Ana João
Rodrigues, Ana Paula
Neto, Mariana
Matias Dias, Carlos
Palavras-chave: Diabetes Mellitus
Desigualdades Socioeconómicas
índice de Concentração
Literacia
Disparidades em Assistência à Saúde
Portugal
Estados de Saúde e de Doença
Healthcare Disparities
Literacy
Socioeconomic Factors
Data: Jul-2017
Editora: Ordem dos Médicos
Citação: Acta Med Port 2017 Jul-Aug;30(7-8):561-567. doi:10.20344/amp.8235
Resumo: Introdução: A diabetes é considerada um dos maiores problemas de saúde pública e está associada a fatores socioeconómicos. O objetivo deste estudo foi descrever as desigualdades socioeconómicas na distribuição da diabetes na população com idade igual ou superior a 25 anos, residente em Portugal em 2014. Material e Métodos: Foram analisados dados do Inquérito Nacional de Saúde de 2014, n = 16 786. Calcularam-se estimativas da prevalência da diabetes total e estratificada por variáveis de caracterização socioeconómica designadamente o nível de escolaridade e o rendimento. O grau de desigualdade socioeconómica foi estimado através do índice de concentração e do índice relativo de desigualdade. Resultados: A diabetes concentrou-se na população com menor nível de escolaridade (índice de concentração = -0,26) e nos quintis de menor rendimento (índice de concentração = -0,14). O índice relativo de desigualdade evidenciou menor desigualdade nos grupos com um maior nível de escolaridade (0,20; IC 95% = [0,12; 0,32]) e com maior rendimento (0,59; IC 95% = [0,48; 0,74]). Discussão: A distribuição da diabetes está associada ao nível educacional e ao rendimento. Estudos anteriores mostraram que, apesar do rendimento poder refletir o padrão de vida das pessoas, a educação reflete o contexto social imediato em que o individuo se integra e que contribui para adotar estilos de vida mais saudáveis. Ainda, o Serviço Nacional de Saúde, por ser universal e tendencialmente gratuito, pode ter contribuído para reduzir desigualdades no acesso à saúde por grupos de menor rendimento. Conclusão: Integrar a ‘Saúde em Todas as Políticas’ pode reduzir as desigualdades, nomeadamente através da melhoria do nível educacional da população e do desenvolvimento de ações que promovam a literacia em saúde.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.18/4835
DOI: 10.20344/amp.8235
ISSN: 0870-399X
Versão do Editor: http://www.actamedicaportuguesa.com/revista/index.php/amp/article/view/8235/5115
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