Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.18/4795
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dc.contributor.authorNamorado, Sónia-
dc.contributor.authorSantos, Joana-
dc.contributor.authorAntunes, Liliana-
dc.contributor.authorKislaya, Irina-
dc.contributor.authorSantos, Ana João-
dc.contributor.authorCastilho, Emília-
dc.contributor.authorCordeiro, Eugénio-
dc.contributor.authorDinis, Ana-
dc.contributor.authorBarreto, Marta-
dc.contributor.authorGaio, Vânia-
dc.contributor.authorGil, Ana Paula-
dc.contributor.authorRodrigues, Ana Paula-
dc.contributor.authorSilva, Ana Clara-
dc.contributor.authorAlves, Clara Alves-
dc.contributor.authorVargas, Patrícia-
dc.contributor.authorProkopenko, Tamara-
dc.contributor.authorNunes, Baltazar-
dc.contributor.authorDias, Carlos Matias-
dc.date.accessioned2017-09-29T15:07:12Z-
dc.date.available2017-09-29T15:07:12Z-
dc.date.issued2017-09-28-
dc.identifier.citationInstituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge. 1º Inquérito Nacional de Saúde com Exame Físico (INSEF 2015): Determinantes de Saúde. Lisboa: INSA IP, 2017pt_PT
dc.identifier.isbn978-989-8794-31-4-
dc.identifier.otherDL PT|419536/16-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.18/4795-
dc.descriptionO primeiro INSEF realizado em Portugal é promovido e coordenado pelo Instituto Ricardo Jorge através do seu Departamento de Epidemiologia, em parceria com o Instituto Norueguês de Saúde Publica e em colaboração com as Administrações Regionais de Saúde do Continente e Secretarias Regionais de Saúde das Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira.pt_PT
dc.description.abstractEnquadramento: A importância da informação obtida através de inquéritos de saúde com exame físico realizados a amostras probabilísticas da população, de que o primeiro Inquérito Nacional de Saúde com Exame Físico (INSEF) é exemplo, resulta da utilização de métodos e instrumentos que resultam em informação com maior validade do que a reportada apenas pelos inquiridos. O acolhimento da proposta do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA), para um primeiro INSEF em Portugal, como parte integrante do Projeto Pré-Definido do Programa Iniciativas em Saúde Pública, financiado pelo Mecanismo Financeiro do Espaço Económico Europeu (EEA Grants) e operado pela Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS), a posterior parceria com o Instituto Norueguês de Saúde Pública (INSP), e a colaboração com todas as regiões nacionais, constituem as fundações que permitiram a realização deste primeiro INSEF. No presente relatório são apresentados os resultados relativos aos determinantes de saúde da população residente em Portugal, com idade entre os 25 e os 74 anos de idade, em 2015. Materiais e métodos: O INSEF é um estudo epidemiológico observacional, transversal de base populacional, programado e realizado para ser representativo ao nível regional e nacional, com a finalidade de contribuir para melhorar a Saúde Pública e reduzir as desigualdades em saúde, através da disponibilização de informação epidemiológica de elevada qualidade sobre o estado de saúde, determinantes e utilização de cuidados de saúde pela população portuguesa. A população alvo consistiu nos indivíduos entre os 25 e os 74 anos de idade, residentes em Portugal Continental ou nas Regiões Autónomas há mais de 12 meses, não-institucionalizados e com capacidade para acompanhar a entrevista em língua portuguesa. A amostra foi estratificada por região e área urbana/rural e constituída de forma probabilística em duas etapas. O trabalho de campo decorreu entre fevereiro e dezembro de 2015 e foi realizado por equipas constituídas, formadas e treinadas especificamente para o efeito, num total de 117 profissionais. Áreas de inquirição - O INSEF incluiu um conjunto de avaliações antropométricas e bioquímicas, e a aplicação de um questionário por entrevista pessoal assistida por computador (CAPI). A recolha de dados foi organizada em três componentes: 1) exame físico, que incluiu a medição da tensão arterial, da altura, do peso e dos perímetros da cintura e da anca; 2) recolha de amostras de sangue para avaliação de parâmetros bioquímicos (colesterol total, LDL, HDL e triglicerídeos), da hemoglobina glicosilada (HbA1c) e do hemograma; 3) questionário, com recolha de informação autorreportada sobre variáveis demográficas e socioeconómicas, estado de saúde, determinantes de saúde relacionados com comportamentos e utilização de serviços e cuidados de saúde, incluindo os cuidados preventivos. Indicadores reportados no presente relatório - O presente relatório contém os resultados da área temática Determinantes de Saúde obtidos através de dados recolhidos na componente de entrevista. Os resultados incluem a prevalência do consumo de tabaco e de exposição ao fumo ambiental de tabaco, a prevalência do consumo excessivo de álcool numa única ocasião (binge drinking) no ano anterior à entrevista, a prevalência de indivíduos com atividade física sedentária nos tempos livres, a prevalência de indivíduos que praticam exercício físico pelo menos uma vez por semana e a prevalência do consumo diário de frutas e de vegetais. Análise estatística - Todos os indicadores incluídos no presente relatório foram estimados a nível nacional para subgrupos específicos da população, nomeadamente por região, sexo, grupo etário, nível de escolaridade e situação perante o trabalho. Todas as estimativas pontuais apresentadas foram ajustadas utilizando pesos amostrais calibrados para a distribuição da população portuguesa, por sexo e grupo etário, em cada uma das 7 Regiões de Saúde para a estimativa da população residente em 2014. Para a análise comparativa, as estimativas estratificadas por região, nível de escolaridade e situação perante o trabalho foram padronizadas pelo método direto para a distribuição da população portuguesa (2014) por sexo e grupo etário. Resultados principais: Durante o INSEF foram observados 4911 indivíduos (2265 homens: 46,1% e 2646 mulheres: 53,9%), na sua maioria naturais de Portugal (91,2%), casados ou em união de facto (70,0%), em idade ativa (84,3% com idade entre os 25 e os 64 anos), com um nível de escolaridade inferior ao ensino secundário (63,4%) e estando 11,2% desempregados. O tabaco era consumido diariamente ou ocasionalmente por 28,3% da população masculina e por 16,4% da população feminina, observando- se a prevalência mais elevada no grupo etário entre os 25 e os 34 anos (45,6% nos homens e 25,1% nas mulheres) e a mais baixa no grupo etário entre os 65 e os 74 anos (10,8% nos homens e 2,5% nas mulheres). A Região Autónoma dos Açores (RAA) revelou prevalências mais elevadas nos homens (42,8%) e a região do Algarve nas mulheres (22,2%), independentemente da idade. Nas mulheres o consumo de tabaco aumentava com a escolaridade, enquanto nos homens era mais prevalente nos grupos com escolaridade intermédia (2º ou 3º ciclo do ensino básico), independentemente da idade. Os desempregados apresentavam as prevalências mais elevadas em qualquer dos sexos (43,0% nos homens e 27,0% nas mulheres). A exposição ao fumo ambiental do tabaco afetava 12,8% da população, sendo mais frequente entre os homens (14,9% vs 10,8%), na RAA (21,0%), na população com o 2º ou o 3º ciclo do ensino básico (16,6%) e nos desempregados (17,0%). Cerca de um terço (33,8%) da população masculina referiu binge drinking, valor muito superior ao estimado para o sexo feminino (5,3%). Este tipo de consumo era mais prevalente no grupo etário mais jovem, tanto nos homens (51,9%) como nas mulheres (13,7%), diminuindo com a idade. A região do Alentejo e a Região Autónoma da Madeira (RAM) apresentavam as prevalências mais elevadas em qualquer dos sexos (homens: 51,6% e 49,9%; mulheres: 11,3% e 10,8%, respetivamente). A escolaridade mais elevada estava associada a uma maior prevalência deste tipo de comportamento (42,4% nos homens e 9,5% nas mulheres), independentemente da idade, sendo igualmente mais elevada a prevalência entre os homens profissionalmente ativos (41,0%) e entre as mulheres desempregadas (7,7%). O sedentarismo nos tempos livres afetava 44,8% da população, com prevalência mais alta nas mulheres (48,5% vs 40,6%), no grupo etário entre os 55 e os 64 anos de idade (46,9%), na RAA (52,5%), na população com menor escolaridade (51,6%) e desempregada (46,9%). Cerca de um terço da população (34,2%) referia praticar, pelo menos uma vez por semana, atividade física de forma a transpirar ou sentir cansaço, sendo esta prevalência mais elevada no sexo masculino (39,7%) e no grupo etário mais jovem (47,1%), diminuindo depois com a idade até 20,8% no grupo entre os 65 e os 74 anos de idade. A prevalência mais elevada de exercício físico de lazer (40,3%) observou-se na região de Lisboa e Vale do Tejo (LVT), assim como na população com ensino superior (49,6%) e profissionalmente ativa (38,4%). Em 2015, 79,3% e 73,3% dos inquiridos consumiam diariamente fruta (excluindo sumos) e legumes ou vegetais (incluindo sopa), respetivamente. Estes valores eram mais elevados no sexo feminino (83,7% vs 74,4%, no caso do consumo de fruta e 80,1% vs 65,8%, no caso do consumo de legumes ou vegetais). O grupo etário mais jovem (25 a 34 anos) apresentava a menor prevalência de consumo diário de fruta (68,7%) e de legumes e vegetais (62,8%), aumentando estas prevalências com a idade. As prevalências mais baixas relativas ao consumo diário de fruta e de legumes ou vegetais foram observadas na RAA (69,1% e 57,7%, respetivamente) e as mais elevadas na região do Alentejo (85,5%) para o consumo de fruta e na região Centro (80,0%) para o consumo de legumes ou vegetais, posições relativas que não se alteraram após padronização para a idade. A população com escolaridade mais elevada apresentava prevalências mais elevadas relativas ao consumo de fruta (81,5%) e ao consumo de legumes e vegetais (80,0%). A população desempregada tinha as menores prevalências destes consumos (71,5% e 68,5%, respetivamente). Conclusões principais: A informação obtida pelo primeiro INSEF é representativa da população portuguesa a nível nacional e de cada uma das suas 7 regiões e utilizou os métodos estabelecidos pelo European Health Examination Survey (EHES). O processo de inquérito envolveu desde o início a rede formada pelas 7 Regiões de Saúde de Portugal, o INSA, órgão do Ministério da Saúde e o INSP. No que se refere aos determinantes de saúde são de realçar as elevadas frequências de sedentarismo nos tempos livres (44,8%), o binge drinking, reportado por 33,8% da população masculina, e a exposição ao fumo ambiental do tabaco, que afetava 12,8% da população. A identificação de grupos com indicadores de saúde distribuídos de forma diferente a nível regional, ou nos subgrupos populacionais analisados, fornecem informação útil na priorização das intervenções e na quantificação de potenciais ganhos de saúde, como a população mais idosa, menos escolarizada ou desempregada que surgem, de modo geral, com indicadores de saúde mais desfavoráveis.pt_PT
dc.description.abstractBackground: The importance of information obtained from health examination surveys carried out on probabilistic samples of the population, such as the first National Health Examination Survey (INSEF), arises from the use of methods and tools that result in more accurate information than that reported only by the survey participants. The approval of the proposal by the National Health Institute Doutor Ricardo Jorge (INSA) to perform the first INSEF in Portugal, as part of the Predefined Project of the Public Health Initiatives Program, funded by the Financial Mechanism of the European Economic Area (EEA Grants) and operated by the Central Administration of the Health System (ACSS), the subsequent partnership with the Norwegian Institute of Public Health, and the collaboration with all the national regions, constituted the foundations that enabled the realization of this first INSEF. In this report, the results concerning health determinants of the population resident in Portugal, in 2015, aged from 25 to 74 years are presented. Materials and methods: INSEF is an observational epidemiological, crosssectional, population-based study designed to be representative at the regional and national level, which aims to improve public health and reduce health inequalities by providing high quality epidemiological information on health status, health determinants and use of health care services by the Portuguese population. The target population consisted of individuals aged between 25 and 74 years old, living in mainland Portugal or in the Autonomous Regions for more than 12 months, who were not institutionalized, and who were able to follow the interview in Portuguese. A two stage probabilistic sample stratified by region and by urban/rural area was designed. Fieldwork took place between February and December of 2015 and was carried out by teams selected and trained for this purpose, in a total of 117 professionals. Areas of the survey -INSEF included a set of anthropometric and biochemical measurements, in addition to a computer- assisted personal interview (CAPI). Data collection was organized in three major components: 1) physical examination, which included the measurement of blood pressure, height, weight and waist and hip circumferences; 2) collection of blood samples for the evaluation of biochemical parameters (total cholesterol, LDL, HDL and triglycerides), glycated hemoglobin (HbA1c) and a complete blood count; 3) questionnaire with selfreported information on demographic and socioeconomic variables, health status, health determinants, including healthrelated behaviors and use of health care services, including preventive care. Indicators presented in this report - The present report contains the results of the Health Determinants thematic area of the survey, obtained through CAPI. It includes the prevalence of tobacco consumption and exposure to environmental tobacco smoke, the prevalence of dangerous alcohol consumption (binge drinking) in the year preceding the interview, the prevalence of individuals with sedentary activities during leisure time, the prevalence of individuals who exercised at least once a week and the prevalence of daily consumption of fruits and vegetables. Statistical analysis All indicators included in this report were estimated at the national level and stratified by region, sex, age group, education level and employment status. All presented point estimates were adjusted using sample weights obtained according to the sample design, adjusted for non-response by region strata and by typology of urban / rural area, and calibrated for the distribution of the Portuguese population by sex and age group of each of the five mainland health regions and of the 2 autonomous regions to the 2014 resident population estimate. For comparative analysis, the estimates stratified by region, educational level and employment status were standardized for the distribution of the Portuguese population (2014) by sex and age group using the direct method. Main results: During the INSEF fieldwork, 4911 individuals were observed (2265 men: 46.1% and 2646 women: 53.9%), mostly Portuguese (91.2%), married or in a marital relationship (70.0%), of working age (84.3% aged between 25 and 64 years), which had an educational level below the secondary level (63.4%) and 11.2% were unemployed. Tobacco was consumed daily or occasionally by 28.3% of the male population and by 16.4% of the female population, with higher prevalence in the age group of individuals aged between 25 and 34 years old (45.6% in men and 25.1% in women) and lower in the age group of individuals aged between 65 and 74 years old (10.8% in men and 2.5% in women). The Autonomous Region of the Azores revealed the highest smoking prevalence among men (42.8%), and the Algarve Region (22.2%) among women, regardless of their age. In women smoking increased with the education level, while in men it was more prevalent among groups with intermediate education (2nd or 3rd cycle of basic education), regardless of their age. The unemployed had the highest smoking prevalence in either sex (43.0% in men and 27.0% in women). The exposure to environmental tobacco smoke affected 12.8% of the population, being more frequent among men (14.9% vs 10.8%) in the Azores (21.0%) in the population with the 2nd or 3rd cycle of basic education (16.6%) and among the unemployed (17.0%). About one-third (33.8%) of the male population reported binge drinking behavior at least once in the last 12 months, much higher than the estimated value for females (5.3%). This type of consumption was more prevalent in the younger age group, both in men (51.9%) and in women (13.7%), and decreased with age. The regions of Alentejo and Madeira had the highest prevalence in either of the sexes (males: 51.6% and 49.9%; women: 11.3% and 10.8%, respectively). Higher education was associated with a higher prevalence of this type of behavior (42.4% in men and 9.5% in women), regardless of age, and there were also higher prevalence among professionally active men (41.0%) and unemployed women (7.7%). Sedentary lifestyle during leisure time was declared by 44.8% of the population, with a higher prevalence in women (48.5% vs 40.6%) in the age group between 55 and 64 years old (46.9%), in the Azores (52.5%), in the population with less education (51.6%) and in the unemployed (46.9%). About a third of the population (34.2%) reported practicing vigorous physical activity, at least once a week, being this prevalence higher in males (39.7%) and in the younger age group (47.1%), decreasing with age to 20.8% in the older age group (65 and 74 years). The highest prevalence of physical exercise practice during leisure time was observed in the Region of Lisbon and Tagus Valley (40.3%), as well as in the population with higher education (49.6%) and professionally active (38.4%). In 2015, 79.3% and 73.3% of respondents consumed respectively fruit (excluding juices) and vegetables (including soup) daily, respectively. These values were higher in females than in males (83.7% vs 74.4% for fruit and 80.1% vs 65.8% for vegetable consumption). The youngest age group (25-34 years old) had the lowest prevalence of daily consumption of fruit (68.7%) and vegetables (62.8%), values that increased with age. The lowest prevalence rates for the daily consumption of fruit and vegetables were observed in the Azores (69.1% and 57.7% respectively) and the highest in the Alentejo Region (85.5%) for fruit consumption and in the Centre Region (80.0%) regarding the consumption of vegetables. These relative positions do not change after age and sex standardization. The population with higher education had the highest prevalence of fruit (81.5%) and vegetables (80.0%) consumption. The unemployed population had the lowest prevalence of these consumptions (71.5% and 68.5%, respectively). Key findings: The information obtained by the first INSEF is representative of the Portuguese population at national level and in each of its seven regions and used the methods recommended by the European Health Examination Survey (EHES). The survey process involved, since the beginning of the network, the seven Health Regions of Portugal, INSA, an agency of the Ministry of Health, and the Norwegian Institute of Public Heath. In particular, among the health determinants it is important to highlight the high frequency of sedentary lifestyle during leisure time (44.8%), hazardous drinking, reported by 33.8% of the male population, and the exposure to environmental tobacco smoke, affecting 12.8% of the population. The identification of groups with health indicators distributed differently at regional level, or in the population subgroups analyzed, provide useful information on the prioritization of interventions and quantification of potential health gains, such as in older people, less educated or unemployed displaying, in general, the most adverse health indicators.pt_PT
dc.description.sponsorshipTem um orçamento total de um milhão e meio de euros, financiado em 85% pelo Programa Iniciativas em Saúde Pública (EEA Grants) como projeto Pré-definido e pelo Ministério da Saúde (15%).pt_PT
dc.language.isoporpt_PT
dc.publisherInstituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, IPpt_PT
dc.rightsopenAccesspt_PT
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/pt_PT
dc.subjectInquérito de Saúde com Exame Físicopt_PT
dc.subjectVigilância Epidemiológicapt_PT
dc.subjectDeterminantes de Saúdept_PT
dc.subjectTabacopt_PT
dc.subjectÁlcoolpt_PT
dc.subjectAtividades Sedentáriaspt_PT
dc.subjectConsumo de Frutas e Vegetaispt_PT
dc.subjectSaúde Públicapt_PT
dc.subjectPortugalpt_PT
dc.subjectINSEFpt_PT
dc.subjectPortuguese National Health Examination Surveypt_PT
dc.title1º Inquérito Nacional de Saúde com Exame Físico (INSEF 2015): determinantes de saúdept_PT
dc.title.alternative1st National Health Examination Survey (INSEF 2015): determinants of healthpt_PT
dc.typereportpt_PT
dc.description.versioninfo:eu-repo/semantics/publishedVersionpt_PT
degois.publication.firstPage1pt_PT
degois.publication.lastPage68pt_PT
degois.publication.locationLisboa, Portugalpt_PT
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