Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.18/3205
Título: Infeção VIH/SIDA: a situação em Portugal a 31 de dezembro de 2014
Autor: Unidade de Referência e Vigilância Epidemiológica. Departamento de Doenças Infeciosas. Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge
Programa Nacional para a Infeção VIH/SIDA. Direção-Geral da Saúde (colab.)
Palavras-chave: Infecção VIH/SIDA
Informação Epidemiológica
Infecções Sexualmente Transmissíveis
Doenças Infeciosas
Saúde Pública
Portugal
Data: Out-2015
Editora: Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, IP
Relatório da Série N.º: Documento SIDA;146
Resumo: Relatório anual referente à Infeção VIH/SIDA, elaborado pela Unidade de Referência e Vigilância Epidemiológica do Departamento de Doenças Infeciosas deste Instituto, em colaboração com o Programa Nacional da Infeção VIH/SIDA da Direção-Geral da Saúde. Este relatório reúne informação epidemiológica relativa à caracterização da situação em Portugal em 2014, tendo por base o sistema de notificação de casos de infeção VIH/SIDA, que é obrigatória em Portugal desde 2005. Das conclusões do documento, destaca-se o seguinte: 1) Em 2014 foram diagnosticados 920 novos casos de infeção por VIH em Portugal e, no final do ano, encontravam-se diagnosticados, cumulativamente, 52.694 casos de infeção por VIH, dos quais 20.856 em estadio de SIDA; 2) Os novos casos diagnosticados correspondiam maioritariamente (99,3%) a indivíduos com idade ≥15 anos, 48,1% residiam na região da Grande Lisboa, 72,5% registou-se em homens, a idade mediana ao diagnóstico foi de 38,0 anos, 71,1% referiam ter nascido em Portugal e 18,3% apresentavam uma patologia indicadora de SIDA à data do diagnóstico da infeção. A via sexual foi o modo de infeção indicado em 92,2% dos casos, com 61,3% a referirem transmissão heterossexual. Os casos que referiam transmissão decorrente de relações sexuais entre homens correspondem a 42,7% dos casos do sexo masculino e apresentaram uma mediana de idades de 31,0 anos. As infeções associadas ao consumo de drogas equivalem a 4,3% dos novos diagnósticos. De acordo com os valores das contagens iniciais de CD4, 51,2% dos novos casos corresponderam a diagnósticos tardios; 3) A análise das tendências temporais da epidemia revela, desde 2008, uma descida consistente da taxa de novos diagnósticos, contudo, Portugal continua a ter uma das mais elevadas taxas da União Europeia. As tendências recentes revelam um decréscimo acentuado dos casos de infeção associados a consumo de drogas, aumento dos diagnósticos em jovens do sexo masculino que têm sexo com homens e uma elevada percentagem de diagnósticos tardios, particularmente em heterossexuais de meia-idade. O esforço recente para a melhoria da qualidade da informação epidemiológica nacional, mostra-se essencial para a compreensão e intervenção adequada no sentido de reverter esta realidade.
URI: http://hdl.handle.net/10400.18/3205
ISBN: 978-989-8794-10-9 (em linha)
ISSN: 0872-4334
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