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Título: Monitorização do gene mcyA e de microcistina numa florescência de Planktothrix agardhii – Que papel desempenha o parasitismo quitrídeo na dinâmica destas florescências?
Autor: Churro, Catarina
Penado, A.
Silva, Bruno
Menezes, Carina
Dias, Elsa
Valério, Elisabete
Vasconcelos, Vitor
Palavras-chave: Planktothrix agardhii
PCR em tempo-real
Quitrídeos
Rhizophydium megarrhizum
Cianobactérias
Água e Solo
Data: Jul-2015
Editora: Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, IP
Resumo: A cianobactéria Planktothrix agardhii forma blooms persistentes em reservatórios de água doce superficiais e está frequentemente associada à presença de microcistinas. No entanto, densidades celulares elevadas de P.agardhii nem sempre correspondem a níveis elevados de microcistinas e vice-versa. As florescências de Planktothrix sp. são constituídas por estirpes tóxicas e não-tóxicas que são visualmente indistinguíveis. Contudo, as estirpes tóxicas podem ser quantificadas molecularmente uma vez que possuem um conjunto de genes envolvidos na síntese de microcistinas, onde se inclui o gene mcyA. Neste trabalho, foi monitorizada uma florescência perene de P.agardhii durante dois anos (2012-2014), com o objectivo de caracterizar a variabilidade temporal dos genótipos tóxicos e concentração de microcistinas. Foram também medidos vários parâmetros físico-químicos (nitratos, fósforo total, pH e condutividade) e biológicos (presença de quitrídeos parasitas nos tricomas de P.agardhii). A concentração total de microcistina na água foi medida por ELISA. O nº de cópias do gene mcyA e do gene 18SrDNA de fungos quitrídeos foi quantificado por PCR em tempo-real. Os resultados demonstraram que a quantidade do gene mcyA e a concentração de microcistina total variam ao longo do tempo estando ambos correlacionados (coeficiente de correlação de Spearman de 0,84). O período em que a concentração do gene mcyA e de microcistina foi mais elevado coincidiu com a presença de parasitas quitrídeos da cianbactéria P.agardhii. A quantidade do gene 18SrDNA correlaciona-se com o gene mcyA (coeficiente de correlação de Spearman de 0,83) e com a concentração de microcistina (coeficiente de correlação de Spearman de 0,82). Não houve qualquer correlação entre os parâmetros físico-químicos e a concentração do gene mcyA e de microcistinas. Face aos resultados obtidos colocam-se questões que interessa explorar: Qual será a influencia dos parasitas quitrídeos na modelação da densidade e toxicidade das florescências de P.agardhii? Será que a sua presença favorece o aparecimento de florescências tóxicas? Que factores influenciam a relação parasitas quitrídeos- Planktothrix?
Peer review: no
URI: http://hdl.handle.net/10400.18/3714
Versão do Editor: http://www.4cic2015.pro-insa.pt/wp-content/uploads/2015/05/Livro-de-resumos-4%C2%BACIC2015.pdf
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