Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.18/1589
Título: VIH/SIDA e Hepatite C: uma abordagem epidemiológica, molecular e de diagnóstico
Autor: Pádua, Elizabeth
Palavras-chave: VIH
VHC
Epidemiologia
Caraterização Molecular
Transmissão Mãe Filho
Infecções Sexualmente Transmissíveis
Data: 17-Abr-2013
Editora: Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, IP
Resumo: A infeção VIH/SIDA tem como base os registos oficiais de casos notificados em Portugal. Esta infeção é de declaração obrigatória desde 2005, sendo as notificações dos novos casos diagnosticados no país enviadas ao Núcleo de Vigilância Laboratorial de Doenças Infeciosas no INSA, responsável pela posterior introdução e gestão da base de dados e avaliação e divulgação dos resultados. A partir desta fonte de informação serão apresentados os aspetos epidemiológicos característicos da infeção VIH/SIDA no país. Na ausência de medidas preventivas, a transmissão do VIH da grávida/mãe infetada ao filho pode atingir taxas de transmissão de 40%. No entanto, nos anos mais recentes e em países desenvolvidos, as taxas de transmissão decaíram para valores próximos dos 2% em resultado da implementação de estratégias de prevenção. Atualmente fala-se da possibilidade de se conseguir eliminar a via de transmissão vertical do vírus. Neste contexto será apresentada a situação portuguesa, tendo por base os dados do protocolo nacional para diagnóstico precoce da transmissão do VIH implementado pelo Laboratório Nacional de Referência VIH e Hepatites. A infeção pelo VHC é um problema grave no país afetando particularmente os utilizadores de drogas injetáveis. O vírus é caracterizado por uma elevada variabilidade genética traduzida pela sua classificação em 6 genótipos e em mais de 80 subtipos virais com distintos padrões de distribuição epidemiológica no mundo. A cada um dos genótipos/subtipos virais associa-se uma diferente evolução da infeção e progressão para doença. A classificação do VHC é essencial, quer para a determinação da dosagem e da duração do tratamento dos doentes, quer para a correta correlação clínica e conhecimento do papel da variabilidade genómica na história natural da infeção. Neste contexto serão apresentados resultados de um projeto de investigação desenvolvido por uma aluna do mestrado em Biologia Humana e Ambiente 2010/2011 da FCUL.
URI: http://hdl.handle.net/10400.18/1589
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