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Título: Atividade antioxidante do alecrim (Rosmarinus officinalis L.): efeito do solvente de extração
Autor: Costa, D.
Costa, H.S.
Albuquerque, T.G.
Ramos, F.
Castilho, M.C.
Machado, A.V.
Sanches-Silva, A.
Palavras-chave: Segurança Alimentar
Composição de Alimentos
Atividade Antioxidante
Extrato de Alecrim
Fenólicos Totais
Flavonóides Totais
Data: 31-Out-2013
Editora: Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, IP
Resumo: O alecrim (Rosmarinus officinalis L.) é um subarbusto densamente ramoso e foliado e pertence à família Lamiaceae. É utilizado como erva aromática e foi recentemente aprovado como aditivo alimentar (Directivas 2010/67/UE e 2010/69/UE). As propriedades antioxidantes do alecrim tornam-no muito importante como conservante dos alimentos, e estas propriedades devem-se principalmente aos seus compostos fenólicos: ácidos fenólicos, diterpenos fenólicos, flavonóides e óleos voláteis. Neste estudo, o alecrim foi extraído com diferentes solventes e a sua actividade antioxidante foi testada através de três métodos: ensaio do DPPH● (2,2-difenil-1-picril-hidrazilo), determinação dos compostos fenólicos totais e determinação dos flavonóides totais. O alecrim foi extraído com acetona, metanol, etanol e hexano/etanol. No ensaio do DPPH● adicionou-se uma alíquota de extrato (50 μL) a 2 mL de solução metanólica de DPPH● (3,6 × 10-5 M) e agitou-se. Após 30 min, mediu-se a absorvência a 515 nm. Para a determinação dos compostos fenólicos totais adicionou-se uma alíquota de 1 mL da solução teste, a 7,5 mL de reagente Folin–Ciocalteu. Deixou-se à temperatura ambiente durante 5 min e adicionou-se 7,5 mL de solução aquosa de Na2CO3 (60 mg/mL). Mediu-se a absorvência a 725 nm, após 2 h. Para a determinação dos flavonóides totais a uma alíquota de 1 mL da solução, adicionou-se água até perfazer 5 mL. De seguida adicionou-se 0,3 mL de NaNO3 (5%, p/v) e homogeneizou-se. Após 5 minutos, juntou-se 0,6 mL de AlCl3 (10%, p/v) e homogeneizou-se novamente. Ao fim de 6 min, adicionou-se 2 mL de NaOH 1 M e 2,1 mL de água. A absorvência foi medida a 510 nm. No ensaio do DPPH●, para os extratos em metanol, etanol, hexano/etanol e acetona, os valores de EC50 (concentração de extrato que produz uma inibição de 50% do DPPH•) obtidos foram 1,66 ± 0,04; 2,90 ± 0,05; 2,97 ± 0,03; e 3,04 ± 0,02 mg/mL, respectivamente. No segundo ensaio, os resultados obtidos, em mg GAE (equivalentes de ácido gálico)/g de extrato, foram 82,4 ± 2,43; 24,7 ± 0,74; 26,4 ± 1,46; e 24,8 ± 1,58, respectivamente. Relativamente ao terceiro ensaio, os resultados obtidos, em mg ECE (equivalentes de epicatequina)/g de extrato, foram 74,5 ± 5,24; 18,72 ± 1,40; 36,5 ± 17,71; e 13,9 ± 5,55, respectivamente. Verificou-se que o melhor solvente, entre os testados, foi o metanol, sendo as diferenças obtidas estatisticamente significativas (P <0,05).
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.18/1884
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