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Título: Depleção de luteina e β-criptoxantina séricas associada com a obesidade em diabéticos do tipo 2 sem angiopatia
Autor: Valente, A.
Bicho, M.
Duarte, R.
Raposo, J.F.
Costa, H.S.
Palavras-chave: Nutrição Aplicada
Estilos de Vida e Impacto na Saúde
Luteína
β-criptoxantina
Retinopatia Diabética
Obesidade
Diabetes do tipo 2
Data: Out-2014
Resumo: INTRODUÇÃO: A luteína e a β-criptoxantina são antioxidantes essenciais na prevenção da retinopatia diabética. A obesidade promove alterações fisiológicas como o aumento do stresse oxidante e a inflamação que podem comprometer a disponibilidade, transporte e a acção destes carotenóides. O objectivo do presente estudo consiste em avaliar uma possível relação dos níveis séricos de luteína e de β-criptoxantina com a obesidade em diabéticos do tipo 2 sem angiopatia e controlos. MÉTODOS: Estudo caso-controlo em 75 diabéticos do tipo 2 recrutados na Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal e 143 controlos da Universidade Internacional para a Terceira Idade. Os níveis séricos de luteína e β-criptoxantina foram determinados por um método validado de HPLC. Os critérios do IMC, perímetro abdominal e de gordura corporal foram utilizados para avaliar a obesidade. Os valores médios de luteína e β-criptoxantina no soro foram ajustados por uma análise de covariância. Para a várias associações foi aplicado um modelo de regressão linear. RESULTADOS: Os níveis médios de luteína não foram estatisticamente diferentes. A concentração média de β-criptoxantina nos controlos (0,382 μM) foi significativamente superior à verificada nos diabéticos (0,154 μM). Os níveis séricos de luteína estão inversamente relacionados com o IMC (β = -0,261; p = 0,024), perímetro abdominal (β = -0,386; p = 0,001) e gordura corporal (β = -0,256; p = 0,002) nos diabéticos e com o IMC e gordura corporal nos controlos. As concentrações séricas de β-criptoxantina estão também inversamente associadas com o IMC e o perímetro abdominal nos diabéticos e controlos. CONCLUSÃO: A obesidade está relacionada com a depleção de luteína e β-criptoxantina séricas em diabéticos tipo 2 sem angiopatia, podendo promover o aparecimento de retinopatia. Os hortícolas e citrinos são as principais fontes alimentares destes carotenóides em Portugal, sendo por isso recomendado o consumo adequado destes alimentos especialmente em diabéticos com obesidade.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.18/2841
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