Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.18/3321
Título: Capacidade antioxidante de óleos essenciais para potencial incorporação em embalagens alimentares ativas
Autor: Ribeiro-Santos, Regiane
Melo, Nathália R.
Costa, H.S.
Sanches-Silva, Ana
Palavras-chave: Composição de Alimentos
Segurança Alimentar
Óleos Essenciais
Antioxidantes
Compostos Fenólicos
Embalagens Alimentares
Embalagens Ativas
Data: 26-Nov-2015
Resumo: Os óleos essenciais (OEs) são produtos aromáticos naturais, que contêm na sua composição misturas de compostos tais como: terpenos, fenóis, aldeídos e ésteres, que variam com a espécie e a parte da planta utilizada. Esses compostos podem conferir ação antioxidante aos OEs que, quando adicionados a alimentos ou incorporados em embalagens alimentares, podem minimizar a oxidação lipídica. O objetivo deste trabalho foi determinar a capacidade antioxidante dos OEs comerciais de alecrim (Rosmarinus officinalis L.), canela (Cinnamomum cassia L. e Cinnamomum zeylanicum L.), e manjericão (Ocimum basilicum L.) e avaliar a contribuição dos seus principais constituintes. A análise de capacidade antioxidante foi realizada pelos métodos da inibição do radical livre DPPH e do branqueamento do β-caroteno. O OE de C. zeylanicum obteve a maior capacidade antioxidante no ensaio do radical DPPH, apresentando uma concentração de extrato necessária para inibir 50 % do radical DPPH (EC50) de 0,14 g/L, seguida pelo OE de alecrim (EC50= 8,49 g/L). Os OEs de C. cassia e O. basilicum mostraram baixa eficácia. Entre as substâncias puras, o eugenol destacou-se com EC50 de 0,078 g/L, não diferindo significativamente (p > 0,05) do OE de C. zeylanicum. Enquanto que, o cinamaldeído, metil chavicol, eucaliptol e α-pineno tiveram muito pouca atividade, sem diferenças significativas (p > 0,05) entre eles. O OE de C. zeylanicum também apresentou ter maior capacidade antioxidante pelo método do branqueamento do β-caroteno, apresentando um coeficiente de atividade antioxidante (CAA) de 927,0, seguido pelo OE de alecrim (68,3). O eugenol observou-se um CAA de 804,46, seguido pelo α-pineno (29,40), metil chavicol (27,34), cinamaldeído (20,60) e eucaliptol (1,84). Não houve diferenças (p> 0,05) entre os OEs de manjericão e o de C. cassia e entre as substâncias puras α-pineno e metil chavicol. A elevada capacidade antioxidante do OE de C. zeylanicum está relacionada com a presença de eugenol como componente maioritário, enquanto que os efeitos antioxidantes dos OEs de C. cassia e de O. basilicum relacionam-se com o cinamaldeído e o metil chavicol, respectivamente. O eucaliptol e o α-pineno apresentam-se em maior percentagem no OE de alecrim. Dos OEs estudados neste trabalho, o de C. zeylanicum foi o que apresentou maior capacidade antioxidante, sendo o que apresenta maior potencial de utilização na preparação de embalagens alimentares ativas antioxidantes.
URI: http://hdl.handle.net/10400.18/3321
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