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Título: Determinação da composição mineral de Quinoa e Amaranthus por ICP-OES: comparação de dois métodos de digestão
Autor: Nascimento, Ana Cláudia
Santiago, Susana
Santos, Mariana
Coelho, Inês
Gueifão, Sandra
Castanheira, Isabel
Calhau, Maria Antónia
Palavras-chave: Composição Mineral
Quinoa
Amaranthus
Digestão por Via Seca
Microondas
Composição dos Alimentos
Data: Set-2012
Editora: Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, IP
Resumo: A Quinoa e o Amaranthus são pseudocereais de origem andina que começam a ser consumidos por uma faixa considerável da população portuguesa. O seu perfil mineral pode variar com a origem geográfica, ou com as condições de cultivo, sendo por isso aconselhável o uso de metodologias validadas que assentem em pressupostos de controlo de qualidade rigorosos. A Espectrometria de Emissão Atómica com Plasma acoplado indutivamente (ICP-OES) é uma técnica multielementar que permite a análise simultânea de vários elementos, num elevado número de amostras e, num curto espaço de tempo. A preparação prévia da amostra para a determinação de minerais por ICP-OES é uma etapa crítica do ensaio devido às possíveis contaminações e perdas de analito que podem ocorrer. A destruição da matéria orgânica e disponibilização dos analitos, para posterior determinação dos minerais, pode ser efetuada por diferentes métodos (digestão por via seca, digestão ácida a baixa e a alta temperatura e digestão por microondas). O objetivo deste trabalho foi validar o método de digestão por microondas por comparação com o método de digestão por via seca, para a determinação de minerais em Quinoa e Amaranthus. As amostras foram submetidas a um processo de digestão por via seca (cinzas) em cápsulas de platina, e digestão ácida em vasos fechados por micro-ondas, utilizando como reagentes ácido nítrico e peróxido de hidrogénio. Posteriormente foram determinados os teores de Cobre, Manganês, Ferro, Zinco, Fósforo, Cálcio, Sódio e Potássio por ICP-OES. A performance dos métodos foi avaliada pela utilização do material de referência certificado NIST 1548ª. O método de digestão por micro-ondas permitiu controlar possíveis contaminações, decorrentes do processo tendo-se obtido limites de quantificação inferiores (0,02; 0,01; 0,05; 0,05; 0,4; 0,2; 0,4; 1; 1 mg/L respetivamente) aos obtidos pelo método de digestão por via seca (0,02; 0,02; 0,05; 0,05; 0,4; 0,4; 1; 1; 1 mg/L respetivamente), para a generalidade dos elementos estudados. Para algumas amostras obtiveram-se resultados de Cobre, Manganês, Ferro e Sódio, inferiores ao limite de quantificação do método. Pela análise estatística observou-se que os resultados obtidos pelos dois métodos de digestão não divergem significativamente (p>0,05), não havendo evidência de que a escolha do método de digestão influencie os resultados finais.
Descrição: Abstract CP27, publicado no livro de resumos "11º Encontro de Química dos Alimentos - Qualidade dos alimentos: novos desafios" pelo Instituto Politécnico de Bragança.
Peer review: no
URI: http://hdl.handle.net/10400.18/1269
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