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Título: Determinação da composição mineral de quinoa, amaranto, milho roxo e trigo sarraceno: comparação de três métodos de digestão
Autor: Nascimento, A.C.
Santos, Mariana
Coelho, Inês
Gueifão, Sandra
Mota, Carla
Matos, Ana Sofia
Palavras-chave: Composição de Alimentos
Composição Mineral
Pseudocereais
Milho Roxo
Microondas
Data: 30-Out-2014
Editora: Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, IP
Resumo: A quinoa (Chenopodium quinoa), amaranto (Amaranthus caudatus), milho roxo (Zea mays L.) e trigo-sarraceno (Fagopyrum esculentum) têm ganho cada vez mais atenção da comunidade científica, especialmente devido ao seu alto valor nutricional e benefícios para a saúde. O seu perfil mineral pode variar com a origem geográfica, ou com as condições de cultivo, sendo por isso aconselhável o uso de metodologias validadas que assentem em pressupostos de controlo de qualidade rigorosos. A preparação prévia da amostra para a determinação de minerais é uma etapa crítica de ensaio devido às possíveis contaminações e perdas de analito que podem ocorrer. A destruição da matéria orgânica e disponibilização dos analitos, para posterior determinação dos minerais, pode ser efetuada por diferentes métodos (digestão por via seca, digestão ácida a baixa e a alta temperatura e digestão por microondas). O objetivo deste trabalho foi comparar os resultados de teor de minerais em pseudocereais (quinoa, amaranto e trigo mourisco) e milho roxo obtidos por Espectrometria de Emissão Atómica com Plasma acoplado indutivamente (ICP-OES) quando três métodos digestão diferentes – digestão por via seca, sistema de aquecimento por bloco de grafite (DigiPREP) e digestão por microondas - foram utilizados. Os teores de minerais obtidos com os três procedimentos foram comparados e o desempenho dos métodos foi avaliado usando materiais de referência certificados apropriados. Estatisticamente, não houve evidência de que os três métodos de digestão diferentes tenham influenciado os resultados finais, (P <0,05), na maioria das amostras e minerais analisados. A digestão por microondas, além disso, permitiu um controle mais efetivo das contaminações ou perdas do que a digestão por via seca, com um tempo mais curto de preparação das amostras.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.18/2459
Aparece nas colecções:DAN - Posters/abstracts em congressos nacionais



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