Repositório Científico do Instituto Nacional de Saúde >
Departamento de Alimentação e Nutrição >
DAN - Posters/abstracts em congressos nacionais >

Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10400.18/432

Título: Especiação química de arsénio em arroz e pescado
Autor: Coelho, Inês
Gueifão, Sandra
Palavras-chave: Arsénio
Especiação Química
HPLC
ICP-MS
Técnicas Hifenadas
Segurança Alimentar
Issue Date: 27-Oct-2011
Editora: Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, IP
Resumo: A importância da especiação química em alimentos prende-se com o facto de ser hoje sobejamente reconhecido, que quer a toxicidade quer a biodisponibilidade de um elemento são dependentes da forma química em que este se apresenta. No caso particular do arsénio, as espécies inorgânicas são mais tóxicas que as orgânicas e, dentro destas, nem todas apresentam o mesmo nível de toxicidade. Algumas espécies orgânicas são inclusive consideradas não tóxicas como é o caso da arsenobetaina (AsB) e arsenocolina (AsC). Pretende-se mostrar o trabalho experimental que tem sido desenvolvido no âmbito da especiação de arsénio, recorrendo à técnica hifenada de HPLC-ICP-MS. A acoplação de um cromatógrafo líquido de alta resolução a um espectrómetro de massa com plasma indutivo acoplado permite aliar o poder de separação do primeiro à elevada selectividade e sensibilidade do segundo. Um dos principais desafios da especiação química é garantir que não existe interconversão entre espécies. Para tal, foram feitos spikes individuais das quatro espécies referidas, tanto no arroz como no pescado e calculadas as respectivas taxas de recuperação. Para estudar a exactidão dos resultados foi analisado o material de referência BCR-627 TUNA FISH, com valores certificados de AsB e dimetilarsénico (DMA). Verificou-se que as espécies presentes nas duas matrizes estudadas, pescado e arroz, não eram as mesmas e, como tal, também a metodologia de extracção ideal não seria a mesma. Assim, no pescado, em que aproximadamente 80% do arsénio se apresenta como AsB, a extracção foi feita utilizando uma solução metanol/água em banho de ultra-sons, seguida de centrifugação e filtração. No caso do arroz, e devido à presença de espécies inorgânicas, foi necessária uma extracção no microondas com uma solução diluída de ácido fosfórico. Após optimização da metodologia de extracção foi possível identificar e quantificar as seguintes espécies de arsénio em cada matriz: arsenito (AsIII) e DMA no arroz e AsB, DMA e arseniato (AsV) no pescado.
Arbitragem científica: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.18/432
Appears in Collections:DAN - Posters/abstracts em congressos nacionais

Files in This Item:

File Description SizeFormat
4ª Reunião PortFIR_27-10-2011.pdf537,76 kBAdobe PDFView/Open
Statistics
FacebookTwitterDeliciousLinkedInDiggGoogle BookmarksMySpaceOrkut
Formato BibTex mendeley Endnote Logotipo do DeGóis 

Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.

 

  © 2010 www.insa.pt - Todos os direitos reservados | Feedback Ministério da Saúde
Promotores do RCAAP   Financiadores do RCAAP

Fundação para a Ciência e a Tecnologia Universidade do Minho   Governo Português Ministério da Educação e Ciência PO Sociedade do Conhecimento (POSC) Portal oficial da União Europeia