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http://hdl.handle.net/10400.18/249
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| Title: | ECOS dos Sentidos: Saúde da Visão, em Portugal Continental |
| Authors: | Branco, Maria João Gomes, Teresa Nunes, Baltazar |
| Keywords: | Estados de Saúde e de Doença Oftalmologia Saúde da Visão Epidemiologia |
| Issue Date: | Jul-2006 |
| Publisher: | Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge. Observatório Nacional de Saúde |
| Abstract: | Objectivo: O Observatório Nacional de Saúde realizou um estudo com o objectivo de estimar: a prevalência, auto declarada, de algumas doenças e condições oftalmológicas; a percentagem de indivíduos com limitações nas actividades diárias por problemas de visão; a percentagem de indivíduos que usam correcção refractiva; assim como de descrever as práticas relacionadas com a utilização de cuidados de saúde em oftalmologia.
Metodologia: O estudo, descritivo transversal, constou de um inquérito realizado por entrevista telefónica, no último trimestre de 2005, a um dos elementos de 18 e mais anos, residente nas unidades de alojamento (UA) que integram a amostra de famílias ECOS. Esta amostra é aleatória e constituída por 1183 UA, com telefone fixo, estratificada por Região de Saúde do Continente, com alocação homogénea. Nestas unidades de alojamento existem 3312 indivíduos. As variáveis colhidas contemplaram a caracterização dos inquiridos, assim como dos outros residentes nas unidades de alojamento e a caracterização da situação oftalmológica.
Resultados: Obtiveram-se 873 questionários válidos que incluíram respostas referentes a 2392 indivíduos. As prevalências, auto declaradas, estimadas foram as seguintes:
Cataratas» 10%, nos indivíduos de >25 anos (1844);
Glaucoma» 2%, nos indivíduos de >25 anos (1798);
Degenerescência Macular da Idade» 5%, nos indivíduos de >50 anos (1123);
Retinopatia Diabética» 15%, nos indivíduos com diabetes auto declarada (184);
Cegueira de um e ambos os olhos» 2%, nos indivíduos em estudo (2391).
Os outros resultados, estimados apenas na amostra de respondentes de 18 e mais anos (873), foram os seguintes:
Percentagem de indivíduos com, pelo menos, uma actividade diária limitada por problemas de visão» 16%;
Percentagem de indivíduos que usavam óculos de correcção» 72%;
Percentagem de indivíduos que nunca foram observados por oftalmologista» 11%;
Percentagem de indivíduos que consultaram oftalmologista, mas sem regularidade» 49%.
Nas crianças dos 0-14 anos (236):
Percentagem de indivíduos dos 0-14 anos que nunca foram consultadas por um oftalmologista» 54%.
Apesar das limitações metodológicas e da eventual imprecisão de alguns valores, estes resultados podem constituir valores de referência, úteis na fundamentação de programas de prevenção/intervenção. |
| Description: | Estudo realizado em colaboração com o Centro Oftalmológico de Lisboa (COL) |
| Peer Reviewed: | no |
| URI: | http://hdl.handle.net/10400.18/249 |
| Publisher version: | http://www.insa.pt/sites/INSA/Portugues/Publicacoes/Outros/Paginas/SaudedaVisaoPortugal.aspx |
| Appears in Collections: | DEP - Relatórios científicos e técnicos
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